Poemas para uma Pessoa Alegre
O poema é uma mentira
Todos acreditam na diferença
Mas no fundo
Sabem que é mentira
Sabem que o mundo não tem mais chances
De ser mudado ou remodelado
Ele está completamente ferrado
Destroçado, Acabado
A única chance que tinhamos
Morreu com quem quis
Morreu com quem acreditava
E com quem mais apoiava
Veio-me à mente, ao observá-la, que se algo como uma bruxa realmente existisse, então Janet Fraser seria uma delas
A viajante do tempo
O preconceito social é uma força poderosa, mas não resiste à simples competência quando é grande a demanda e pouca a oferta de capacidade de conhecimento.
A libélula no âmbar
Doutor, mas, é grave?
Carrego comigo prolixidade de nascença,
Quase que uma indecência,
Idéias livres,
Suprem a carência,
Carência da Alma,
Que só se acalma,
Feita em palavras,
Sinceras,
Mas,
Nem sempre singelas.
O meu poema
É uma bala que ricocheteia no muro frásico
Da indiferença
Quebrando a argamassa da intolerância
O mundo é feito de humanos
Todavia cada ser te, a sua liberdade
Para ir e vir
Pensar e discordar
Apoiar e enaltecer
Avançar ou regredir
Ninguém pode colocar rédeas
Ao pensamento
Nem grilhões nos passos.
Eu sou livre para voar
Prá onde eu quero.
Sigo o mapa do meu coração.
Ao tardar de uma noite chuvosa, mais uma de muitas, me encontro a questionar
Como tudo pode ser tão complexo? Não posso explicar
Mas e a vida?
Oh vida, como você é intrigante
Posso te sentir mas não posso te ver
Não consigo te entender
Oh vida, será você Deus?
Oh vida, como as vezes você parece estar tão distante de mim
E eu tão distante de você
Como viver?
Não sei dizer
Mas talvez eu possa aprender
Eu preciso te entender
Mas você não me disponibiliza chances para lhe compreender
Oh vida o que fazer?
Você oscila como os trovões
Como sentimentos que atingem multidões
Assim tirando todas as minhas convicções
Oh vida, as vezes você me sufoca
Mas eu sei que queres que eu aprenda
Pois sei que não posso ir embora lhe dando as costas
Oh vida, me dê a chance de viver o agora
Mesmo que apesar de tão presente
Já esteja indo embora...
Não existe fazer arte em uma situação morna, ou se está em paz ou se está no caos!
(Luiz Gustavo Paffaro)
Senti um aperto quando você falou que ia
É uma dor que não consigo suportar
Essa dor que vem me machucar
Sinto saudade do dia que não vai mais [voltar]
Um dia isso vai passar
Confesso que tento superar
Mas a saudade insiste em apertar
Às vezes eu fico a pensar
Onde será que você está?
Feliz longe de mim deve estar
Não dei valor quando você estava aqui
Agora me arrependo de tudo que fiz
Pois sei que não vai mais voltar
Um dia , minha professora me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva e entregou-me uma folha de papel lisa e disse:
Amasse-a!
Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. A professora me disse novamente: agora deixe-a como estava antes.
Óbvio que não pude deixá-la como antes. Pôr mas que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.
A professora me disse: o coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados. Assim, aprendi a ser mas compreensiva e mais paciente.
Quando sinto vontade de estourar, lembro daquele papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos alguém com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais....
"sinta uma emoção, tenha em mente toda convicção de seu desejo realizado, assim como as flores florescem, seus sonhos acontecem.
(Guerreiro josiel)
Não foi apenas desejo,
foi sentimento intenso e verdadeiro
uma paixão que transcendeu
e nossos olhos se beijaram
numa troca de olhar
mesmo antes da gente se tocar.
Diagnóstico da saúde política
De uma maneira peculiar, pode se verificar as lacunas no preâmbulo social, a maneira governamental e logo diria, todo cidadão que sente, que visualiza o caos de toda gente, este é capaz de avaliar, diagnosticar a saúde da política brasileira, e sob efeito, faria até direito o antídoto de todo esse mal feito.
