Poemas Nostalgia
Fuja da nostalgia das besteiras de ontem... O hoje está aí cheio de oportunidades para ser melhor. Faça por merecê-lo.
[...]Fechei os olhos, saboreando a nostalgia das belas e más lembranças. Uma lágrima rolou por meu rosto, inevitável, borrando levemente minha maquiagem suave. Senti como se o vento gélido me abraçasse, me confortando em seu colo sombrio. Deixei o ar escapar de meus pulmões levemente.[...]
Tire-me o fôlego, deixe-me ficar em pura nostalgia, me faça flutuar. Me sinto tão solta, leve. Como se não existisse chão. Nesse lugar não tem ruídos, apenas o som das respirações ofegantes. Chegue mais perto, deixe eu sentir a textura dos teus lábios, o calor dos teus abraços. Deixe eu saciar a minha vontade de estar ao seu lado, todos os dias, pra sempre.
O amor causa ardor....Sem dor....Sensações nostalgicas e de prazer extremo....Desestrutura o corpo....Modifica o coração....Glorifica a emoção....Atinge o pensamento....Conquista seu sentimento....Luta com a dor....Conquista o amor....Te dou minha atenção....E peço o seu coração....Com muita gratidão....
Quanto menos de você é doado, menos pedaços de você se vão embora. Menos nostalgia, tristeza, bagagens…
No dicionário saudade é definida como lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoa ou coisa, distante ou extinta, mas pode signicar muito mais, saudade é uma palavra que pode definir uma vida inteira, uma palavra que pode significar uma pessoa que significa tudo, saudade não tem tamanho, não existe uma definição exata, saudade é um vazio que dói na alma, saudade é uma forma cruel que a morte e a distância criaram para nos lembrar que somos humanos
Ando bem nostálgico. Larguei o emprego a poucos dias. Penso em viajar, recomeçar tudo sem você. Talvez consiga, ser de novo, enfim feliz. Me distanciei das pessoas, ando bastante solitário. Não faço barba, sempre mancho a camisa de café. Voltei a fumar também. As vezes bebo, nesses domingos monótonos, deito no chão e me sufoco de tédio, nostalgias, saudades e porres. Não sei se consigo continuar. Tá bem díficil. A propósito, eu morri ontem. Por dentro. Apodreci, congelei, sequei de vez.
Possuo esse sentimento de nostalgia constantemente comigo. É como se tivesse vivenciado vividamente épocas em que nem havia nascido ainda; e também como se não fosse a mesma Gabriela de 15 calmos verões, mas sim uma Gabriela mais velha, observando a primeira passar por todas situações que esta já passou, em um tempo muito distante.
Era uma dessas noites cinzas e nostálgicas com a névoa caindo por toda a parte. Combinava comigo. A noite lá fora combina com toda a escuridão e a frieza aqui dentro. Sei que em algum lugar por aí está meu sol, reluzindo e aquecendo alguém que não sou eu.
Eu estava sendo arrastada por uma maré nostálgica, ondas furiosas vinham sobre mim querendo me afogar dentro de minhas próprias águas escuras, tentava a qualquer custo submergir-me de mim mesma, das margens que criei. Estava nadando contra a onda enorme de sentimentos sufocados que queriam engolir-me. Estava sendo indo cada vez mais fundo. Os braços já cansados, a vista já embaçada. Tentava alcançar a luz, e fugir dessa fúria que me pregava dores buscava insaciavelmente águas cristalinas e tranquilas. Tentava acalmar meus sentimentos, que assim como o mar estavam em fúria. Procurava fugir do desatino que me tornei. Deixei a maré me levar. Quis mergulhar e entregar-me aquelas ondas mortais que chamavam meu nome cada vez mais alto. As águas puras então lavaram minha alma, pegaram para si todas as minhas dores. Afogaram as minhas melancolias, levaram para o fundo do mar a solidão que me cercava. Comecei então a boiar de volta a terra firme. A leveza da brisa havia me carregado. Os ventos erraram de direção e me cochicharam coisas boas no ouvido, sussurrares rejuvenescedores que me trouxeram esperanças novinhas em folha. Essa brisa que o vento carrega me reacendeu o coração e levou consigo toda dor e desordem que me aplacavam, essa brisa boa me fez acreditar de novo. Submergi-me de meus medos e receios e do toda a escuridão que me agarrava às águas furiosas e me firmei em terra firme. Olho pro mar agora, e ele parece calmo, não, não digo o mar em si próprio, mas aquele que tenho dentro de mim. As ondas agora se formam em meu favor. A tempestade já não me faz tremer. Minhas lágrimas estão cravadas no fundo do mar. Ancoro-me na felicidade, e velejo em outras águas, águas que me levam ao meu melhor. Agora posso debruçar-me inteira no mar, porque não há raso, e se acaso eu me afogar, as águas iram me acolitar.
Daí virou aquela nostalgia, irradiando-me pura sensação de coragem ,liberdade e poder de me satisfazer mil vezes mais do que no antetempo, só não me interrogue o porquê de tudo isso futuramente , pois meus princípios poderão inversos !
E por não ser perfeito, continuo errando porém aprendendo. E nesta completa nostalgia, encontro uma razão para continuar, para mudar e ser feliz... VOCÊ
Nostalgia é uma torneira que pinga poesia na alma, enchendo a boca do poeta d’água enquanto anseia a boca da pessoa amada.
Nostalgia é comprimido efervescente / acre-doce que na alma se produz / sentimento indecifrável de alma em pus.
Noite nublada, Radiohead na vitrola e vários sentimentos aflorados. Nostalgia tomou de conta do coração tão confuso quanto o jovem poeta.
Não quero pensar no futuro, só viver a nostalgia de tudo que me pertenceu e participei em algum momento, não sei se tem algo errado nisso, mas é o que tem pra hoje... Amanhã é outro dia, com outros sentimentos.
Ser feliz é não viver em nostalgia, Esqueça o passado e com o presente comece a escrever seu futuro no livro da vida.
A noite: Sempre nostálgica. É só o sol se por, e lá vem. Com lua ou sem estrelas. Repetições, lembranças. Vejo foto, ouço canções. E penso. Penso, penso, penso. E não chego a lugar algum. Vontade de tudo e de nada, mais do nada pra ser exato.
Tenho uma grande nostalgia dos caminhos que não trilhei, dos dias que não vivi, das noites que mal dormi, da vida que não levei...
