Poemas quando eu me Amei de Verdade

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[A ÚLTIMA PEÇA!]

O amor é uma peça de quebra-cabeça.
Não que seja uma peça de jogo, mas é algo que completa o que está realmente faltando em alguém.

Inserida por LucasCoelhu

Sorte vai ser de quem
Terá o privilégio de todo dia
Olhar para você
E poder te tocar.

Inserida por LucasCoelhu

Pode ter certeza que,
enquanto você não encontrar o que procura.
Estarei aqui lutando por você!

Inserida por LucasCoelhu

Sonhei contigo ontem.
Antes de ontem também…
“Só não me esqueço
daquele abraço!”

Inserida por LucasCoelhu

Se o destino chegar
E não estivermos juntos.
Lembre-se! Cada um faz o outro feliz.
Independente se for Amor ou não.

“Amizade também traz felicidades!”

Inserida por LucasCoelhu

Ela gosta de Atitude
Ele de ser Ele
Ela espera por Ele
Ele espera por Ela

Quem ama quem?

Inserida por LucasCoelhu

Mesmo sendo impossível.
Se fosse possível veres o que meus olhos veem
E sentisse dentro de si o que sinto.
Talvez, a história seria outra.

Inserida por LucasCoelhu

Tenho um desejo insano.
É meio conturbador;
Em, querer sem poder.
Afeta minha alma.
Me faz enlouquecer.

Porque tem que ser assim?
Distâncias e medos
Não fazem sentido.
É um embaralho entanto.
Conturbado? Sim! Fico.

Inserida por LucasCoelhu

(…) Peço-te perdão pela
minha incompreensão.
Sei que havia dito para parar.
Meio que não a compreendi.

Inserida por LucasCoelhu

⁠Você pode ser honesto
Em toda a sua jornada
Pode fazer caridade
Ter vida obstinada.
Na boca de quem não presta,
Quem é bom não vale nada.

Santo Antônio do Salto da Onça RN

Inserida por gelsonpessoa

⁠Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.
Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.

Inserida por michelfm

⁠Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.

Inserida por michelfm

⁠Graduada em hipnose,
Sentidos de rapina,
Em sua apoteose
Furtou-me a idolatria.

Inserida por michelfm

⁠Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

Inserida por michelfm

⁠Dóra

Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.

Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.

Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.

Graduada em hipnose,
Sentidos de rapina,
Em sua apoteose
Furtou-me a idolatria.

Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

O que delonga faz confiar,
O que demora faz confiar.

Desafio Dóra !
Desafiadora a se entregar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

Inserida por michelfm

⁠Relicário do Tempo

No âmbar do tempo, há portais escondidos,
vestígios de astros, de passos perdidos.
O agora, que vibra em tão tênue espessura,
é sombra de outrora, é veste de altura.

Caminho em espiral sob cúpulas mudas,
em ruínas de horas, em casas agudas.
O tempo não passa — ele gira, ele espreita,
esculpe memórias na carne desfeita.

Se tento prendê-lo, escorre em minha mão,
mas volta em silêncio no sonho e no chão.
Se falo seu nome, ele cala em mistério,
oculto nos traços do mundo etéreo.

Talvez seja templo, talvez seja abismo,
ou um deus que se veste de ritmo e cismo.
Mas sigo seu rastro com olhos fechados,
ouvindo relógios nos céus enluarados.

Pois sei — mesmo quando se parte e se finda,
há algo no tempo que nunca rescinda.
Um fio, uma trégua, um véu de infinito,
que dança, que some… no velho labirinto.

Inserida por robscheuer

⁠O Umbral Invertido

Há um véu que se ergue no fim da ladeira,
tecido de névoa, bordado em madeira.
Ali onde os olhos já não têm abrigo,
a morte se curva — e retorna contigo.

Não vem como faca, nem sombra de açoite,
mas como um regresso ao ventre da noite.
Um porto sem nome, um espelho sem rosto,
um vinho ancestral sorvido com gosto.

O corpo se cala, mas algo persiste:
um traço, um sopro, um rumor que resiste.
E tudo que foste — promessa e engano —
recolhe-se ao pó do primeiro arcano.

A morte é um caminho que volta ao princípio,
um sino que ecoa num templo fictício.
Não leva, devolve; não cessa, transborda,
abrindo no nada uma porta sem corda.

E os que partem, dizem, não vão tão distantes —
permanecem na alma em forma de instantes.
São brisa que sonda o mundo adormecido,
são nome esquecido num canto contido.

Morrer é despir-se da forma do vento,
e ser o que sempre se foi por dentro.
É ter, no silêncio, um berço escondido —
é mais que um fim: é um umbral invertido.

Inserida por robscheuer

"Era a menina que lia
Lia de tudo
Lia o que via, aquela menina

Todo dia ela lia
Lia tanto, que teve encanto
Certa vez, criou asas e voou
Então, o chão já não mais existia

Já não corria
Vivia voando, aqui e ali
Quanto mais lia, mais ligeira voava
Quanto mais voava, ria mais que chorava

Lia e voava
Quanto mais lia, mais alto voava
Quanto mais subia, parecia que ela sumia
Quanto mais alto voava, tudo parecia e tudo desaparecia
Quanto mais e mais ela lia, tudo desaparecia e tudo aparecia"

Inserida por reconceituando

⁠Tenho Lirios

Tenho Lírios nos olhos,
da água ... Os Lindos delírios
e algumas orquídeas
Sobre a mão
Qualquer dia
Uma borboleta
Pousa no meu jardim ou
Talvez nas rosas
Que floresceram
em meu coração.

Inserida por luccisantz

⁠" É CERTO QUE AS INCERTEZAS NÃO DÃO CERTEZAS "


É certo que as incertezas não dão certezas
Quando somos feitos com tantas diferenças
Aceito que a imensidão não aceita
Pois há um monte de direções que podem se apontar as setas
Olhe que o destino não segue tão recto como aparenta

Não basta olharmos para as indiferenças
Se não julgarmos, de quê adianta ser racional?
Será a diferença entre o homem e o animal?
Eis a sentença ao cair para o real
" A realidade é o Supremo Tribunal "

Não há conscidência
Quando tudo é dirigido pela regra da consciência
Só se pode medir um acto pela consequência
Bem como as palavras de pedras
Não faz parte da ciência, na realidade esta é a regra

Somos carrascos de nós mesmos
Os nossos próprios demônios
Os outros apenas existem para expô-lo
Existe uma linha tênue entre igualdade e diferença
Ambos são sinônimos de humanidade apesar da controvérsia

É certo que as incertezas não dão certezas
Como este pensamento inócuo
Não é justo ser julgado por quem seja
Do mesmo modo que ninguém deve dar valor aos seus defeitos
Condenando os dos outros

Inserida por MONTEIROPH