Poemas Nao quero dizer Adeus

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Prova de amor

Não podemos tomar posse do
amor de alguém. Podemos
apenas provar a esta pessoa
que somos dignos do seu amor,

Inserida por JoaquimGomesAlves

O sentimento pode ser invisível mas
reflete no coração.Amar não é cobrar,
não é exigir,não é dar explicações...
Amar é dizer sim para quem te ama,
é aceitar a pessoa como ela é; É olhar
para dentro de si, e enxergar seus
próprios defeitos.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Amor incontido...

Amor incontido
que deixa aflito
um coração
partido

Não quis te ouvir
brigou com teu eu
fugindo de ti

Agora calado
não podes fugir
nem pode ficar

Esse amor
incontido
em seu peito
oprimido
é que te
faz chorar .

Inserida por JoaquimGomesAlves

Enquanto o mundo não se curvar perante
ao Deus altíssimo,as nações continuarão
a pagar o alto preço da desobediência.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Hoje eu estava pensando
Nas boas coisas da vida,
Sonhar não custa nada
Mas lutar também e preciso,
Acredite nos teus sonhos
E verás o paraíso.

Quem sonha pensa grande
Atinge teus ideais,
Está sempre de bem com a vida
Procura sempre a paz.

De janeiro a janeiro
Celebra o ano inteiro
O carinho pelo próximo
Do teu amor verdadeiro.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Se no silêncio da noite ouvires um
Barulho não se assuste. Orei por ti,
E os anjos do Senhor vieram
Zelar pelo seu sono.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Se você tem um sonho lute por ele,
não permita que alguém tente
ofuscar o brilho que existe em ti.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Hoje eu sentí medo
Medo de não tentar,
O medo do medo que tenho
De sorrir pra não chorar.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Não abaixe a cabeça, não desanime!
Assim como chega a noite ocultando
a luz do dia, amanhã uma nova luz
lhe trará novas esperanças, e você terá
a chance de provar para si que é capaz
de surpreender aqueles que acreditavam
no seu fracasso.

Inserida por JoaquimGomesAlves

Linguagens

Notei que o vôo negro da hipálage
não tinha o mel dos lábios da metáfora,
e mais notara, se não fora a enálage,
e mais voara, se não fosse a anáfora.

Chorei dois oceanos de hipérbole,
duas velas cortaram a metonímia.
O pé da catacrese já marchava
no compasso toante dessa rima.

Verteu prantos a anímica floresta,
mas entramos dentro do pleonasmo,
‘stamos em pleno oceano da aférese...

Vai-se um expletivo, outro e outro mais...
Os poetas somos muito silépticos;
os poemas, elípticos demais.

Ao ver o não que sai da dor
O som da voz já vai no sim
No tom do céu não vi mais luz
Do que no sol que há em mim...

Gozação poética

Papel em branco
Dia poético,
Palavra medida.
Eu que não penso
Que figura de linguagem
Eu vou usar.
Deixe o poema
Fluir de forma natural,
Que cada um interprete
Da sua forma.
- Eu não tenho nada a explicar!
Se eu escrever sobre paz - você ver amor
Se eu escrever sobre paixão - você ver guerra
Se eu escrever sobre natureza - você ver sexo
Se eu escrever sobre vida - você ver...
Você ver no poema o que você
Quiser, o poema agora é seu!

O eu lírico? Não sou eu!
Faz de conta
Que as palavras veio de longe...

- Eu psicografei!

(...)
Começo quase sem fim…
Porque em um certo dia,
Não cheguei a ver nem os teus pés.
(...)

Parte da poesia "Onde está o teu corpo".

⁠Amor eterno

Como assim?
Não sei...
Pra que lado
E direção...
Posso te laçar!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠O relógio

Você olha várias vezes
O relógio,
Pra ver se o tempo
Passa,
Ele não passa,
Ele voa
Como você anda!

⁠Voando, infinito

Venha, não se perda de mim,
Sinto saudades...
Você é minha rainha,
Meu universo,
Mas hoje as vezo
Como um pássaro
Voando no infinito!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Partida

Cava
A
Cova
De quem
Vai
Embora,
Sem a despedida.
Não há consolo
Abraço
Para quem fica.
Cava
A cova
De quem parte
E vira estatística
Nem todos
Se importa
Com a vida…
A
Vida
Do outro
Que vai
– Fica esquecida.
Não resta
Mais memória,
Queima
Os arquivos
Da história.
E espalham
Que nada
Vem sendo
Realidade
No coração
Humano
Também há
Maldade.
Cava
A cova
No mundo
De pessoas
Viva e por dentro
Morta.

Pretérito do passado

Paixão!
Cores quentes...
(Que sonoridade).
Não! Não...
Por que roubaste
O meu ser oculto?
Miserável!
Deixo-me no nada.
Arrancou-me, mutilou-me
Deixando-me no além.
Ingrata,
Seus rastros
Voltaram
Para tentar roubar
Este lugar vazio
Que você me deixou
-pretérito, quero distância
De ti. ⁠

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Foi amor

Não sei como
Mas tudo rolou,
Me entreguei a você
Da cabeça aos pés.
Tudo foi chamas
Que hoje se apagaram,
E só me restam
Lembranças.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

⁠Musicalidade

Vem distante
Não sei de onde,
É suave,
Não sei como
Esta caminhando
Pelos ares...
É uma música
Que vem
Da primavera.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.