Poemas para Fita de fim de Curso

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⁠Tenho sonhos de louco...
E o meu desejo canta
Sonoro e profundo...

Vejo tesouros sem conta...
Amarguras, de dor, de desenganos...
Amores cegos e profundos...

Guardei segredos...
E tive medo...

Porém dizes que não te quero…

E eu te pergunto...
A quem devo tudo o que fiz?

As poesias mais belas...
Apenas olhares receosos...
Como o silêncio dos mudos...

E logo a noite corre...
E os dias seguem de fato...
E arde-me o peito...
De amar-te e ti estar preso...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Olhos de fogo, alma revolucionária...
Sorriso adormecido, sonho esquecido...

Cidade pequena, ruas desertas...
Sorriso desafiador, sonho libertário...
Murmúrios de revolta, línguas libertas...

Talvez eu não saiba quem sou...
Sob olhares de mim mesmo, sombras reveladas...

Talvez eu seja mais do que pareça...
Sob olhares de desdém, sorrio com ironia...
Respondo com coragem...
Quando o medo me desafia...

Silêncio que me envolve...
Aonde encontro a verdade...
Tudo que preciso, está dentro de mim...
Sem máscaras, sem cadeias...
Apenas ser, apenas existir...
Para encontrar-me, para ser livre"

Não preciso de nada, não quero mais...
Apenas eu, apenas vida..."

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Eu sou o reflexo de mim mesmo...
Fragmentos de sonhos...
Um espelho quebrado...

O que fui, o que não fui, tudo isso sou...
Um mosaico de erros e acertos, em movimento...

A vida me moldou, com mãos de vento...
E eu me dei conta, de que sou frágil e flexível...

Aceito as curvas, os altos e baixos...
E aprendo a dançar, com os pés descalços...

No alento da existência, eu me encontro...
Alma flutuante, entre engano e desengano...

Mas ainda assim, eu sinto,
Que há uma luz, que me guia e me sustenta...
A rir, desnudo de sonhos não realizados...
No cais de onde nunca parto...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠E vinha vindo a noite por entre os pinheiros...
E vinha a sonhar...
E perguntava-me ...
Por que te devo amar?

Porque há vida...
A doer com as mágoas...
A rolar as lágrimas...
Por que andas de repente...
Entre idas e voltas...

Dos que esperam a luz...
Em densas trevas...
No vácuo mudo...
De um desolado coração...
De quem não espera...
A sua compaixão...

Do esquecimento inviolável...
E olvida, como quem está já morto…
E, interrogando o destino...
Sente desconforto...

Verdade...
Qual delas?
Que estão além das cousas transitórias. ..
Correr do tempo onde o amor se perde...
Para onde vais...
Sem eu poder ficar?

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Gemendo, a terra inteira...
Por onde o sonhador passa...
Fizeste-me mil maldades...
Com que a sua alma se alimenta...

Porque verdadeiramente sentir é tão complicado?
Como o mal feito está feito...
Agora a ti...
Verei como degradado...

Que somente a mim...
Andando...
Fingindo-me enganado...
Sobrevivi...
A tua falta de cuidados...

Amigos que pensam confundir-me
Eu tenho pena...
Que tentam destruir-me...
O mal por si, aviso, não se sustenta...

De haver falhado em tudo...
Como tropeçar no capacho...
Que esconde as sujeiras do mundo...
Erro ao acaso...
Será o fado?

À imagem do meu próprio desejo...
Ser tolo é uma arte...
Abrigar fel no peito...
Até tanto que não sente...
Enquanto arde...

Pastoreando hei de viver...
E o diabo loiro, como me chamava...
Há de prevalecer...

Sou eu, eu mesmo...
De tudo qual resultei....
Fizeste por ti merecer...
Mudei...
Passei...
E sem ti descobri...
Que posso bem viver...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Deixados sobre a mesa...
Como os homens vivem...
Nem os deuses socorrem...
Os sonhos, as esperanças e ilusões...
Como um deserto imenso...
De conversas vãs...

Da enorme dor humana...
Que todos fingem não ter...
A essência de ser e parecer...
Conduz ao purgatório...
Sem ninguém perceber...

Vácuo imenso e fundo...
Eterna busca...
Inconstância do homem de ser...
Responde sorrindo à cruel realidade...
Enquanto perde-se no horizonte...
Acreditando crer...

A terra cumpre sua promessa...
De tornar a todos iguais...
O bom, o mal...
Quem riu, quem amou...
Que chorou os seus ais...

Nem este falso silêncio...
Sobre os ombros nus
e esmagados...
Nem o luar...
Pode esconder os pecados...

