Poemas Góticos de Amor
"Tentei te dizer muitas coisas,
tentei não te amar. Mais nada
do que eu fizer vai apagar o que
sinto por você. Resumindo, eu
te amo".
"Felicidade é ver o sol depois de um
tempestade, é amar todo dia de forma
incondicional. Felicidade é viver a pureza
e a simplicidade dos nossos atos. Felicidade
é poder voar pelo mundo a fora, mais ter
onde possar. Sentir a brisa molhar o rosto,
é ver o amor nascer em forma de uma criança.
Busque a felicidade que vive dentro de você.
Apague os ressentimentos que bloqueiam
você de ser Feliz. A tristeza é temporária
mais você é eterno"!
Um desejo.
Você
Uma mania.
Pensar em você
Um erro.
Deixar de te amar
Uma felicidade.
Ver você feliz
Uma necessidade.
você aqui.
(...) Talvez o meu erro foi acreditar demais
me entregar demais, te amar demais.
Me decepcionei profundamente. Perdoar
pode aliviar a sua dor, mais minhas feridas
só o tempo pode dizer...
O prazer de ser mulher.
Aquelas que ousaram pensar, se expressar, amar e se libertar foram condenadas à morte por aqueles que as temiam, mas suas forças foram maiores e transcenderam ao tempo no sangue de suas descendentes.
Somos temidas porque dizemos não à submissão, somos temidas porque não tememos o prazer, somos temidas porque conhecemos o poder feminino, somos temidas porque somos livres.
Em minhas veias corre o sangue daquelas que foram queimadas e através deste sangue, pecaminoso para alguns, conquistei a liberdade quando estive no inferno, conquistei o respeito de quem foi meu diabo, conquistei o direito de escolher a quem amar, conquistei o direito à liberdade, conquistei o direito de ser bruxa, conquistei o direito a não temer ser mulher.
Minha arte surge do bem pensar
Do bem querer
Do bem agir.
Do bem amar,
Do bem viver,
Do bem sentir.
Arte por arte surge do bem
Pensamento nobre ao escritor.
Flutua da mente, cadente
Expressa o bem e a dor.
É latente, expressão ardente,
Céu do amanhecer.
Aflora e com coragem explora
A dimensão do ser.
Mãe, como pôde me amar?
"era um planejamento
ou quem sabe um acaso
um profundo sentimento
ou um fruto de um caso
um sinal apareceu
uma semente se formou
raiz que ali cresceu
uma bolsa que cuidou
dia dia se passou
no silêncio apareceu
semente se plantou
a plantinha floresceu
o anônimo acabou
a notícia se meteu
pois a língua divulgou
e alegria apareceu
um choro aconteceu
quando ele me puxou
mas você não sabia
como eu era ou seria
e eu não compreendia
porque de mim já gostou
só vi que me abraçou
e aquilo esquentou
senti forte calor
pelo olhar que dispensou
mas não me conhecia
como pôde dar amor ?
da sujeira me limpou
e o pranto acabou
feliz se tornou
de filho me chamou
uma lágrima derramou
de mim sempre cuidou
nenhum dia reclamou
e pra sempre me amou
por isso Deus te abençoou
mãe,
com palavras te agradeço
pois presentes não tem preço
mas um beijo eu te dou
em cada canto eu te vejo
cada vez que vou ao espelho
pois sou fruto de seu amor"
Um dia você me perguntou:
O que viu em mim?
Então eu respondi:
- Antes de amar seu
Coração,
Me apaixonei pelos seus
Defeitos!
Helaine Machado
~Relatos no silêncio~
O luto de reprimidos
A lástima dos envolvidos
Todos iludidos
Todos perdidos
Desde gritos não ouvidos
Até o sonhos desistidos
A guerra dos desejos oprimidos
A derrota dos pensamentos esquecidos
Atuando os personagens
Na grande vida de viagens
Silenciadores nos tornamos
Diante ao mundo nos calamos
O Olhar do Mundo
Não, não é fácil ser lido.
O mundo vê-me passar
e já decidiu quem sou
antes que eu tenha dado um passo.
Se fico, sou pedra imóvel.
Se ando, sou vento sem raiz.
Se espero, sou indeciso.
Se escolho, sou rígido.
As sombras que se movem nos muros
não são minhas,
mas o mundo insiste em vê-las em mim.
Os gestos que lanço no tempo
mudam de forma ao tocar outros olhos.
E assim me perco nos reflexos,
na dobra das interpretações,
na lente de quem vê o que já esperava ver.
Mas talvez valha a pena seguir,
deixar que o dia corra o seu curso,
que a poeira assente,
que o próprio mundo reveja o que viu
e, quem sabe, um dia entenda.
O Que Se Lê no Mundo
Não, não é fácil compreender.
O que se vê nem sempre é o que é,
o que se sente nem sempre é o que se quis dar.
A luz que atravessa as folhas
é sombra ou claridade?
O rio que corre apressado
foge ou segue o seu rumo?
Tudo depende do olhar que pesa,
da memória que julga,
do medo que contamina.
O mundo não se explica,
move-se, respira, transborda
— e cada um o lê à sua maneira.
