Poemas Pequenos de Amor
uns chamam de amor e outros paixão, quando de você não consigo esquecer e faz pulsar mais forte meu coração.
e minha voz se calou na sua e meu corpo encontrou o teu, não são núpcias serenando o amor ou um namoro tirando a sorte, são lágrimas de dor embelezando a morte.
Os ventos sopram o mar, o mar vai-se embora para o infinito, meu amor se abraça com o abismo, foi-se um amor que não soube amar.
O som parece um banda tocando em rua estreita, exageradamente, é como meu amor que sobejo por ti, amor jogado e só sobras, há uma estruição de meu amor e você ainda rir...
O amor que feneceu, morreu matado covardemente, e tudo que o nosso amor viveu, será amado eternamente.
O amor existe mesmo que surja dentre as pedras e poeira, às vezes incompreensível como a vida ansiando o horror, haverá de existir e de existência viveremos a procura desse amor...
O amor une tudo, muitas das vezes temos o mesmo sangue e nos odiamos, brincam de amar estoicamente, um dia quando amarmos de verdade encontraremos o sentido de tudo e a resposta para tudo.
... ah meu amor! deleito-me em sua voz poética e na palidez de sua vivência, hoje é mais só um dia que loucamente vou viver, no prazer incontido de sua entorpecente existência...
recomeçar, dá um novo passo, ousado e sonhador, um coração saudável, pulsando apenas o bom do amor...
Meu amor se foi, estava aprisionado nos calabouços de minhas ilusões, à deriva,abandonado, pois nas ruas e em cada esquina está meu coração pra quem quiser roubá-lo.
Que o amor rescenda o néctar do confim entre o prazer e o desgosto, a despargir até o último refolho de sua esfinge contemplativa, que sacode o tempo e suas ruínas metamorfósicas, mas que, não se deixa ser um amor inexpugnável e um amor que rescende o aroma da vida.
O amor é a loucura do divino, um grito apavorado, uma oração, o silêncio, a honradez sacerdotal e profana do homem...
Você aprendeu a esconder partes de si para ser ‘aceita’, mas quem merece seu amor quer você inteira.
