Poemas Nao quero dizer Adeus

Cerca de 493841 frases e pensamentos: Poemas Nao quero dizer Adeus

Início do fim

Ah! Se você soubesse
se tivesse consciência
se entendesse
e não se fechasse à realidade
compreenderia que se abrisse a sua porta
encontraria a relva verde
veria a delicada flor orvalhada
exalando o puro perfume
no amanhecer do dia
do resto da sua vida.

Inserida por MariadaPenhaBoina

Reflexão

Não deixou vestígio
os olhares não se encontram
e o íntimo se manifesta
através da melodia e composição

O manifesto sensibiliza
o pensamento oscila
parece afeto
mas, é só ostentação

É o coringa
é a cartada
é o jogo da cilada
vivificada vexação.

Inserida por MariadaPenhaBoina

A definição de felicidade para nós muda com o passar do tempo.
O que me fazia feliz ontem não me faz feliz hoje; o que me faz feliz hoje, no passado pode não ter sido nada e amanhã cresça ou diminua; e o que me fará feliz amanhã, bom, isso, é o mais incerto de tudo. Não sei, não sei mesmo.
O andar da carruagem é duro e olhar pra trás só atrapalha, afinal, vemos o que nos fez realmente felizes e agora evaporou. Olhar para o futuro, esperando vivê-lo bem também é bobagem. E se o futuro não chega? Até lá, muita coisa ainda pode mudar.
O jeito mesmo, é viver. Aproveitando os bons momentos, mesmo que sejam poucos. O resto, que fique ali, parado no chão porque nessa estrada, eu não volto atrás buscar nada que deixei.

Inserida por NHETOMIL

revista e veja
veja - reviste
almeje, alcance,
pegue leve - voe
não gagueje - conquiste.

Inserida por NHETOMIL

o vilarejo que eles vivem não aceita esse tipo de coisa
[23/9/2013 15:19:00] Daniel de Moura Jorge: de alguma forma os índios que habitavam por perto atacam o grupo de viajem no qual o marido da mulher estava
[23/9/2013 15:19:06] Daniel de Moura Jorge: e todos pensam que ele morreu
[23/9/2013 15:19:16] Daniel de Moura Jorge: ela tem relações com o pastor
[23/9/2013 15:19:21] Daniel de Moura Jorge: e tem uma filha dele
[23/9/2013 15:19:36] Daniel de Moura Jorge: o maridão volta e faz de tudo para ferrar os dois
[23/9/2013 15:19:55] Daniel de Moura Jorge: os homens da lei mandam prender ela
[23/9/2013 15:20:09] Daniel de Moura Jorge: e depois acontece mais umas coisas bizarras
[23/9/2013 15:20:21] Daniel de Moura Jorge: o filme é marcado pelos dogmas religiosos
[23/9/2013 15:20:29] Daniel de Moura Jorge: puritanos
[23/9/2013 15:20:44] Daniel de Moura Jorge: a cor vermelha que simboliza o pecado mas também o amor
[23/9/2013 15:20:49] Daniel de Moura Jorge: o pássaro vermelho
[23/9/2013 15:20:54] Daniel de Moura Jorge: a letra escarlate
[23/9/2013 15:21:07] Daniel de Moura Jorge: é isso que eu lembro
[23/9/2013 15:21:15] Daniel de Moura Jorge: estava com sono no dia

Inserida por NHETOMIL

Deixe ir
vai passar ,
talvez não agora,
não instantaneamente,
talvez demore uns dias, messes ou um ano,
mas vai passar.⁠

