Poemas Nao quero dizer Adeus
Olhe para dentro.
Você pode ser qualquer coisa. Você pode ser tudo.
Não se sinta triste com as coisas que estão fora de seu controle.
Não se debruce sobre as lembranças dolorosas. Não tenha medo de deixá-las ir.
Não desperdice sua vida com pessoas que não valem o seu tempo.
Perdoe aqueles que te machucaram, isso significa que deve parar de atacá-los até mesmo em pensamento: apenas esqueça!
Pare de pensar que as pessoas devem viver do jeito que você quer viver.
Sempre faça muitas perguntas. Mas, por favor, escute as respostas.
Não tenha medo de mostrar o que realmente sente. Contudo, respeite quem não sente o mesmo que você!
Crie. Imagine. Inspire.
Faça algo que você vai achar bonito.
Faça o dia de alguém feliz.
Siga seus sonhos.
Siga as estrelas.
Siga sua vida.
Apenas viva.
Sua vida.
Viva...
MÃE - UM POEMA DE SAUDADE.
Não tenho mãe, quem me dera
Pudesse ter a ventura
De numa vida futura,
Ter outra vez Dna. Vera.
I
Eu não queria fazer um poema de saudade,
É que saudade é solidão presente,
Tampouco relembrar momentos de felicidade,
Nem gestos de mágica ternura...
Antes, eu queria tê-los novamente,
Guardados para sempre aqui comigo...
Ah! Que bom abrir os olhos
E ter o sorriso que me iluminava nas manhãs,
Estender a mão em busca da mão amiga
E encontrá-la...
Por isso,
Eu não queria fazer um poema de saudade...
Poema que meus olhos molhados
Quase não me deixam escrever,
Mas que o meu coração de poeta
E filho que ficou, escreve pra você,
Como último adeus e homenagem...
As horas continuam a se suceder
E só o velho relógio de parede as registra...
Nada é mais como antes,
E eu nunca serei como antes ,
Sem a presença daquela que amei, amo e amarei...
Não importa...
II
Recordações afloram à minha mente,
O lugar no sofá da sala está vazio,
O meu coração está vazio...
Não ouço mais a mesma voz que me repreendia
Pelas coisas erradas que fazia,
Nem aquela voz que carinhosamente
Me despertava com um “Bom dia!”...
Minh’alma morreu um pouco...
Eu morri um pouco!
A ausência de você é chaga que tortura...
Nem o Sol, embora claro o dia,
Consegue iluminar o negror
Da minha noite escura...
Hoje, eu vou conseguir,
Não obstante as lágrimas que teimam
em se fazer presentes
e a tristeza que agora me acompanha,
fazer o poema que sempre quis pra você,
Nem que seja, ainda que tarde,
Um poema de saudade...
EMILIO CARLOS ALVES
Enviado por EMILIO CARLOS ALVES em 14/01/2008
Reeditado em 14/01/2008
Código do texto: T817319
pra que querer ser tanto, se nem ao menos se é para pode ser. Não queira viajar em palavras altas demais, se nem ao menos sabe viajar dentro de seu próprio lugar, não queira ser o que vc talvez ainda não é, não queira usar aquilo para os outros verem, fica mais feio ainda , seja vc
Thiago 11/05/2012
o importante é valer-se sempre, não importa aonde e o porque do valor. O valor vem dentro de si, não de dentro de outros ;
Thiago 11/05/2012
Um dia eu mudo.
Paro de procurar solucionar
A dor do outro.
De procurar baleia onde
Não há mar.
Deixo de buscar discurso onde
Há esmola.
Finjo que não vejo
A casa destelhada.
Evito consertar o poema
Quando não existe rima.
Tento esquecer
Que não há mais ou menos.
Basta desprezar os números!
O jeito é evaporar-me em formas outras
Que me permitam
Vislumbrar cada manhã
Sonho de novo tempo.
Já vivi momentos lindos,
fui feliz e não sabia,
Hoje sinto um vazio...
