Poemas para Fita de fim de Curso

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Um mundo incolor começa a ter cor, por causa do amor
um um mundo infeliz começa a ser feliz por amor

num mundo incolor você surgiu e trouxe cor, com teu sorriso, com teu amor, simplesmente chegou, me tonteou, indescritível com tal beleza me tirou o fôlego, me deixou sem ação, pegou meu coração, incrível é o brilho dos teus olhos, me prendeu com o vermelho suave de seus lábios, deixou-me a ter devaneios, sua voz como os leves assobios tão límpidos quanto um cantarolar divino, água a rolar, muito amor a dar

⁠Quando a voz da ignorância começar a gritar, a voz da sabedoria deve se recolher no silêncio.

🤫

⁠Sentir mais do que ter.
Viver aquilo que não se pode ver.
Estar onde sempre sonhou.
Amar como nunca imaginou.
Cantar como ninguém.
Acordar ao lado de alguém.
Sorrir como uma flor.
Sentir o cheiro do amor...
São verdades esquecidas de quem não acreditou.

LAÇOS

⁠Laços que começam com abraços e continuam entrelaço
Com beijos, cheiros e amassos

Mesmo com tropeços, tem tanto apreço Prefere um recomeço.

E quando se chega ao fundo do poço, com tanto alvoroço arruma-se um adoço
E continuam seguindo toda noite com beijos no pescoço.

⁠Se você está triste porque ainda não conseguiu realizar seu sonho, não se desespere, tudo tem seu tempo, por exemplo, o sol brilha durante o dia e a lua brilha à noite, então estude, prepare-se, porque um dia é a sua vez de brilhar. ✨

18/05/2022

⁠(Des)calça está minha alma
nua na serenidade
batismo sonho água mar
(Des)água rio mar coração

corpo santo em rebentação
navegação contramão
cais porto tua mão

somos tripulação
rota céu terra mar estrelas lua sol
voo em mão dupla
dentro

⁠Coleciono manhãs...
cada uma com seu cheirinho de dia bebê...
dia sonhador na quina da noite
madrugada prenhe de manhãs
manhãs madrugadeiras!

As rendeiras que tecem a manhã
se despem de suas vestes ao tecer
revestem seus corpos de raios de sol
e de orvalho florido
são feitas sol tecido nu

Manhãs são imãs...
imantada me deixo amanhecer
hipnotizada sigo estrada
sonho em estado sol nascendo
Manhã sonhando amanhã!

⁠Infância balaio

No paiol das minhas memórias
ainda debulho sonhos
dedilho loucura
invencionice pura
moagem literatura

abundância balaio
ainda transborda vertigem
importância tamanha
aproxima boca manga
carne devorada alada

Sobrevoo livre
as bolinhas de gude
do maninho Roberto
ainda quicam nos meus olhos
fascínio nas dobras do tempo

Em tempo, a menina ainda me nina!

⁠Nosso mantra

Imersão introversão...
uma versão nova de mim
submissão coração...
afinando sonho intuição
dedilhando canção!
melodia poesia cantoria...
Um “acorde” musical
percorre rotas...
as mais secretas
em notas discretas abissais...
labirinto abismo batismo
batismo em minhas águas profundas
gruta que se ilumina... ao tato...
entremeada pelo “lençol sanguíneo”
minas preciosas apontam
um iceberg se desenha...
tesouro à vista!
para quem tem coração nos olhos...
sorriso sonho mão oração!
nosso mantra em comunhão...

⁠Aprendiz passarinho

Chão acolchoado capim...
céu colchão nuvem sonho
Aprendiz de voo “passarim”...

Somos asas carinho ninho
caminho céu chão nuvem capim
Vai e vem sem fim...
Alecrim jasmim “cherim”

essência poesia estesia...
sonho sertão coração
capim chão caminho céu nuvem
ninho me fiz...

sou ninho carícia silêncio
ninho nuvem plumagem...
nudez roupagem passarinho
aragem passagem nuvem

“passarinhar” é minha sina
onde dobram os meus sinos
e minhas asas se abrem...
Amém!

⁠Sonho em prosa...

Sonho estrada no céu...
voo no mar...
mergulho na terra...
Sonho janela sorrindo pro sol...
Suspirando pra lua...
Piscando pra estrela...

Sonho chuva derramando ternura...
Sol esquentando poesia...
Poesia cutucando coração...
Palavras envolvendo pele...
Pele arrepios delírios...
Delírios ao som chuva caindo...

Sonho noite carícia de chuva...
Chuva ternura entre mim e você...
Um rio se abre em nossas bocas...
Bocas caladas... inundadas!
Dadas a encontro nossas almas...

Almas tecendo verso e prosa...
Prosa nossa em versos vivos!

