Poemas me Ame no Silencio
Carrego em mim
o silêncio e a jura,
mesmo sem ter
jamais te ouvido
antes na vida,
e me fixo tua.
Cabe a nós
o recato para
a preservação
daquilo que
nos espera
e faz o coração
permanecer
em sinfonia.
Quando o amor
é inevitável,
os astros dançam
no absoluto
e indomável,
em nós o paraíso
já é impenetrável.
Certa daquilo que
nos une e move
as montanhas,
venho preparando
o quê há de ser
além dos dias
e distâncias;
e assim será.
Você não
imagina,
que eu
te quero
em silêncio,
poesia
açucarada
e com o 'quê'
da mística
incidental
das flores
das dunas
que nasceram
aqui no vale,
e mesmo que eu
recatada me cale,
saiba que daqui
para frente
cada letra só
será para você.
Eu não pertenço
a esse mundo,
e sim a cena
do suave beijo
a enternecer,
e a sua mão
irreversível
que virá
por debaixo
do vestido
me fazendo
enlouquecer.
Porque eu
te quero,
e é mais forte
do que eu,
o meu desejo
cadencial
é bem assim:
repleto,
intenso,
urgencial
e cheio
de mel.
Não vai passar,
porque sem
se conhecer,
algo em ti
me reconheceu
de forma
inefável,
e te fez oceano
pacificado
para me receber,
porque de maneira
doce e inefável:
já me tens
inexplicável.
Silêncio que fura
os tímpanos do mundo,
Indiferença que
corta o peito,
Sou resistência e língua
chicote do rabo,
Não vejo compromisso
contra o totalitarismo,
A cada dia o povo
latino-americano
está mais escravo.
Estou aqui para a queda
de braço e para emprestar
A voz e a ousadia,
Porque a mim Governo
nenhum expulsa,
nem o da Nicarágua;
No máximo pode
fazer como o meu partido:
fingir que não escuta.
Sempre que houver um
povo ameaçado e sofrido,
É com ele que vou estar,
sem arredar e com cada
Preso político junto
jamais me entregar.
O seu silêncio não me engana,
E tampouco a tua ausência.
O teu peito sempre reclama,
E quer o meu por excelência.
A sua emoção pela vida,
E repleta de malícia.
A sua forte experiência,
E que deseja-me rendida.
O seu silêncio não me engana,
E tampouco menos escraviza.
O meu peito é cheio de liberdade
E sou feita de inteira [poesia].
A tua convicção de que só se vive
- uma vez -
É distante da minha razão que segue
A luz do amor e a voz do coração,
A minha vida é vivida com paixão.
Perdida no escuro,
só escuto o silêncio:
a juíza segue presa,
e os estudantes
já nem mais sei;
onde estão o Estado
de Direito e a Lei?
Não basta o Governo
pedir a justiça
precisa ter cabeça
para pensar,
olhos para ver,
ouvidos para ouvir,
boca para falar,
braços fortes
e pernas para agir.
E pelo desaparecimento
forçado do General
que foi preso inocente
e de tantos outros
por eles eis o meu lamento:
até quando tanto sofrimento?
não só os meus olhos,
mas o mundo está atento
porque dessa história
não esqueço nem
das vítimas da guarimba
o duro padecimento.
Não se sabe
mais nada,
O silêncio
só aumenta
e tortura,
E não me
conformo,
Não sei
viver sem
saber de tudo,
Sei que não
vou mudar
o mundo,
Só acho que
posso tentar
ser poeta.
Se o Major
foi forçado
a se suicidar
ou se não
aguentou
a pressão,
Não se sabe
a verdade;
Só se sabe
que o estado
é delicado.
Não há luz
e sobra dor,
Até que me
provem o
contrário
Todos estão
ameaçados
para não
denunciar
os maltratos,
Quase não
há mais ar,
Faltam janelas.
Tudo me faz
atordoada,
A dor alheia
à revelia
transferi
para mim,
Não convivo
bem com
a indiferença,
Não soube
de mais nada
do General
e da tropa,
Dessa história
só quero crer
que haverá
um bom final.
Faço votos que
isso não passe
de um mal
entendido,
de uma intriga
ou mesmo de
um pesadelo;
Porque custo
a acreditar
que entre
os Filhos
de Bolívar
isso esteja
acontecendo.
O silêncio
de metal
baixou praça
onde se
chama
por cinco
letras,
E hoje é
conhecida
como
sucursal
do inferno;
Só quero
que não me
queiram mal,
E não me
entendam mal.
