Poemas para Mulheres que Sao Lideres
O bem e o mal, o prazer e o desprazer são desafios para as satisfações das necessidades humanas, são como razões para o contínuo da vida. Para o Dr. João Artur “Quando o homem tem suas razões para viver e continuar vivendo, também reúne condições e razões para sofrer e continuar sofrendo”. (ARTUR, João B. Winkelmann, p. 22, 2006). Se cada um doasse mais de seu potencial humanista contribuiria para não diminuir o potencial do outro, do mal para o bem. Se houvesse menos temores pelo que é mal teriam menos compromissos com os problemas do passado e menos demandas com o bem para o futuro. O futuro é de uma incógnita, o cósmico ilusório. Para o prazer e o desprazer o homem se coloca em uma condição patológica a dar espetáculo e justificativa sobre o juízo do bem e do mal, e na satisfação básica um Deus para ampará-lo.
O maior desafio humano em viver no bem e no mal é manter-se humano em uma sociedade de credulidade básica para que a convivência na crença e fé lhe proporcione estima. Para o Dr. João Arthur “Permanecer humano é o desafio maior que o homem enfrenta nos dias atuais”. Como compreender o bem e o mal da moral ou da saúde na espécie homem, a razão, inteligência e potência? Talvez por um conceito da psicanálise, ou por uma consciência de seu existir em uma compreensão atribuída ao conceito de psique , ou ainda que seja uma necessidade da compreensão Onipotente, mas que o homem possa permanecer na consciência inata de sua existência no bem e no mal, ou da consciência adquirida na razão enquanto humano.
As ladainhas são vozes e cantos fúnebres de tamanha angústia e subestimo da alma nas manhãs de domingos meio santos, onde se almejam passos livres.
O cristianismo nos propõe estado de felicidade abundante que não são condizentes com os prazeres e as experiências vividas pela humanidade
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O bem e o mal são os medos quando encontra os nomes demoníacos em estampas bíblicas e no fervor do homem em relação com o Diabo...
O céu e o inferno são campos apocalípticos a velarem eternos Deuses e demônios com ladainhas fúnebres intermináveis em domingos santos.
1% são críticos capazes de transformar o pensamento domesticado em uma evolução que destrói as raízes ilusórias do criacionismo. Uma visão Darwinista e Nietzschiana em que a compreensão não é o martelo dos rituais.
As festas juninas são religiosamente comemoradas, herança cultural do povo cristão. Criada pelo catolicismo não é nenhum exagero. Satisfaz tanto quanto um retiro espiritual e ou baladas noturnas. Todo o pecado compensa. Aquele que for indigente transgressor será compensado em dias santos por apenas instantes de ladainha fervorosa e por uma confissão nada muito comprometedora ao sacerdote “Viva as festas Juninas”.
Por não saber quantas palavras são necessárias para mover uma montanha acabei por não ver nenhuma montanha se movendo para a outra margem do rio.
Anjos são comissários de Deus e acumulam funções de mensageiros e testemunhas, soldados galácticos a defender e executar as ordens de Deus. A proteção angelical não é tão confiável e não passam de ministros postos sobre altares a cantarem louvores.
Se nos disserem que os métodos contraceptivos são um pecado, precisamos aceitar essa imposição, por mais óbvio que pareça que, sem o controle de natalidade, o desastre é certeiro. (Bertrand Russel)
Os seres homens têm a opinião de que são livres, mas criaram um Deus quase perfeito e um diabo para umas experiências liberdosas.
Amor e ódio andam nas paralelas, são as bandas de uma mesma moeda, assim agradam o grande Manitu e o senhor Belzebu. Demonstra-se que necessitamos dos dois.
A fé não move montanhas, mas os ventos movem moinhos. Montanhas não são vistas mudando de lado das margens dos rios.
O céu e o inferno são as outras grandes obras, invenções do complexo sistema de vida religiosa, que por fim segue instintivamente inventando coisas.
A realidade é para poucos. A tolice é para muitos, e o bruto é a realidade. Os iludidos são sonhadores, mas terminam onde o ceticismo começou.
As orações são feitas para que as leis naturais sejam modificadas em benefício de alguém. Se todas as orações forem atendidas tudo vira bagunça.
Se retirarmos a máscara onde as práticas de rituais são ofegantes, talvez pudéssemos acessar à verdadeira natureza humana.
Deuses, Monstros, Heróis e Demônios são todos personagens que o homem inventou, com nomes exóticos que instigam a imaginação humana, ainda cabe um deus pai todo poderoso, o deus dos deuses sobre todos eles.
A repetição de rituais são uma zona de segurança e conforto muito presente para a perspectiva de vida abundante depois da terra.