⁠Sonhos e voos...

Enquanto “ocê invem”...
vou inventando você dentro e fora de mim...
Um caminho de passarinho “avuano”
ainda sem asas...
pois, é no voo que se aprende a voar...

é preciso acreditar e pular para o voo
que ainda está escondidinho dentro da gente...
é necessário encarar o medo...
e encorajar o voo a nascer... “avuar” amar...

no ar do coração...
onde moram os sonhos bebêzinhos...
com suas asinhas em
penugem plumagem de
sonhos revestida...

Uma investida tida como um sopro do Deus Amor que
mora dentro da gente...

⁠A ESTAÇÃO

Estação de Cabo Branco
Niemeyer projetou
Fica em João Pessoa
Paraíba conquistou
É um palco da ciência
E também pra ter vivência
De um tempo que amou

⁠APARIÇÃO

vez ou outra, você vem
suporte sonho...
você volta
nas “voltas que o sono dá”...
(Re)surge envolto em luz!

sem noite marcada...
sem telefonar 84041488
sem interfonar casa 9
sem avisar...
(Re)encontro inusitado!

“Em paz”... como combinamos
na despedida dessa vida
livre como sonhamos...
“- mãe, voltei a estudar,
estou aprendendo tantas coisas... “

uma vez você veio...
só para “aquele abraço de alma”...
que nos “(re)ligou” de novo
por todas as eternidades e vidas
passadas, presentes e futuras...
Venha, sempre, filho!
ligação eterna...
nas ondas vibração amor
contemplação etérea
somos nós...
templos!

⁠NA "CACUNDA" DO SONHO

Na “cacunda” da utopia,
caminho... voo... mergulho...
imersão sem submissão
uma nova versão!
sonho subversão...

Atrelada ao sol velejo
atiço céu com estrelas e lua
do avesso pinto a vida
Aquarela debruçada
ajoelhada no céu
altar inventado!

A oração é poesia
de coração para coração
na mão, rosário gratidão
veste minha alma desnuda
na “cacunda” do sonho

somos criaturas de amor
Um na “cacunda” do outro
somos alados e amados!

⁠EM FANTASIA

A fantasia induz sonho...
sonho dormente nas dobras luz
reluz cor brilho estrela
a memória corre solta
em imaginação coração

Tua voz ainda canta
ouvidos silêncio encanto
saudade invade macia suave
suavidade avassaladora
terremoto às avessas

somos vestes um do outro
vestidos de luz à meia luz...
inventamos um ao outro
em voz sussurro silêncio

grito silencioso
se faz e nos (re)faz

⁠Beiramos a graça
Beiramos a desgraça
Beiramos o fim
E quase nunca nos afastamos do começo
Somos inquilinos dos nossos próprios medos
Somos doutores das nossas próprias dores
Somos metade do nada
E as vezes pedaço de tudo
Somos temporal e atemporal
Atravessamos linhas insensatas
Só para dizer nada
Somos a controvérsia que nunca respondemos
Somos o jeito rude do lenhador e a delicadeza da bailarina
Somos uma condução de eletricidade
Mas morremos por simplesmente termos tristezas profundas
A dor é compartilhada no silêncio
O medo é a distância da coragem
Assim como estamos distantes do passado
Mas perto do futuro
Ardendo em chamas
Procurando encontrar luz
A luz que se perdeu naquela noite
Que você partiu
Eu sou a minha própria vela
E continuo vagando em minhas próprias perdas....

⁠DE "ALMAS DADAS'

Em minha cabeça,
uma “rudia” de sonhos...
aninham e ninam coração
grávido de palavras...

Minha alma feita de eternidades
continua a peleja de roçar na tua...
Eternidade de literatura e urdidura...
perdura na lua de luto e de luta...

“Luto” por todas as idas e lutas...
uma labuta com a batuta do Poeta
Onisciente e Onipresente...
presente até na ausência
e na saudade de ti...
sem ti... senti tua alma e a minha
na palma da mão ...
Seguiremos de “almas dadas”...

⁠De Dália

Sandália de dália enfeitada
para a caminhada nas nuvens
pés de asas enfeitados
nas mãos um rosário de estrelas

para iluminar o céu
no peito um véu
acaricia o camafeu
com o retrato teu

nas costas o sol nasceu
raios em fios desceu
nas coxas floresceu
o ventre (re)nasceu
nos braços de Morféu

sono sonho acordo
acordo sono sonho
sonho acordo sono

ao som da sua flauta doce
sou menina moça sonhadora
meu flautista da noite e do dia

⁠Cafezinho quando nasce
vira um lindo grão
Ah pronto, já começa a sedução!
A água a ferver
O pó a dissolver
Acelera o coração
Pimpinela Golden
Por você morro de paixão