Poemas Nao quero dizer Adeus
É costume dizer que a vida não está indo de acordo com o que você esperava. Um banho quente, uma xícara de café, e você pára pra refletir: aonde tudo isso vai me levar? Mas sempre acaba levando de qualquer maneira. Mesmo sem saber, a gente continua, vivendo ou não, a gente sempre continua, sem saber pra onde iremos. Vivemos um dia pós o outro de incertezas. A base de silêncio, arte, amor, melancolia e uma boa xicará de café para amenizar a dor. E sempre acaba vindo alguém perguntar se eu estava bem depois do suposto mal de dúvidas que se apoderou. Mas as pessoas sempre acabam se acostumando com isso, quer dizer, eu poderia estar praticamente desistindo de tudo, desacreditando, xingando a vida, não poderia? E mesmo assim ninguém ligaria, porque isso começa a ser normal quando você não quer viver pra tentar ser feliz. Mas eu continuo aqui, meio-que-vivendo. Assim, sem drama. Eu não sei ao certo sobre o que eu iria escrever, ou estou escrevendo. Talvez seja a pseudo-inspiração que me veio de repente como sempre em consequência do sono, ou talvez seja o fato de eu ainda estar meio solitária e isolada de tudo. Talvez seja só porque eu canso de algumas coisas que a vida insiste em colocar no meu caminho, pra atrapalhar ou algo do tipo. Eu acabo enjoando, mas sempre insisto em tentar. E ainda sem luz, sem algum sorriso, o tempo é o que me fez ver a importância que eu já meio-que-sabia da energia nesse mundo. A energia de um sorriso, de uma palavra, do coração, da saudade ou até o poder que uma lágrima tem para de alguma forma mostrar que estamos vivendo.
Todas as coisas que eu estou querendo dizer não estão saindo de alguma forma. Aliás, não estão saindo de forma nenhuma. E agora eu já nem sei mais se eu quero dizer. E se for proibido? E se você por algum motivo, sei lá, achar que é com você?
Leio livros e artigos de auto-ajuda, não tenho vergonha nenhuma ao dizer isso, entretanto sinto que fazer isso é a mesma coisa do que sair em alto mar com uma canoa. No começo é tudo lindo, tudo bonito. Chega até parecer que algumas coisas solucionaram. Mas se nós não temos controle para guiar aquilo do que adianta? Nada! Extremamente nada! Quando pegamos um livro ou um artigo de auto-ajuda é porque devemos nos moldar em algo, ter consciência disso é o primeiro passo e a partir deste momento já o demos. Então temos duas opções: deixamos as palavras nos levar ou temos a capacidade de nos reavaliar e deixar a nossa razão nos levar. Tudo na vida só depende de nós. Nós somos responsáveis pelo nosso presente e futuro.
Poucos dias não querem dizer que eu não te conheço,so quer dizer que o que sinto pode crescer muito depois,quando eu realmente viver os melhores momentos com você
Se a maioria segue por um caminho, não quer dizer que seja o certo, a primeira pessoa da fila pode está equivocada. Portanto questione, tenha mais dúvidas e menos certezas, se deixe levar, mas não se deixe ser levado.
Do que adianta dizer se você não vai ver, tão pouco entender? Vai achar tudo isso “normal”? Juro que não é normal, nem um pouco normal. Apenas vive dentro de mim. Machuca.
Saudade não é uma coisa que dá e passa como costumam dizer por ai, é uma coisa séria. Mesmo que por pura besteira ou pela perda que alguém importante. Nunca esta tudo bem quando se sente saudade, você tenta fingir que passou pra ver se a força do pensamento é mesmo assim tão poderosa, e descobre que a saudade não esta no pensamento e sim no coração, que não tem memória fraca e nunca se esquece.
Nem adianta eu dizer que não ligo para a beleza exterior, para a minha beleza exterior, pois estaria mentindo se eu dissesse isso.... =0
Se importar com a beleza exterior não quer dizer que esta seja mais importante que a interior, mas sim que vc preza pelas duas =)
Sei que não é certo,mais preciso dizer amo a maa e não consigo a essquecer e nem faço questão de aprender By bah
Quem diz que é o Melhor, dificilmente é, porque se fosse não precisaria dizer, outros diriam por ele!
Não basta ser pobre, tem que pagar a conta com uma nota de cinquenta e dizer que é filha única de mãe solteira.
(…) Eu não sabia o que lhe dizer, pra falar a verdade não sabia nem o que estava sentindo. Era muito fácil o ver saindo e voltando na minha vida sem pedir licença. O difícil era aceitar e saber conviver com aquelas idas e vindas. Ele já sabia a hora certa de chegar, só não sabia a hora certa de ir embora. E era isso que mais me dava raiva, quando eu achava que ele então iria ficar pra sempre, eu acordava e não o via lá do outro lado da cama. Quando ele ia, até os assuntos narcisistas, me faziam falta. Até a forte habilidade dele, de assistir novela e achar graça dos diálogos sem muita importância, deixava-me um vazio extremo. Eu ficava peripécia de como as idas dele mexia tanto comigo. Porque eu ainda não tinha me acostumado com essas idas e vindas dele? Já era pra eu ter preenchido esse vazio - há muito tempo. Desde aquele verão em Londres, quando ele deixou uma xícara de café com um bilhete encima da cabeceira da cama, escrito: “Pode me esperar? Eu sei que sim.” E o que mas dá raiva, era que o motivo dele sumir tanto assim das minhas vistas, era por eu ter deixado a porta aberta na primeira vez que ele foi embora. E era esse o motivo que me fazia não debater em nada: a culpa foi minha e continua sendo. Até chegar o dia em que o café quente irar perder o gosto, ou não aja, mas as folhinhas-cor-de-rosa pra ele deixar um bilhete de despedida. Ou então chegue o verão e eu feche a porta e não o deixarei mas entrar.