Me perdoa amor da minha vida...
Não és mas meu amor-eterno-amor;
Nunca foste meu alicerce,
agora sei que és fraca à tentação;
Te quis, e abandonaria o resto crendo nesse bem-querer;
foste minha modelo-vivo, os seios rosados que
nunca tive em mãos, meu veneno, minha ilha deserta
rodeada por mar e do governo, meu estupido auto-castigo,
meu ex-amor, meu ex-ódio. Traíste-me e ao meu amigo eu também, maldito belo par, eu tu e ele, nunca um nós.
Agora que sei, mesmo que já velho e decadente, abandono-te
a tua própria sorte, ao azar de outro eu.
E quando tudo não passar de lembranças vazias
E a tua presença refletir em mim completa ausência
Quando minhas mãos já não ficarem frias
As pernas não mais se inquietarem
O coração parar de palpitar ao te sentir perto
Saberei que o fim se aproxima
E a liberdade me chama:
Vem viver tua vida, que a muito deixou de ser sua!!
Tenho algo melhor pra você!!!
Tenho medo!
Nesse exato momento estou a ter um ataque de medo, medo esse que eu não sei explicar, só sei dizer que estar tudo muito confuso, o que antes era certeza hoje é duvidas, duvidas que mi atormentam a alma, que mi tiram o equilíbrio emocional.
Tudo parece estar diferente, nada e mais como antes. Ah um pouco de mágoa e receio, que mi confundem mais a mente.
Sinto falta do que não vivi, e medo do que eu posso viver já não mi compreendo mais, meu coração grita quando mi passa a possibilidade de te perder, mais ao mesmo tempo sinto um alivio por não arriscar de mais.
Tenho medo te tentar e não conseguir tenho medo de te sufocar com meus sentimentos, medo de não te fazer feliz, medo de te mágoa, medo que você desista de mim, que eu acabe desistindo de mim mesma. Tanto a temer nesse mundo que acabei mi tornando prisioneira do meu próprio medo...
UM SORRISO, POR FAVOR
Não sei se o fato é universal, se todos reagem assim. Mas é uma constante diária, mil vezes testada.
Quando nos relacionamos socialmente, conversando com pessoas, só passamos a sentir-nos bem, no momento em que o interlocutor desanuvia o rosto, abrindo um sorriso.
Fisionomias sérias nos assustam e inibem. Fisionomias amarradas nos bloqueiam sufocando a espontaneidade plantando embaraço e mal-estar. Naquela sensação de achar-nos deslocados, em país estranho e hostil. Embaralhados com a língua estrangeira, que mal entendemos. Curtindo problemas de comunicação.
Mas... tudo se modifica, por encanto, quando os rostos se iluminam, sorrindo. Sentimo-nos outros, sem bloqueios, sem mudanças. E naqueles sorrisos adivinhamos boas vindas, declarações de amizade e simpatia:
–– Não vos constranjas. Fica à vontade...
–– Coragem, sois meu amigo...
–– A casa é vossa. Acampa, sem medo...
É isso aí. Rostos fechados nos fazem mal, dos pés à cabeça. E o mais simples sorriso nos descontrai, deixam-nos soltos, felizes, bem natural. Bem à vontade, perante outros, conhecidos ou desconhecidos, próximos ou distantes.
Decididamente, sorrir é mais fácil quando alguém sorri para a gente.
O mundo fica diferente e a vida tem outro sabor!
E assim, pelos caminhos da vida, em casa, fora de casa, seja onde for, mendigamos e suplicamos, invariavelmente:
Um Sorriso, por favor!
Deus fala e você não escuta.
Você fala e Deus ouve.
Deus te conhece e te acompanha o tempo todo. Só você não vê.
Mutável
Tudo é mutável
o tempo todo...
uns mais que outros.
Não somos iguais,
não somos perfeitos
mas ,todos temos o direito a
viver como melhor nos convém.
