Poemas Lya Luft fim de Semana
"Que bom seria se as únicas mentiras fossem verdade: a fome acabou, a cura de tudo já existe, a vida é eterna e o amor não tem fim... Que bom seria!"
A civilização materialista e egoísta(pessoa que só se preocupa com interesse próprio) chegou ao fim. Para continuar prosperando e participar da nova civilização espiritualista, se faz necessário SER ALTRUÍSTA.
A finitude e ato necessário a uma vida de valor, pois não ha sentido em uma vida eterna, onde não a fim, a qual logo não seria visto valorização a vida, se não ha termino não ha possibilidade de valoração, tudo que tem valor, tem fim, e muitas das coisas mais valorizadas, duram um curto espaço de tempo, tal qual a um beijo entre apaixonados.
Eu entendo que às vezes falar da minha saudade incomoda. Mas entenda que levo comigo uma saudade sem fim. E só vai compreender quem realmente gosta de mim.
Vivemos em um tempo tão corrido que quando se perde uma oportunidade talvez você não tenha tempo de ter outra igual ou semelhante.
Agora, sou eu mesmo que que me torturo, a saudade, a dor, a tristeza de te perder, me faz te buscar em algum lugar que não seja dentro de mim.
"O relógio, com todos os seus precisos números e ponteiros, é apenas mais um escravo do tempo, condicionado a todos os seus mimos e caprichos, inclusive o FIM ."
O desalinhamento das expectativas quebra forças. A sintonia gera forças superiores a todos os que estão sintonizados. Estes se tornam fortalecidos.
errei muito, falei, muito e ate mesmo gritei, por dor que me consumia que me deixava perturbado, e sem força para amar mais um dia, as dores abalava a minha mente e o meu coração.....
trais-teme sem piedade sem si importar com a minha dor sem pensar nas magoas que vem depois, chorei mesmo isto não nego.... em tua frente isto não nego..............sei que um dia isto tudo vai passar e encontrarei alguém para amar
Estou vivendo o que plantei não é? Não quero mais brincar dessa brincadeira, tristemente meu fim já chegou.. Até quando serei lembrada?
Só queria que soubesse, que todas as noites em penso em nós, no meu amor por você e no seu por mim. E então peço a Deus para que tudo isso nunca tenha fim.
No dia em que eu estava nascendo; muitos estavam morrendo.
No dia em que eu estiver morrendo; muitos estarão nascendo. E assim é a vida e assim é a morte... Até o dia do Black-out final!
Relacionamentos hoje vão e vêm com a mesma presteza das conexões de wi-fi. E se chegarem os dias difíceis de fim é preciso estar pronto pra não se afetar demais.
Eu te achava tão lindo, olhava pra você e pensava: Meu Deus é demais pra mim. Você sempre bem vestido, com palavras prontas milimetricamente ensaiadas. Nada parecia está errado em você: família perfeita, amigos perfeitos, vida perfeita. Era tudo tão perfeito que me embrulhava o estômago. Você veio fácil demais, com promessas rápidas, elogios baratos, liberdade calculada. E eu a garota cansada da intensidade de tudo que vivi mergulhei de cabeça no vazio sem fim que você é. Tentei olhar pra você como alguém que tava passando por uma fase, que um dia ía enxergar toda a breviedade das coisas, mas não, não era uma fase: era você. Esse vazio todo não era essas festas frequentes sem hora pra terminar, esse valor exacerbado a luxos tão banais, esses amigos do de vez em quando que você colecionava, esse vazio todo era você. Era você com seu jeito tímido que escondia um cara frio e calculista, com seu gosto musical apurado que disfarçava sua falta de sensibilidade pra ouvir além do som, com sua mania de perfeição que só gritava o quão longe da perfeição você era. E como te enxergava assim doeu acordar pra quem você sempre foi e perceber o quanto tudo que você me oferecia era menos pra mim. E hoje me permiti ir embora, paguei um ingresso caro demais e o seu show é pra uma platéia selecionada que eu definitivamente não quero fazer parte nem fazer coro com essa gente que te rodeia, que te enaltece, que te faz rei. Sempre fui transparente com tudo que sou e pra ser bem sincera, quem anda comigo, sabe não perco meu tempo com pouco, não aguento futilidade nem no meu armário quanto mais no meu coração.
É isso: você tem medo do amor. E sempre quando sai de casa, com alguém ou sozinha, se certifica se está protegida dele o bastante. Você pensa no amor como algo que bloqueia, lembra de tantos sonhos que foram construídos em torno de alguém que hoje são apenas escombros que você desistiu de erguer sozinha. E aquele cara da faculdade está há tempos chamando você pra sair, seu ex que ainda não te esqueceu, um amigo do seu irmão que já mandou dezenas de indiretas, e você está aí, imune ao mundo, imune a tantos caras que enxergaram em você a beleza que ele nunca viu nem vai ver. Mais um fim de semana que você passa mergulhada em CDs antigos, filmes, livros com histórias que nunca serão as suas. Tudo isso porque um dia o domingo era o dia dele, tudo isso porque todos esses CDs são trilhas sonoras da sua primeira tentativa de amar. Você se esforça mas a verdade é que parece que toda graça do mundo foi embora junto com ele, toda aquela vontade de conhecer gente nova, de sair sem destino e sozinha está guardada numa gaveta qualquer junto com as roupas que ele deixou pra trás. E mesmo assim você aceita sair com o cara bonitinho da auto-escola só pra se certificar que aquele lugar ainda é o dele, só pra lembrar que ninguém te deixa à vontade com a sua gargalhada como ele deixava. O mundo é tão grande e você sempre foi tão realista, mas hoje está limitada a essa tal de realidade que não te deixa ver que existem outros, exitem alguns, e pode existir aquele, aquele que vai te olhar na alma e te fazer querer acordar cedo pra caminhar na praia, que vai te querer por baixo de toda essa armadura, que vai te fazer desejar ser inteira de novo, pra ele, pra você, pra vida.