Porém precisamos reconhecer, que essa capacidade, esse dom que deveria prevalecer, é uma teia, que incendeia, pois esse rebento rebelde, ou não, a covardia então, ou não, propriamente dito, algo mais esquisito, a ignorância, esse peso sob a balança contamina mais a classe, pois essa saúde política precária, é fonte ordinária da peste maldita, que estas palavras minta, queria, mas não, o agir torto do povo é uma doença de ruim proliferação.
Giovane Silva Santos
Para onde vai cavalheiro
Com esta espada escorrendo
Sangue alheio ?
Em uma guerra entre
A paz e a escuridão
O mais forte vence
Ou todos morrerão em vão
Ao caminhar a está guerra cavalheiro
Sobre o que sente é egoísta
ou verdadeiro?
Só lhe falo não desista
Olho ao redor, só vejo sangue,
ódio, dor e tristeza
A paz se ergue...
Mas a escuridão ainda estão ao meio a nobreza
Uma pílula,
a que me traz felicidade
Uma pílula da qual
Deixa intacta minha
sanidade
Uma pílula chamada
Amor.
Que ingerida já sinto
Todo o calor.
Essa é a pílula que todos necessitam.
Quando uma mulher não sabe qual porto esta procurando, qualquer vento lhe serve de orientação.
Norte, sul, leste, oeste... uma bússola, uma estrela... permite-se... pensa... ousa... pisa no pier agonizada com a imensidade do mar, seus novos guias... não gritam como o vento, suspiram... inspiram.
Quando uma mulher sob seu navio pensativamente esteia, o vento se cala, e seus pés se permitem tocar o mar, sentir a areia.
Oh mar, parece-me mais seguro, te descubro ou volto pra ilha que penso ser mais seguro. Meu porto me prende com seu catavento, me desnorteira, presa estou, como um pescador sob o canto de uma sereia.
Quando uma mulher levanta a vela do seu navio, e pelo mar decide navegar, desiste do medo de amar, descobre nao ter medo do mar...
E de repente, alteia a ancora do risco do náufrago por medo de bater em pedras costeiras.
Não mais escuta, as ilusões do vento ou da sereia, esta momentaneamente perdida no mar. Na imensidão do oceano descobrindo o permitir se amar, amar o mar.
Acorda, alça as velas, aprende a das estrelas se orientar, e um dia se encontra... descobre que ao porto deve sempre retornar, mas nunca nele presa ficar.
Descobre o prazer de orientada, todo por do sol ao seu porto seguro voltar, anoitecer... enaltecer.
Seus olhos podem ate seu o seu navio almejar, mas nao mais perdida , apenas refletindo sobre seu destino, no pier... sem agonia, suspirando sob sua estrela, e pensando sem medo: quem diria... Ah..MAR!
Um velho sofá, uma ilusão...
ou uma nova forma de amar?
Esse sofá tem muitas histórias,
Lembro do dia que seu desejo me prendeu,
E meu coração pela primeira vez se estremeceu.
Minha alma parecia estar no desfile de uma escola de samba... estava pela primeira vez alegórica... seria um sonho ou uma noite eufórica?
Oh fevereiro, anda devagar, ainda não me decidi se eu corro ou se devo me entregar. O medo me domina, e a alma tem medo de se magoar.
Minha alma implora por presença, mas o medo clama por ausência.
Esqueci apenas de uma coisa, não conhecia
Um encontro de almas, e nele aprederia que não existe espaço ou calma.
De repente, o som dos bloquinhos de rua não mais tinham melodia, e o carnaval gritava: ei, vem pra rua, estou aqui.. que heresia.
A alma simplismente se envolvia, em um encontro desconhecido com o que me consumia.
O toque dos teus labios no em pescoço, criaram um novo mundo... e no meu coração um alvoroço. Oh carnaval desculpe, não consigo sair deste abraço, estou presa no tempo-espaço destes braços.
Uma historia ou uma estória? Posso eu me permitir aceitar essa alforria que enaltece a minha alma? Ou peço pro meu coração ignorar, e dizer: ei, calma.
Esse sofá tem muitas histórias... com certeza nele vivi a mais bela de todas as minhas memórias.