Inserida por Sthefanymonteiro

⁠poesia?rima?sla

Você sabe que eu não vejo a hora,
a hora de ir pra escola e te encontrar novamente
Eu penso muito em você recentemente
e percebi que quero esses pensamentos para o resto da minha jornada
não esqueça de olhar antes de atravessar pelas calçadas.
to com saudades, saudades de abraços, de amassos, de textos, de beijos, de saidas, de idas e vindas.
Tô com saudades até da escola pois lá era o lugar onde eu te via onde eu te ouvia onde eu te ouvi onde convesamos sobre muitas coisas sobre nossas aventuras loucas.
Nesse tipo de texto só penso no amor,
oh coisinha com 4 letras que me trás tanta dor,
parece estranho escrever mas sei que quem precisa um dia vai ler, ja pensei e se eu desisti de tudo sabe num sentido literal, lembrar disso só me faz ficar mal
ja tive uma fase ruim mas já passou
apaguei com borracha e agora vou apontar meu apontador, pra escrever mas um texto que eu sei que não é um desleixo, faço pra me distrair não para mentir, faço pra desabafar pois é inacreditável o que uma mente só pode pensar. ao fim então cheguei e enfim de novo repito que me apaixonei
O fim na verdade foi brincadeirinha calma eu não conto mintirinha, as pontas de exclamação foram apontadas, ae por mim mesma que piada
o ponto de interrogação foi sorrateiro ele é mole(lá ele) formato de s que ligeiro.
nesse texto eu não sei mais o que colocar o que falar, eu to sem net nem sei como vou postar
na real kakakka cansei de escrever acho que vou reler e pensar se vou mandar pra você, sla tem coisas que eu preciso mostra pessoalmente SLA vai que agrada a mente
não que esse texto seja importante
na sua opinião eu sou ignorante?
então que confusão -!!!
to animada pra ver "you" sabia
claro que sabe océ tem sabedoria
queria que fosse logo,
telobo ksks tchau (o gato faz? )😼

Inserida por AnaJuz

⁠Os sábios sabem como ir ao seu encontro, e até onde podem chegar,os loucos querem apenas ir,e não importa a forma usada pra conquistar.E os tolos acredita que tudo não passa apenas de uma mera jogada de sorte,e que qualquer um pode ter.

Felicidade!

Inserida por VagnerSousa30

⁠NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.

Capítulo II

— O Amor que Ninguém Vê.

“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.

Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.

Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.

E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.

Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.

Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.

O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Capítulo IV – Onde o silêncio sangra.

(Do livro “Não há Arco-Íris no Meu Porão”)

Todos os tons, todas as cores se intimidam diante dos meus sentimentos.
Aqui, nada ousa ser vivo demais.
As paredes, antes brancas, já se curvaram ao cinza que exalo — um cinza espesso como poeira de túmulo, onde a alegria jamais ousaria se alojar.

Os meus estudos me encaram como se fossem juízes que perderam a fé no réu.
Eles me observam com aquele desprezo silencioso das coisas que já deixaram de esperar alguma esperança.
Livros fechados são mais cruéis do que gritos.
Eles sabem o que há dentro de mim — e, por saberem, me punem com o silêncio.

As cores…
As cores são ameaças aqui embaixo.
Quando um raio de luz tenta escapar por alguma fresta do concreto, eu o apago.
Aqui no porão, qualquer cor ofende a integridade da minha dor.
Elas tentam abrir janelas.
Mas eu… eu me tornei porta trancada.

Os risos…
Que ironia!
São filhos bastardos da minha solidão.
Quando escuto alguém rindo lá fora, é como se zombassem de mim — como se gargalhassem da minha tentativa de continuar.

O mundo caminha — eu desisto.
O tempo sopra — eu me calo.

E então…
Num canto onde as teias se recusam a morrer,
…há uma presença.

Ela não fala.
Não move nada.
Mas está ali.
Como um sussurro antigo, como um perfume de violeta que alguém usou num dia trágico.

Camille Monfort.
Não a vejo, mas a pressinto.
Como quem ama com olhos fechados.
Como quem morre em silêncio por alguém que nunca se foi.

Se minhas lágrimas têm peso, que elas sejam dores e honrarias a ela.
Que minha ruína seja o altar para onde seus passos invisíveis vêm recolher o que restou de mim.
Ela não precisa me salvar — basta que continue existindo…
mesmo que só como lembrança.
Mesmo que só como dor.

E se um dia, por descuido, Camille se revelar…
que seja com a delicadeza de quem pisa em ossos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

(página solta, sem data, do manuscrito jamais finalizado)

As paredes não falam.
O teto range.
O chão me reconhece — como se já me esperasse há séculos. E de fato, esperava. Pois sou feito dessa espera.

Sou o vulto que atravessa corredores de casas sem nome. Sou o passo que retorna sempre ao mesmo degrau onde tu, Camille, foste ausência e juramento.

