Poemas Góticos de Amor
Sonho em esculpir o silêncio à ignorância que me rodeia
Da fala mal interpretada e da expressão que me anseia
Pelo mal discernimento ou ação do pensamento
Ouvindo uma palavra que destrói, nesta hora o silêncio é nossa voz...
O incrédulo pinta o seu mundo, com violência agindo em conjunto!
Mas o amor desperta o meu sorriso e só há amor enquanto existirmos;
Se eu falasse o silêncio que me consome e não ouvisse o barulho que te envergonhe
Não seria tão eu, mas eu teria o meu coração todo seu;
E não me parecesse afetuoso, sendo verdadeiramente poeta ou um homem corajoso;
E tendo eu palavras inovadoras, tanto para te encantar com atitudes merecedoras
Buscando verdades na qual, lhe dê margens e com motivações para falar palavras de coragens...
O silêncio não é tão quieto
Quando a consciência está cheia de perguntas
Quando o coração está apaixonado
Ou quando a curiosidade não revela coisa alguma;
Quando eu tenho o silêncio eu sou calmaria
Quando me vejo impaciente sou tempestade no dia a dia
Quando eu tenho saudade sou carente pelo coração
Mas quando eu desapego nem toda atitude é passivo de perdão!
Silêncio
O egocentrismo tem a capacidade de se mostrar como inconveniência emocional
Porque se falar a verdade e oprimir a autoestima, aí seria um ato desleal
Se as tuas críticas construtivas desconstituisse a autoridade de alguém
Não teria muita ajuda e desmotivaria a pessoa também
E se as tuas sinceridades magoassem o coração
Aí o silêncio seria a única opção!
Se o silêncio tivesse a força que falam
O meu... Com toda certeza te falariam...
O quanto o meu coração está cheio para lhe dizer...
Que os seus sorrisos são lindos e é a razão do meu viver!
Na hora do ônus, suporte tudo em silêncio! Isso mostrará a sua resiliência;
Na hora do bônus, desfrute apenas com quem importa! Isso evidenciará sua prudência.
Evite intromissões desnecessárias!!!
Silêncio que tanto me fala,
é a sabedoria que não quer calar,
deixo tudo o que vem ao pensamento, fluir
e aí discernir qual a verdade a seguir.
Na solidão que embala o silêncio
Rompo todos os véus e máscaras
Enfrento os meus medos e desejos
Dispo-me de toda a roupagem
Afago o meu corpo
Abraço a minha alma com ternura
Sem defesas nem armaduras
Aqui comigo, eu sou feliz.
Vou encher o coração com o teu silêncio
Quando a escuridão se dissipar
Tuas palavras voarão até mim
O sol brilhará neste lago de saudade
E brotarão flores em todo o meu jardim
Terei removido as teias que me prendiam
E dançarei ao som da tua voz.
Todo o silêncio é pouco
Para te levar fundo aos olhos do outro
Para poderes escutar tudo de belo na música
Para sentires o aroma das flores
Para ouvires os teus passos no solo
Para te envolveres com a noite e as suas estrelas
Para escutares a voz que vem do coração
Todo o silêncio é de ouro.
É no silêncio que tu nasces
E vives nos meus sonhos
Encontra-me no teu coração
Sente-me...
Vê para lá de mim.
Gosto de simplicidade
Gosto de silêncio
Gosto de me sentir grata
Gosto de dizer "amo-te"
Gosto de fazer feliz o outro
Gosto de namorar
Gosto de pensar positivo
Gosto da minha fé
Gosto de gente verdadeira
Gosto de me cuidar
Gosto de cuidar dos outros
Gosto de olhar o céu, o mar e as estrelas
Gosto de mim!
Um Anjo te direciona para junto de mim
És parte da minha vida que eu desconheço
Ouvindo o silêncio, escuto a tua alma
Quero ser para ti o que ninguém ousou ser
Eu conheço os caminhos do teu coração
No silêncio da noite, é nele
Que adormeço e descanso feliz.
O silêncio me assusta inclusive o meu próprio
Quando fujo do óbvio de alguns colóquios
É por não saber mais o que dizer
expressamente a coisa vai mal...
Inquieta, eu, poeta, paro e penso.
Às vezes, preciso beber um gole
denso de silêncio.
Tomar um porre fluido de nevoeiro,
Um cálice poético evidente.
Poder inspirar pela tangente,
Preciso me embrenhar,
Gritar, silêncio...
Silêncio...
O Silêncio do Condenado
Eu vi o que não queria ter visto e sente o que não queria ter sentido. Olhei no espelho e vi olhos vazios, escuros e sozinhos Já não existia mais caminho, já não existia mais vida em um lugar na onde já foi um jardim hoje era um deserto frio. Caminhando pelas ruas frias, debaixo das luzes de neon da cidade, sob uma chuva melancólica. O som do silêncio era ensurdecedor! Gritava e ninguém ouvia chorando de agonia a alma sofria todos os dias.
Mas hoje com o passar do tempo o grito foi abafado por noites em claro, só o som do silêncio existia. Barulho ensurdecedor mesmo sem dizer uma palavra “sê intendeu” que ninguém se importava em destrancar aquela cela, uma cela fria e sem paredes. A pior prisão para se viver dentro de si, como um condenado ao próprio corpo e a própria vida, um condenado a sofrer em silêncio, pois tudo que ele ouvia era seu próprio som do silêncio.
O silêncio do condenado.
Tenho tanto para falar que chega a ser sufocante o silêncio nos meus dedos.
Expressão essas que não decifrei em letras, a mente pensa os sonhos navegam em pensamento.
Estes mesmo que ainda não decifro nas linhas estendidas sobre o papel este mesmo que já traz sã lembrança.
Da floresta a onde os arbustos ao longe vêm uma florada que ainda não sei distinguir.
Que flores e essa entre cores amarelas e laranjada com um pouco de lilas as folhas verdes dando um destaque a mais!
Olhando para o céu que me faz reflexo do mar no horizonte profundo me recordando da minha infância que tão perto, vem me trazendo uma breve lembrança.
Dos meus desejos que não realizei, me pergunto porque, mais como devo agir nestes universos de anseio e desejo que me faz refletir.
Vem o silêncio entre o barulho trazendo o conforto de que um dia, só mais um dia para agir!
Eu me sento em silêncio, observando o jardim silencioso da minha mente. Não há flores vibrantes nem um sol radiante hoje. A terra está seca, rachada pelo peso de pensamentos não ditos, de emoções enterradas. Um vento frio sopra entre as plantas murchas, sussurrando lembranças que eu tento esquecer.
Há uma pequena árvore no centro do jardim, retorcida e solitária. Suas folhas são lembranças de decepções passadas, cada uma carregando o peso de um erro, de uma palavra não dita, de um caminho não percorrido. Tento regá-la com a água da minha esperança, mas o solo parece absorver tudo sem deixar rastros.
No entanto, entre as ervas daninhas e as plantas murchas, encontro alguns brotos tenros, sinais de resiliência e crescimento. São pequenos, quase imperceptíveis, mas carregam a promessa de um futuro mais florido. São os pensamentos de gratidão, os momentos de paz, as pequenas alegrias que me lembram que mesmo em meio à escuridão, a vida continua a florescer.
Este jardim silencioso é meu. É um lugar onde posso me perder e me encontrar, onde posso enfrentar meus medos e celebrar minhas conquistas. E embora hoje ele pareça sombrio, sei que com paciência e cuidado, ele poderá novamente florescer em toda sua beleza.
