Poemas Profundo
Meu mais profundo ensinamento foi dito em silêncio quando meu discípulo decidiu partir... Era a dor do pai perdendo seu filho.
Aceitar que a pessoa real pode ser muito diferente da "mulher dos sonhos". O amor profundo diz: "Eu vi quem você é, inclusive suas sombras, e escolho ficar".
Todas as ações de Jesus tinham um sentido profundo. Curar um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem era um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva! (Mishnah e Shabbat 108:20). Comia sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, desafiando a tradição estabelecida por eles. Jesus se recusou curvar-se as pressões da religião. Era a revolução do Verbo Vivo. Jesus não teve medo de enfrentar aqueles que tentavam impedir que o Evangelho do Reino fosse instalado dentro das pessoas. Ele nunca deixou de anunciar as verdades do Reino por causa do ódio de seus inimigos. Por isso precisamos entender que Jesus não veio apenas como Messias para libertar o povo do pecado. Não veio apenas como Salvador, pagando a nossa dívida. Não veio apenas como Profeta, dando esperança aos oprimidos. Não veio apenas como Sacerdote, mediando os homens diante de Deus. Não veio apenas como Rei. Mas Jesus veio também como revolucionário, rompendo com o odre velho, para trazer o vinho novo. Sem esse rompimento do odre velho o vinho novo não chega.
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
No meu profundo silêncio, posso ser tanto a resiliência quanto a dor que escondo dentro de mim.
Posso ser o medo, mas também posso ser a força que ainda não ousei revelar ou que moldo conforme meus altos e baixos.
No cajado da sabedoria, o entender 'e raso, o compreender; profundo. Tal como a relva que alimenta as ovelhas, mas o ruminar, acaba por sacia-las.
"Há um nível de sublimação tão profundo em um povo que, mesmo diante da verdade, eles se recusam a acreditar."
— Isaac C. P. Ribeiro
Te darei o último beijo, o mais profundo. Eu vou guardar meus sentimentos e me afastar de você.
O mergulho mais profundo de uma pessoa encontra-se em seu próprio interior... Buscar e encontrar respostas... Transmutar e transcender-se para além do superficial é evoluir.
Navegamos em águas turvas onde o maior pesadelo na ignorância é um mar revolto e profundo, fazendo da vida um naufrágio que logo esquecem. A pressa do mundo é rasa; as pessoas só querem ver a superfície e se esquecem que há algo valioso seu que afundou.
Tu és o verso mais profundo da minha existência, a poesia viva que se desenha no silêncio dos meus dias, e eu sou apenas o leitor perdidamente rendido, aquele que percorre, uma e mil vezes, as tuas curvas e contracurvas com a alma em suspenso, descobrindo em cada detalhe do teu ser um mistério que me encanta, um ritmo que me guia e a única história que eu desejaria ler e reler até que o tempo, finalmente, se esquecesse de passar.
O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.
No nível mais profundo, não há separação entre você e a experiência que está acontecendo. A ideia de um “eu” separado observando o mundo é útil funcionalmente, mas limitada em termos de percepção. Quando essa separação começa a se dissolver, o que resta é uma experiência mais direta, mais viva e menos fragmentada da realidade.
Quando você permanece com uma emoção sem rotulá-la ou reagir automaticamente, algo profundo acontece: a emoção começa a revelar sua estrutura energética, em vez de sua narrativa. Você deixa de viver a história e passa a sentir diretamente o movimento interno, e isso por si só inicia um processo natural de harmonização.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
No silêncio mais profundo, não há experiência sendo registrada, nem alguém para testemunhar. Ainda assim, há uma evidência inegável de existência, sem forma, sem história e sem necessidade de confirmação. É um reconhecimento que não acontece no tempo — é o colapso da própria necessidade de reconhecer.
"Mesmo no erro mais profundo, a capacidade de estar enganado serve como uma âncora que nos prende à realidade do ser."
O fato é que, quanto mais nos afundamos no oceano que somos, quanto mais profundo, mais escuro, quando chegamos na parte em que mais evitamos, os espinhos da rosa que somos se mostram cada vez maiores e pontiagudos, uma vez que eram pequeninos, quase que imperceptíveis, agora estão mais visíveis do que nunca, manchados com sangue, algumas gotículas se mostram mais secas que as outras, depende da necessidade com que atravessamos nossas águas, se foi por puro tédio, provavelmente o sangue estará seco, caso tenhamos puxado os espinhos para fora da água, mostrado eles ao mundo, certamente perfurando um certo alguém, se mostrará com sangue fresco, e então, após chicotear-se por todo o ambiente, retorna para onde pertence, carregando com si o todo o rubro que roubou por onde passou.
Permita-se o descanso profundo. Recarregue a alma para retornar não apenas com força, mas com a serenidade que move montanhas.