Raro e vazio dia.
Noite desamparada...
O momento é tão fulgaz e rápido...
Até para o mais amado...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Era uma vez um homem que acreditava caminhar só... não por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silêncios pesados como correntes. Até que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que não se intimidava com o seu estranho jeito de existir.

Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que não sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sós no destino, ficariam sozinhos... juntos.

Ele a questionou, como quem duvida da própria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem não tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocações, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidão não estivesse no mundo lá fora, mas nos olhos de quem vê a alma e ainda assim decide ficar.

E assim, entre prisões internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois corações, marcados por feridas, aprenderam que não há maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.

E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.

Inserida por italo0140

⁠Nas sombras do tempo, ele caminhava solitário pelas ruas de memórias desbotadas. Seu coração, um mausoléu de amor, guardava o fogo sagrado por ela. Ela, a musa imortal de seus sonhos, vivia na penumbra de sua ausência, uma presença tão vazia quanto as ruínas de um templo esquecido.

Anos haviam se passado desde que suas vozes se entrelaçaram em canções de promessas e suspiros. Anos desde que seus olhares se perderam nos labirintos da alma um do outro. Mas para ele, o tempo era apenas uma cortina fina entre o que foi e o que poderia ser.

Ela era como a névoa da manhã, presente, mas intangível. Ignorava-o como se ele fosse uma sombra indesejada em seu horizonte. Seu silêncio era uma sentença, sua indiferença, uma espada que dilacerava sua alma a cada dia.

Mas mesmo na morte ficta de sua conexão, ele persistia, seu coração como um farol na escuridão, esperando por um vislumbre da chama que um dia ardeu tão intensamente entre eles. Ele a amava além das palavras, além do tempo, além da própria morte.

Em seu amor, ele encontrava uma imortalidade que transcende os limites do mundo físico. Seu amor era uma epopeia, uma saga de esperança contra toda a lógica, contra toda a razão.

E assim, nas brumas do esquecimento, ele continuava a tecer os fios do seu amor, esperando pelo dia em que a morte ficta que os separava se dissolveria, e eles se encontrariam mais uma vez nos braços do destino, onde o tempo não teria poder sobre o eterno laço que os unia.

Inserida por italo0140

⁠Ficar perto de você me deixa louco, como se cada momento ao seu lado fosse um sonho que não quero acordar. E não estar perto de você? Ah, isso me consome ainda mais, pois a saudade se torna um fogo que arde, mas não se apaga.

É uma dança entre a presença e a ausência, onde seu sorriso é a melodia que embala meu coração, e seu olhar é a luz que ilumina meus dias mais sombrios.

Você é a tempestade que agita o meu mar e a calmaria que acalma o meu porto.

Estar contigo é perder-me para me encontrar; é um doce devaneio do qual não quero acordar. E mesmo quando estamos distantes, seu amor me faz companhia, pois você está sempre presente, mesmo quando não está.

Inserida por italo0140

⁠A morte espreitou, silenciosa, enquanto caminhávamos lado a lado por aquele jardim. As folhas sussurravam ao vento uma melodia antiga, e o sol se punha, pintando o céu de tons dourados e vermelhos. O mundo parecia segurar o fôlego, como se até mesmo o tempo estivesse com medo de interromper nossa conversa.

Ela olhou para mim com olhos que guardavam oceanos inteiros.
— Você acha que vai doer? — perguntou, sua voz suave como um segredo compartilhado entre as estrelas.

Eu segurei sua mão, sentindo a delicadeza de seus dedos, e respondi com a sinceridade que só o amor pode inspirar:
— Não mais do que a vida sem você.

As palavras saíram como uma promessa silenciosa, uma declaração de que não havia dor maior do que a ausência de sua presença em meu mundo. Pois o que é a dor, se não o preço que pagamos pelas lembranças que construímos? O que é o medo do fim, se não o reflexo de um amor tão vasto que transcende até mesmo as fronteiras da mortalidade?

Naquele instante, percebi que o amor é a única coisa que transforma o desconhecido em certeza, que faz com que cada instante valha a pena, mesmo diante do inevitável. Porque, ao seu lado, até a eternidade parece apenas um momento fugaz, uma breve pausa na dança cósmica da vida.

Ela sorriu, e o sol pareceu brilhar um pouco mais forte, como se os céus também reconhecessem a beleza daquele momento.
— Então vamos viver — disse ela, com uma confiança que acendeu meu coração como uma chama eterna.

E ali, de mãos dadas, continuamos nossa jornada, sabendo que a vida, com todas as suas dores e incertezas, nunca poderia nos separar. Pois em cada olhar, cada toque, e cada palavra sussurrada, encontrávamos um pedaço de eternidade ao nosso lado.

