Poemas para Fita de fim de Curso

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⁠Enxergue e abandone os seus pecados e lute pela sua constante santidade, pois está escrito que depois da sepultura espírito nenhum volta ao corpo para pagar pelas suas consequências espirituais.

Inserida por HelgirGirodo

Há quem diga que lute pela liberdade, mas na verdade está a destruindo. Temos que aprender a identificar este tipo de conduta para discernir quem é quem. ⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ponha metas na sua vida e lute por elas. Este é um único meio para você acreditar que elas se tornarão realidade.

Inserida por HelgirGirodo

Lute agora contra a paixão por outra pessoa, se é casado(a), porque a morte não separa o adultério da sua condenação eterna.

Inserida por HelgirGirodo

Não sobrecarregue o tempo com lamúrias. Nem lute contra o que ele determinou. Persiste apenas no que traz paz e harmonia.

Inserida por Rita1602

⁠Quer lutar contra mim, lute primeiro contra Deus, pois ele está à minha frente.

Inserida por aprigio_lima

Independente da sua relação se acabar amanhã, lute para que a sua felicidade seja para sempre.

Inserida por BrioneCapri

⁠"Construa em você alguém de valor que lute por sua honra, e torne-se na pessoa que você sempre sonhou ser."

Inserida por macjhogo

⁠“Entre o silêncio e o caos, há quem lute para não se perder de si mesmo.”

Inserida por macjhogo

Lute por tudo aquilo que acredita e conseguirá alcançar seus objetivos, não para mostrar aos outros, mas para legitimar a nobre pessoa que existe em você.

Inserida por SERGIOJUIZ

DAS UTOPIAS

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

Mario Quintana
Espelho Mágico. Porto Alegre: Editora Globo.1951

Quase

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas ideias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Sarah Westphal

Nota: Texto escrito por Sarah Westphal, mas muitas vezes atribuído a Luís Fernando Veríssimo, que desmentiu sua autoria e "encontrou" a verdadeira autora através da sua coluna na Zero Hora, em Março de 2005.

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Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida, assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como essas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...

Mario Quintana
Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006.

Você mesmo

Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo.

Façamos da interrupção um caminho novo.
Da queda um passo de dança,
do medo uma escada,
do sonho uma ponte, da procura um encontro!

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Álvaro de Campos
Pessoa, F. Poemas Escolhidos de Álvaro de Campos. Lisboa: Assírio & Alvim. 2013

Nota: Trecho do poema "Tabacaria"

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Fica estabelecida a possibilidade de sonhar coisas impossíveis e de caminhar livremente em direção aos sonhos.

Quando estamos motivados por metas que têm significados profundos, por sonhos que precisam ser realizados, por puro amor que precisa se expressar, então nós vivemos verdadeiramente a vida.

Se um sonho cair e se quebrar em mil partes, não tenha medo de pegar uma delas e começar novamente.

Qualquer coisa que você possa fazer ou sonhar, você pode começar. A ousadia tem genialidade, poder e magia em si.

John Anster
Faustus, a Dramatic Mystery; the Bride of Corinth; the First Walpurgis Night, Tr. With Notes by J. Anster (1835).

Nota: O pensamento é atribuído ao escritor alemão Johann Goethe, mas é, na verdade, do poeta irlandês John Anster, a partir de uma interpretação da obra de Goethe.

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