Este poema
e os outros
não têm
a ver com
apologia
ao crime
de ódio,
São os dias
que há
tempos
não andam
normais,
E por serem
sensoriais
cada um deles
podem estar
equívocados
ou não,
Mas buscam
ser fiéis aos fatos.
Onde se tudo
não explica,
não se sabe
nenhuma
notícia,
Me desculpem
porque tudo
afeta como
se tivesse
ocorrendo
comigo,
Da General
e da tropa
quero saber
quando cessará
com eles tão
brutal castigo.
A praça São Pedro vazia
Fria
Num silencio profundo
Gemia as dores do mundo
Os cantos pareciam rogar
Oriundos do homem que chora
Que sofre
Mas ali estava Francisco
Prostrado
Aos pés do crucificado
Rezando por mim
Por ti
Devolvendo para a humanidade
A esperança no Ressuscitado
É Páscoa, é Libertação
Somos todos irmãos!
Há silêncio necessário
Parece as contas de um rosário
Passa uma por uma devagar
Para não ferir e vacilar
Há silêncio doloroso
Que provoca inquietação
Tira a alma do seu prumo
Provocando solidão
Há silêncio de amargura
Por falta de ternura
Que deixa a alma despida
Desprovida, insegura
Há silêncio gritando
Entre vales e colinas
Que seu eco trás na alma
Lembrança mais querida
O silêncio vale ouro
Nos momentos de aflição
A palavra vale tudo
No diálogo é construção
"Quantas vezes na madrugada acordei.
Você ali, deitada, desnuda, em silêncio lhe admirei.
Roguei.
Implorei
Orei.
Para que nunca se fosse do meu eu, existem coisas que só eu sei.
Você era a rainha e eu, o seu rei.
Te amei.
Amei mulher, como nunca antes amara, eu amei.
Existem coisas em minh'alma, que sei, foi você quem fez.
Eu sei.
Eu sei o gosto do beijo, e o macio da tez.
Me pergunto sempre, quantas vezes na madrugada, eu acordei?
E você, ali, deitada, desnuda, em silêncio, eu vislumbrei?
São coisas, que em meu âmago, somente eu, sei..." - EDSON, Wikney
Omissão
O barulho do meu silêncio,
é maior que o barulho do vento
que anuncia a distopia,
ignorada pelos néscios,
alimentada pelo núncios.
#daseriemicrocontos
🖤
O silêncio é refúgio da alma. Em silêncio nos aproximamos do sagrado. Nele, nos abrigamos no abraço de Deus.
Toda lágrima que cai
Escorrendo o sentimento leal do amor
Vozes e pensamentos ditos em silêncio
O coração declama as cifras magoadas
Responsáveis por aguentar a dor
Essa alma por um instante... para
Na melodia da vida
O carinho fraterno não tem preço
É ofertado de graça
Idas e vindas, o sentimento que um belo dia era eterno
Cede e desaba!
Porém a fé na plenitude do novo amanhã
Surge e põe em teste a nova causa
Questionar os erros da antiga paixão
Alimentando com toda devoção
O querer, o fazer viver...
A vida expõe se medo a nova emoção
Ė o ciclo, aliado ao destino, regando sempre a menina dos olhos para uma nova relação.
O silêncio é
uma pena
capital
aos poetas,
Pergunte
aos xamãs
A quem
pertence
A magia
das letras.
Calar a quem
quer que seja,
Nos incomoda,
e muito!
Das correntezas
nós somos
O barulho,
Não vamos
parar de falar,
Até a liberdade
voltar a seu
Devido lugar.
O silêncio além
de tudo é
Uma provocação
que nos endoida
Tal qual
se tira o diabo
Para dançar:
Você não vai
mais comer,
E nem dormir
Até nos escutar!
O silêncio de gelo
Não convence,
Não impõe medo
E não me cansa.
Sim, você é maior
Do que você pensa:
Nasceste para ser
A real diferença.
O tirano de urânio
Não me alcança,
Sou peixe ensaboado,
O atrevido poemário.
Sim, sou aquela
Que ensina a pensar
Antes de falar,
Para que ninguém
Se atreva a fazer
O povo a se calar.
O absolutismo
Brutal do silêncio,
A ocultação
Total do paradeiro.
Não vou parar
De satisfação pedir,
Sigo a reclamar.
O egocentrismo
Infernal prendeu
Quem não merece
No cativeiro.
Não vou parar
Da liberdade exigir,
Sigo a conclamar.
Quem não aceita
A opinião de quem
Deseja o melhor
Para a Pátria,
Não pode se queixar
Nenhum pouco
Do que o povo fala.
O que é feito em silêncio
declara com sinceridade
seu verdadeiro sentimento,
O Hijab é o seu diário
poema de amor à Allah.