O amor, afinal, é o que nos mantém vivos. É o que nos faz enfrentar a morte com um sorriso e dizer: "A vida, sem você, seria o verdadeiro fim."

Inserida por italo0140

⁠Entre as sombras do desconhecido,
Onde a ausência desenha o seu traço,
Eu me perco em sonhos, tateando,
O que seria ser pai, o que seria o abraço.

Nas horas em que o silêncio é profundo,
E a dúvida murmura em seu canto sereno,
Imagino o futuro, o toque do mundo,
O calor de um vínculo, suave e pleno.

Não conheço o rosto, nem o riso,
Mas sinto a presença, um eco distante,
E em cada pensamento, um delicado aviso,
Que em algum lugar, um filho é um instante.

O que seria eu, pai, em sua história?
Um guia, um porto, um alento, um farol,
Em cada gesto, a promessa de memória,
De um amor que transcende e consola o sol.

Inserida por italo0140

⁠Ele caminhava pelas sombras do que um dia fora o brilho de seu próprio coração, crendo que a entrega completa lhe havia cobrado um preço alto demais. Sentia-se despido de armaduras, como se cada pedaço seu já não lhe pertencesse. Talvez acreditasse que, ao entregar o coração, também entregara sua última chance de ser amado, como se, ao esvaziar-se, perdesse o direito de se preencher novamente.

Em noites de silêncio, perguntava-se se o amor realmente existia para ele, ou se não passava de um sonho distante, tão frágil que a própria entrega o tornava inalcançável. Mas foi nesses momentos de solidão que começou a enxergar o amor com uma nova perspectiva: amor é entrega, sim, mas não é posse, nem fim. É sopro, é fluxo — vai e volta, renasce e surpreende.

Entendeu, enfim, que amar é também ser amado, mesmo quando o coração parece partido. Cada pedaço entregue era também uma semente plantada em solo fértil, esperando o momento de florescer outra vez. O amor, ele aprendeu, não se limita a um destino, mas se faz caminho, um convite contínuo para acreditar, para sentir e, sobretudo, para se permitir ser amado de novo.

Ele sorriu, com um novo olhar para si mesmo, para o vazio e para o desconhecido. Afinal, amar, ele descobriu, é a arte de sempre reencontrar o próprio coração nas mãos de quem, inesperadamente, escolhe cuidar dele.

Inserida por italo0140

⁠Passar pela vida sem se entregar ao êxtase de um amor desmedido é como caminhar por um campo florido sem jamais sentir o perfume das flores. A paixão é o fogo que aquece os dias frios, a tempestade que revira a alma e dá novo sentido ao que parecia tão comum.

Procure aquele alguém que desperte em você o desejo de ser melhor, que transforme cada olhar em poesia e cada toque em eternidade. Ame loucamente, como quem encontra o próprio destino nos braços de outro.

A vida, sem amor, é apenas sobrevivência. Mas com ele, é dança, é voo, é o arrepio de descobrir que o coração pode, sim, caber em outro peito. Ame sem medidas, sem medo e, acima de tudo, com a certeza de que a verdadeira loucura não está em se apaixonar, mas em deixar o amor passar sem viver sua magia.

Inserida por italo0140

18 anos de incorporação à PMERJ!

Uns se tornam policiais militares motivados a defender os cidadãos de bem, outros, a fim de punir os culpados... Aos 18 anos, tornei-me Cadete PM, durante as duas semanas de adaptação completei 19 anos e no dia 16/02/2001, em ato solene, incorporei, oficialmente, às fileiras da Polícia Militar dos Estado do Rio de Janeiro e prestei meu juramento à bandeira nacional:

"Ao ingressar na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral, cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, ao serviço policial militar, à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade, mesmo com o sacrifício da própria vida".

E tantas vezes sacrifiquei a minha vida... morri, revivi, matei, prendi, apreendi e aprendi que, no campo de batalha, o vitorioso é quem decide a verdade. Aos vitoriosos da Turma Coronel PM Francisco de Paula Araújo, meus parabéns! Aos que já não estão mais entre nós (Marcos, Eustáquio, Lattanzi, Verly, Luis Gomes e Luna), saudades! VIBRAÇÃO!

Inserida por italo0140

Eu fecho os meus olhos
Mas ainda assim te vejo
Você tá nos meus sonhos
Porque ainda te desejo

Eu me tornei um escravo
Em agonia todo santo dia
Pela solidão, sou açoitado
Desejando a sua companhia

Por você, minha alma anseia
Por ti, a minha vida suspira
Por você, minha alegria pranteia
Por ti, minha consciência pira

O amor que um dia era...
Hoje é só uma quimera.

