Poemas Nao quero dizer Adeus
Eu não quero palavras e nem insinuaçoes,porque palavras se vão ao vento,e insinuaçoes se acaba com o tempo.
Eu quero atitudes.
Quero fugir do que não é de mim. Quero me livrar do que não me pertence. E me pertencer. Inteira. Profunda. De mim.
Quero crescer como pessoa e profissional por méritos próprios, não preciso pisar nas pessoas, diminuí-las e nem me autopromover na dificuldade alheia. Tenho forças para batalhar e ir além do que imaginei, do que planejei...
Quero escrever um livro da nossa história. Mas não sei por onde começar. E não consigo saber onde terminou. Nem se terminou. Livro com três pontinhos não é livro. Acho que vou ter que te matar.
Não quero ser uma dessas pessoas facilmente esquecidas, tão importante na ocasião,tão especial, que tem tanta influência e tão apreciada, e ainda assim anos mais tarde apenas um rosto vago e uma lembrança distante.
Eu quero que você saiba, que eu não sinto mais nada por você. Olha que irônico. Sentir nada por alguém que nunca me deu nada de verdadeiro; que escolheu que a gente virasse um nada; é nada mais justo, né? Te desejo tudo de bom na sua vida, que você seja feliz. E quando sentir a minha falta, abraça a liberdade, beija os teus amigos.
Você fala como se soubesse tudo o que eu quero. Você acha que sabe, não acha? Só que, no momento, aposto que nem se deu conta, tudo que eu quero é você.
Não suporto o tempo, quero correr contra ele, contra a gravidade... sou ariana e não me peça para ter paciência.
Sangue é o que eu quero sentir fervendo em minhas veias, e chega de esperar... quero ficar sem folego!
Vai, se você precisa ir. Não quero mais brigar esta noite. Nossas acusações infantis e palavras mordazes que machucam tanto.
Fiz tudo isso por que não quero te ver sofrer, se o coração que habita teu corpo quebrar isso faria com que toda minha estrutura caísse como uma folha seca no nordeste.
Não quero os amores mudos, que poupam expressões. Sou adepta dos telefonemas fora de hora com todos ou nenhum motivo pra acontecer, do cuidado cotidiano, do ócio compartilhado, dos beijos, abraços e amassos desavisados, não como selantes de uma briga mas como partes dela, contraditoriamente etapas de um confronto. Afetos e afagos em banco de praça, acampamento no meio da sala, dança improvisada. Declarações imprevisíveis, inéditas, impensáveis até pelo próprio fomentador, traído pelo coração tagarela. Dispenso os que se economizam.
Você me magoou, me traiu, agora eu não quero mais saber de você. Vai, pode ir, pegue a estrada, rala, dê o fora. Não me fale dos seus planos, vista sua roupa, aproveite e leve tudo com você. Quando se arrepender, será tarde demais, outro amor bem melhor vai querer o que você não quis.
“Sinto sua falta, mas isso não significa que quero você de volta em minha vida. Ver você partir me vez crescer, me fez amadurecer e se você voltar irei voltar a ser aquela pessoa insegura, boba e tola. Não! Repito — não volte, fique aonde está. Longe de mim. longe do meu alcance e principalmente fique longe do meu coração. Acha que foi fácil colar os pedaços que você deixara ele? Acha que foi fácil explicar a ele que assim foi melhor? É, não foi. Passei noites chorando — noites que ele apertava e chamava seu nome, passei dias com sorrisos falsos, passei por tudo isso por causa da sua partida. E até hoje não aprendi a lição, sempre me entrego as pessoas, sempre me doou demais e final é sempre o mesmo, elas se vão — assim como você se foi. Nunca fui de acreditar no “Para sempre”, não sei se fui esperta, mas foi assim que fiz a dor passar mais rápido, me convenci que nada é pra sempre, até que alguém me prove o contrario. Você não foi esse alguém. A única coisa que você me provou foi… Nada!”
Quero realismo, não excesso de simpatias, superficialidades, sociais forçadas, modinhas enjoativas, gostos padronizados ou atitudes dissimuladas. Quero o autêntico da vida. Quero viver a essência das coisas.
Quando quero, quero. Quero de fato. E vou buscar. Não espero nada de ninguém com relaçao às coisas materiais, é claro.