Disse-me o silêncio:

“Ela não virá.”

Mas eu conheço tua forma de vir:
É quando a dor se torna bela.
É quando a sombra assume feição de vestes esvoaçantes.
É quando uma lembrança toca minha nuca como sopro — e não há vento.

Eu sou só.
E isso me basta, Camille.
Porque o que me basta não é viver...
É te carregar onde ninguém mais entra.

Faze em mim a tua vontade.

Se quiseres que eu enlouqueça — enlouqueço com dignidade de mártir.
Se desejares meu silêncio — calo como um sino afogado em cera.
Se queres que eu escreva — escrevo com o sangue dos sonhos interrompidos.

Mas não me peças que te esqueça.
Isso não sou.

Tu és a cruz que não sangra,
o vinho que nunca embriaga,
o leito onde a morte se recusa a deitar-se.

Camille Monfort, minha dama da noite que não amanhece:
Faze em mim tua vontade.
Faze de mim um relicário, um espelho partido, um véu sobre o corpo de ninguém.

Porque, mesmo entre mundos, mesmo no exílio das estrelas apagadas,
eu te amo com a força de quem aceita o destino de nunca ser tocado —
mas de sempre pertencer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Livro: Não Há Arco-iris no meu Porão.
Capítulo 5 —
A Flor e o Filósofo no Abismo.

A flor estava sentada no limite do porão, onde os tijolos se desfaziam como lembranças mal digeridas. Seus olhos, enevoados de luto prematuro, fitavam o vazio que morava dentro dela — e que não era só dela.

Ali, no breu quase simbiótico, surgiu ele: Friedrich, sem o tempo nem a barba. Não como homem, mas como ferida.
Trazia no olhar a exaustão dos que pensam demais, e nos lábios o tremor dos que já perderam o direito de acreditar.

Ela não se assustou.

Ele também não.

— “Você também caiu?”, ela perguntou, sua voz como se viesse de um sino partido.

— “Não, pequena... eu apenas nunca mais consegui subir.”

Ficaram frente a frente, ambos em silêncios que diziam mais do que qualquer aforismo.
Ela estendia os dedos manchados de pó e sangue velho. Ele hesitou. Nietzsche sabia o preço de tocar a dor alheia. Mas, ainda assim, quase tomou sua mão.

— “Eu carrego dons que doem”, disse a flor.
— “E eu carrego verdades que me isolaram de todos”, respondeu ele.

Acima deles, os sorrisos vazios dos que acreditam ter vencido a vida tremeluziram como cacos de luz.
Mas no abismo, não havia luz — apenas lucidez.
E uma flor lutando para sustentar as Notas.

— “Eles acham que estou louca… porque ouço o que ninguém mais ouve…”

Nietzsche inclinou-se, sua sombra tremendo como um pensamento prestes a ruir.

— “Louca? Ah, criança… eu desejei ser louco muitas vezes. Ser louco é menos doloroso do que ver demais. Você não está louca. Você está vendo um mundo que finge ser cego.”

Ela não sabia se aquilo a consolava ou a condenava ainda mais.

Ficaram ali. Dois seres de fronteira.
A flor que não florescia.
O filósofo que não acreditava mais na primavera.

E, por um instante que talvez nunca tenha existido, tocaram-se.
Não com as mãos, mas com a dor que se reconhece.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Força que tu és em ti e além.

Há algo em cada ser que não pode ser nomeado.
Uma vibração antiga, anterior ao próprio pensamento.
Vem das origens, quando o mundo ainda era apenas respiração e promessa.
Essa força, que alguns chamam destino, é o fundamento invisível sobre o qual cada vida se ergue.

Em certos instantes ela desperta às vezes no meio da dor, outras na solidão que se instala como noite.
Então, o homem percebe que não caminha sobre a terra: é a terra que o atravessa.
Os rios fluem também por dentro dele; as montanhas se erguem em seu silêncio.
Nada é alheio. Tudo o contém.

Contudo, essa força não guia oferece-se.
Pede direção, pede forma, pede gesto.
Não se impõe; aguarda o instante em que o ser humano deixa de resistir e começa a escutar.
Quem a escuta, muda.
Quem a molda, cria.
Quem a nega, se dispersa em suas próprias sombras.