Inserida por italo0140

É melhor ficar atento aos lugares e as pessoas....

Que procurar sonhos...

Encontrando desilusões...



Na rua em que eu moro...

Pedras azuis...

Conhecem minha história...

Vivi ardis...

Testemunhas de minha trajetória...



Tudo aqui é um palco de emoções...

Pecados deliciosamente cometidos...

Sem arrependimentos...

Sem perder juízo...



Uma vida cheia de cores...

Valores...

Sabores...

De tudo um pouco...

Experimentei..

Com moderação...

Sem me perder...



Meus erros fazem parte da minha vida...

Errar também é um acerto...

Um jeito...

De melhorar...



Certeza sempre tive...

Carrego comigo essa idéia..

Manter a chama acesa...

Que nunca deve se apagar...

E na esperança que um dia tive...

Meus sonhos sempre irão se abrigar...



Ao homem é permitido...

Estender suas asas ao infinito...



A liberdade é plena...

Horizonte pode alcançar...

A mais bela estrela pode tocar...

Sonhar, viver, sentir...

Fazer seu destino...

Por aí...



Quando ama tudo transforma...

O fel vira mel...

As distâncias se encurtam...



Nasce então a Poesia...

Fazendo-se presente...

A alma sente...



Tormentas da vida perdem o sentido...

Não há perigo...

Em coração alheio...

Encontra abrigo...



As mãos entrelaçadas...

Antes distantes...

Agora alcançadas...

Fazem bater em uníssono ...

O coração partido...

Possuindo um sentido...



É tão bom sorrir...

E nos olhos do amor se ver...

Rosto enrusbescer...

Corpo tremer...



Ah...

Quero voltar a amar...

E tudo isso voltar a sentir...



Permita Deus que eu possa...

Antes de partir...

Deixando de sofrer...

Mais uma vez viver...



Sandro Paschoal Nogueira

— em

Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho

#Defendo #o #que #sou...

E você?

Que fará com a lembrança...

De sonhos perdidos de criança?

Seu futuro será em preto e branco?

O tempo correrá noite e dia ?

Passará por madrugadas frias?

Seu choro será contido?

Amargamente escondido?

O sangue ficará frio ?

Terá um irônico sorriso?

Enfrentará com coragem o seu medo?

A pureza apagará...

E no fundo do olhar...

Algum brilho terá?

Se eu lhe digo essas coisas...

Embora me odeie...

Falo da ternura que você não sabe...

Custa encontrar o amor...

A você entrego esta mensagem...



Sandro Paschoal Nogueira

#Qual #desejo #que #vale #o #ensejo...

De um tempo sonhado...

Da esperança que pouco alcança...

De um adulto ainda criança ?

Quantos anos foi de vida...

Horas, dias, décadas breve...

Sonhas ainda ou já sonhou?

Ilusão que me mantinha...

Sou mais velho do que sou...

Ponho em mim todos os choros...

E sorrisos em meu bojo...

Hoje no tempo...

Não faço anos...

Soma-se dias...

Em outrora perdido...

Lágrimas vertidas...

Noites mal dormidas...

Dia transcorrido...

Aconteça o que acontecer...

O tempo e as horas sempre chegam ao fim...

Guardo dentro de mim...

Bem lá no fundo...

A certeza da incerteza...

Tal qual flor a renascer...

Quando sopra o vento...

E a chuva desaba...

A luz, em fração de pensamento...

Segue para a eternidade...

Tu és... também sou...



Sandro Paschoal Nogueira

#Meu #desejo #é #flor #de #beija-flor...


Sonho que não esqueço...

Feitiço em dia de sol...

Magia em noites frias...

Para adoçar...

Um beijo a ofertar...

Um lembrança...

Para sempre em ti...

Que nunca vai se apagar...

Um toque de doçura...

Faz o diferencial...

E na dança do prazer...

Perdendo o juízo...

Sem bem...

Sem mal...

O êxtase afinal...


Terá aqui...

O meu amor para sempre em ti...

E jamais os meus sonhos...

Carinhosos sentimentos...

Irão apagar...

Vivendo a certeza...

De que nunca...

Deixarei de te amar...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho.

#Em #meu #sonho #destilado...

Desvende meu segredo...

Como vinho que espera ser saboreado...

Na essência de minha paixão...

Sem fugir da forma de ser...

Onde minha alma possa descrever...

O tempo contado nas batidas do coração...

Meu amor assim é contado...

Entre passos e compassos...

Sem saber nem quando...

Sem saber nem onde...

Assim te amo...

Porque não sei amar de outra maneira...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória Pousada Chic Chic Casa do Sandrinho.