Mas talvez valha a pena ficar,
esperar que o tempo dissipe os enganos,
que a verdade encontre fenda na rocha
e que, no silêncio certo,
o mundo se mostre sem precisar de tradução.
Ruído e Sintonia
Às vezes, o mais difícil
é ser compreendido.
O que digo, o que faço,
o que deixo por dizer,
perde-se num labirinto
de ecos distorcidos.
Não é por nada que se diz
que o caminho para o inferno
está pavimentado de boas intenções.
Mas e quem lê as intenções?
Quem decifra o código
das entrelinhas invisíveis?
Cada olhar é um prisma,
cada ouvido, um filtro.
O que para um é gesto de afeto,
para outro, afronta.
O riso de uns
é a ferida aberta de outros.
Comunicar é atravessar o abismo
entre o que se sente
e o que se entende.
Palavras são apenas vento
se não encontram solo fértil,
se não fazem vibrar a mesma corda.
Porque no fim,
toda mensagem precisa de um lar,
de um receptor que a acolha
e a transforme em sentido.
Se não, é só ruído,
perdendo-se no vazio
Digo uma coisa, e entendem outra.
A vida é um jogo de espelhos
onde cada um vê apenas a sua própria sombra.
Falo com intenção limpa,
mas o outro ouve com o peso do seu mundo.
E assim, entre a verdade e o engano,
o que era claro torna-se nevoeiro.
Talvez nada seja realmente dito.
Talvez apenas fingimos comunicar
enquanto cada um se perde na solidão
das suas próprias ideias.
Digo palavras como quem lança
pedras num lago:
espero apenas que as ondas
toquem outra margem.
Mas nem sempre chegam.
Ficam presas na sombra
de quem as ouve.
Queria que tudo fosse claro,
como um rio ao meio-dia,
mas há sempre a névoa
dos dias difíceis.
No fim, talvez reste apenas
um eco perdido,
uma sílaba breve
na boca do vento.
O Eco do Silêncio
Lanço palavras como quem atira pedras
num lago sem margens,
esperando que o silêncio as devolva
sem distorção.
Mas o mundo é um espelho partido,
onde cada olhar lê o que já esperava ver,
onde cada voz se perde
num labirinto de ecos esquecidos.
Não sou feito de aço,
nem de pedra erguida contra o vento.
Sou a sombra de um pensamento que passa,
o reflexo de um instante que já se foi.
Se digo, não ouvem.
Se calo, suspeitam.
Mas sei que a raiz cresce no escuro
e a verdade não precisa de nome.
No fim, talvez reste apenas um vestígio,
um traço de luz na poeira do tempo.
E quem escutar, quem souber ler as entrelinhas,
saberá que sempre estive aqui.
Dizer o obscuro
Assim como Orfeu, toco
a morte nas cordas da vida
e ante a beleza do mundo
e de teus olhos, que comandam o céu,
só sei dizer o obscuro.
Não esqueças que tu também, de repente,
naquela manhã, teu leito
ainda úmido de orvalho e o cravo
dormindo perto de teu coração,
viste o rio obscuro
passar por ti.
A corda do silêncio
estendida sobre a onda de sangue,
agarrei teu coração soante.
Tua mecha se transformara
em sombrio cabelo da noite,
os flocos negros da escuridão
cobriram teu rosto com neve.
Mas não pertenço a ti.
Agora lamentamos os dois.
Mas assim como Orfeu conheço
a vida ao lado da morte,
e me parecem azuis
teus olhos fechados para sempre.
Ansiedade em Verso,
A cada esquina da mente, dançam sombras incessantes,
A ansiedade, sutil, tece seus fios de inquietação.
É um labirinto íntimo, sem jardim, sem findar,
Onde o pensamento se perde em constante aflição.
O coração bate descompassado, respiração ofegante,
Cada instante, um mar revolto, turbilhão interno.
Na ânsia de um não ter querer, sincero.
A vida, peça onde sou figurante,
Interpretando o papel da busca pelo eterno.
Há dias em que o sol não aquece, apenas brilha,
E as noites são abismos de silêncio e dor.
A alma cansada, curva-se, vacila,
Na esperança de um alívio, um gesto de amor.
Mas, na tormenta, encontro força oculta,
Nos versos que escrevo, busco compreensão.
Na luta contra a maré, a alma exulta,
Descobrindo na poesia, a chave da libertação.
Assim, navego nas águas do ser, profundo,
Entre medos e sonhos, perda e ganho.
Na jornada de viver, só neste mundo,
Tentando, dia após dia, encontrar meu tamanho.
A morte, essa inimiga faminta, trás sempre nas suas mangas fúnebres,
três palavras que começam com S...
✨Saudade✨ Silêncio ✨ Solidão...😢🌷
Ele compreende nosso silêncio
Conhece todos os momentos de tristeza mesmo quando estamos sorridentes;
Não há lágrimas por mais discreta,que Ele não veja.
Ele é Deus!
Seriedade não é sinal de tristeza
É introspecção
Água ainda não utilizada da torneira
O querer dizer Sim
E saber dizer Não.