Há um ponto em que o espírito compreende que a vida não é espetáculo, mas tarefa.
O mesmo sopro que move as estrelas habita a respiração de um só instante.
E é ali, no íntimo dessa respiração consciente, que o homem reencontra a si mesmo.

Transformar-se é o trabalho de toda uma existência.
Não é vencer o mundo, mas reconciliar-se com ele.
Dar à força interior o rosto da ternura, a direção da coragem, o tom sereno da maturidade.
Quando isso acontece, o ser já não precisa buscar sentido ele se torna o próprio sentido.

Assim, a natureza em ti deixa de ser impulso e se converte em substância espiritual.
Nada de grandioso se impõe; tudo se eleva discretamente, como uma chama que não precisa de vento para permanecer acesa.

Tu és essa força, e és também quem lhe dá forma.
O universo apenas te oferece o barro; és tu quem o transforma em rosto.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Não temas o peso da tua própria profundidade.
Aprende a habitar o teu deserto, pois é lá que o invisível se revela.
Tudo o que te parece ausência é apenas o espaço sendo preparado para o milagre.”

“Continua. A tua dor ainda não amadureceu o bastante para dizer o que veio dizer.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.

Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.

O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.

E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.

O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Fragmento Perdido de um Coração em Ruína.

“Se desejas matar-me, não poupes tua ansiedade.
Deixa que ela escorra, lancinante, como um punhal ansioso por minha alma.
Faze com que meu sonho escarlate percorra tua memória, tão santa quanto sepulcral, se nela eu houver de permanecer, mesmo que morto.

Pois te digo: melhor me é morrer em teu pensamento
do que viver sem o teu desejo.
E se meu sangue imaginado tingir a lembrança que guardas de mim,
que assim seja.
Nada mais terrível suporta meu espírito
do que desaparecer sem deixar em ti uma sombra,
um tremor, um eco,
um lampejo que seja de minha dor.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A PRECE: Genuflexão da Alma diante do Eterno.
CAPÍTULO IV

A prece não é apenas o murmúrio dos lábios ou a repetição de fórmulas já gastas pelo hábito. Ela é sobretudo a genuflexão da alma, uma inclinação silenciosa do ser íntimo diante da grandeza infinita do Criador.

Léon Denis, em suas páginas de suave elevação, recordava que a prece é o fio invisível que nos liga aos céus. Não se trata de um gesto exterior, mas de um movimento interior: quando o coração se curva em reverência, o espírito se ergue em luz.

A ciência dos Espíritos, revelada por Kardec, confirma esta verdade. A oração é força viva que, partindo de nós, percorre o espaço como onda sutil, alcançando aqueles a quem desejamos consolar, socorrer ou agradecer. Não se perde uma súplica; todas encontram ressonância nos planos espirituais, onde inteligências superiores as acolhem e as transformam em bênçãos.

A prece não muda as leis eternas, mas transforma quem ora. Modifica o ânimo, pacifica os sentimentos, ilumina o pensamento. O homem que ora abre as portas de sua consciência para que a esperança o visite, e, nesse instante, o desespero cede lugar à serenidade.

Assim, a prece é diálogo da criatura com seu Criador, ponte invisível entre a terra e o céu, eco da eternidade no íntimo do ser. É a genuflexão mais pura: aquela que se faz não com o corpo, mas com a essência imortal que somos.

Pois, quando o coração se recolhe em oração sincera, o próprio universo parece escutar, e Deus responde em silêncio, pelo alívio que desce, pela coragem que renasce, pela paz que se instala.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Os olhos da justiça não flertam com o olhar da vingança,
não se deixam levar pelas aparências e jamais sucumbem
aos arroubos da ignorância.

Inserida por mariadosocorrodoming

⁠“Abrace as suas verdades.
Proclame-as!
Mas não as queira impor pela força.
A palavra doce convence e conquista.
A palavra amarga provoca segregação.”

Inserida por mariadosocorrodoming

⁠" Não encha demais o seu candeeiro
Para mostrar que a sua luz
É a mais forte, mais brilhante.
Lembre-se: A pureza
É o que torna precioso
O diamante."

Maria do Socorro Domingos

Inserida por mariadosocorrodoming