Não entendo tudo,
não aprendi muito
mas ,do pouco que sei...
fez diferente o meu viver.
Acordei pensando em ti.., e irei dormir pensando em ti...
Não esqueças de mim, meu querido e amado Deus...
*_*..
Eu te amo!
Poeminha Triste;
…MÃE, MÃE…, acorda Mãe. Mãe… abra seus olhos Mãe‼
Não me deixe; como vou viver sem você, Mãe…
Mãe… você me deixou sozinha nesse mundo.
Quão amigas a gente era, eu contava as minhas mágoas
E você enxugava as minhas lágrimas em tudo que lhe contava!
ACORDA MÃE…
"Volize a sua MÃE, em quanto você ainda a tem".
(…assim é a nossa vida, vivida, sofrida; que temos que continuar… vivendo )!
Poeminha Triste;
…MÃE, MÃE... acorda Mãe. Mãe... abra seus olhos Mãe;
Não me deixe; como vou viver sem você, Mãe...
Mãe... você me deixou sozinha nesse mundo.
Quão amigas a gente era, eu contava as minhas mágoas
E você enxugava as minhas lágrimas em tudo que lhe contava!
ACORDA MÃE...
"Volize a sua MÃE, em quanto você ainda a tem".
(...assim é a nossa vida, vivida, sofrida; que temos que continuar... vivendo )!
Separações
Pensando em você...
Não somente em você
Pensando em nós dois
Pergunto-me por quê
Essa separação...
Talvez você possa responder
A tal indagação...
Que não me desce a garganta
Mas me rasga o coração
Caso não digas nada
Ficarei a esperar-te
Pois, o que sinto por ti
É maior que as desavenças
É maior que as discussões
É maior que os desentendimentos
É maior que as desilusões
É tamanho o sentimento
Que me decreto uma sentença
Não posso mais um minuto ficar
Aqui sem a tua presença.
Ventos do espírito
As rajadas dos ventos da vida por pouco não despedaçam minha alma,
transpassam meu coração como espadas de dois gumes, perfuram minhas veias
infiltrando aço derretido.
Que espécie de ser sou eu? Que passos estou dando?
Em direção ao que? Porque que estou lutando?
Em matéria morta estou me tornando e logo morrerei a míngua
de quem pouco fez questão que eu existisse.
Pó, terra podre e morta é o que serei para os que com lágrimas de costume
bandido serei plantada e regada.
Enquanto aqui estiver, tratarei de me recompor, de sorrir pra vida
sem muito temor, de modo que todos visem o que de fato sou.
Ser humano com e sem valor, dependendo de com quem eu ando e com quem estou.
Não! Ser diferente pelo que fui criada e igual pelo que fui formada.
Com um sopro eu nasci, de um suspiro morrerei.
E no fim o que restará senão retalhos de uma vida reprimida,
revirada e definida por frangalhos de esperança ilusionista.
E o que de mim, aqui restar, será para retificação e continuação de uma história...
Apenas mais um capítulo bruto e lapidado ilustrado por mais uma atriz em relapsos na memória.
Música
Não sei como algo pode me encantar assim, cada vez mais tenho certeza que foi feita pra mim.
Com a emoção que ela me toca, sinto o amor em cada nota, cada acorde tocado me leva a um mundo onde não há pecado.
Então me envolvo pouco a pouco nessa melodia que me faz dançar e com suaves movimentos mostro a forma mais linda de sonhar.
Vamos deixar a música em nossos corações entrar, pois é nela que nos encontramos e veja, estamos no mesmo lugar...
Chega de xingar o mundo, chega de brigar com Deus, a culpa é sua, o erro é seu.
Se você não é feliz, jamais fará alguém feliz, porque quem quer ser feliz ao seu lado, não fica feliz com a sua infelicidade.
Basta querer e o mundo se dirige a você, o mundo tem jeito, quem não tem jeito são as pessoas.
Deus pode te levar mais alto do que você pode voar, feche os olhos e comece a acreditar...
