Poemas Góticos de Amor
AMOR SEM FIM
É tão triste a madruga
Sem você perto de mim
Seu sorriso que me encanta e me adormece até eu dormir
Um amor que é uma paixão
Que faz pulsar o meu coração
Reascendendo um amor sem fim
Porque será que eu te amo?
Porque será que eu me engano?
Eu quero você aqui pra mim
O teu olhar me fascina
O teu amor me ilumina
Venha comigo e siga até o fim
Deixa que eu te leve
Que o nosso amor eu carregue
Fixando essa paixão dentro de mim
TORMENTAS DE AMOR
Fiz morte pequena do amor,
Alegria imensa da flor,
Sutura emergencial em que sangra a dor.
Proferi palavras imperfeitas,
Feri-me nas suas desfeitas,
Mas supero-me nessas tolheitas.
Desfaço-me nas tormentas;
Reluto quando inventa
Cousas que o mundo tenta.
O brincador faz de ti poesia,
E tu vens com um sorriso de alegria
Pintando cores no céu dos dias.
:::: Gaiola :::
Eu ouço o som de um triste passarinho
Á cantar - desespero - de amor
Que mora na casa do meu vizinho
Dono daquele esplêndido cantor
Que nem imagina que o pobrezinho
Canta diariamente sua grande dor
E que já cansado - canta baixinho
Os breves sintomas de um sonhador
Com os olhos pequenos vive olhando
O céu pintado de azul infinito
Triste e sozinho - começa á cantar
E em suas noites - só e sonhando
Lágrimas de um canto - triste e aflito
Sonho preso que não sabe voar!
AMOR, A MORTE
Águas de enxurradas, quem se arrisca,
A segurar garranchos e se assentar em lodo,
Rio sem futuro, que depois da chuva, a vista,
Não terá mais rumo, o que se ver de novo.
Bate o vento trazendo a chuva que tudo traz,
Uma esperança, o amor, lembrança de se agarrar,
Uma vontade espessa, algo que nos faz,
Pensar eterno, desejar os restos que se assentarem.
Águas corredias, no sentido contrário,
O amor nos conduzindo pra de novo se largar,
E tomar o leito revertendo, o horário,
Quando mergulhamos loucos por lhe abraçar.
Uma cuspideira, sujeira do mar,
O amor assim quase sempre nos traz,
Já perdido o fôlego, a visão, o ar,
Dá-nos sua boca como um salva vida, só isso faz.
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naeno*comreservas
Se ao seu redor tudo parece feio, triste e cinza, pense em algo que te faz bem, imagine o amor e lápis de cor; tudo ficará lindo, alegre e cheio de cor.
Naqueles dias em que tudo parece dar errado, perceba as coisas boas e simples da vida e, faça algo fora do seu comum; perceberá um sentimento bom dentro de ti, como uma criança ao descobrir algo novo, uma felicidade sem igual.
Em dias monotonos, sem graça solte aquele grito que nunca teria coragem de soltar, dance e cante, liberte sua alma da rotina na qual a criança dentro de você está aprisionada.
Dance, cante, grite, sonhe acordado, corra atrás da sua felicidade, procure ser você mesmo, sem medo ou vergonha. Faça algo bom para alguém. Abrace, beije, diga eu te amo/adoro para quem você gosta, perceberá um sentimento muito bom que guarda junto a você sem perceber.
Imagine só... Se...
Imagine um mundo no qual todos são alegres, felizes, estão sempre em paz e harmonia, um mundo no qual " o bem e o amor superam tudo", um mundo em que as pessoas se respeitam, assumem o que sentem. Imagine.. Imagine.. Imagine.. Sonhe sem medo de acordar, com o dia no qual o mundo será assim, será o dia em que ' o Sol invadirá os olhos, só pra nos lembrar que o bom da vida não tem preço'; nesse dia o homem verá que exixte muitas coisas importantes além, do dinheiro, ambição e poder.
Esse dia chegará ...
"Luz, preencha todo o meu ser
E mostre o que podemos ver
Além do que é material, se encontra a alegria
Flui, em tudo uma força maior
Que cria e muda pra melhor
Que só quer ver você dançar
Em sintonia"
Amor após a morte
Talvez todo o nosso amor vivido,
Não tenha sido o suficiente,
Para nos preencher de tanto amar,
Se o amor que vivemos na terra,
Chegou ao fim,
Disso eu nem quero lembrar,
Pois mesmo após a morte,
Esse grande amor continuará,
Sei que talvez nunca existirá,
uma outra vida...
Mas mesmo estando entre os anjos,
Ainda assim eu sei que vou te amar,
Mesmo que os anjos se cansem,
Deste amor verdadeiro e louco,
Nos amaremos como amamos na terra,
Mesmo estando numa vida do lado de lá,
Pois sei que o amor é eteno,
E essa chama de amor
Nunca morrerá.
Enquanto estou nesse mundo tulmutuado, vejo pouco amor e muito odio, pouca alegira e muita tristeza, pouco afeto muita dureza, pouca paz muita violência,pouco aproveitamento de vida e muita correria,
então acabo idagando:
se eu que sou só mais um humano vejo tudo isso e mim estristeço, quanto mais Deus que tudo criou para ser perfeito...
Quando o amor me deixar triste
não chorarei,
não lamentarei,
não sentirei pena de mim...
Pois me acompanha o consolo
de que essa felicidade não era mesmo
o meu maior objetivo.
Se me perguntares
qual era então o objetivo,
respondo sem receios,
fugir da solidão...
Mas o triste mesmo em tudo isso
é que às vezes, ou melhor,
muitas vezes
é impossível fugir da solidão.
Hoje estou só.
Hoje estou triste.
Hoje nada me consola...
Solidão.
A dor do amor
Não amo como os homens,
nem como os deuses.
Amo como a morte à espreita,
certa e inabalável.
Perfeita.
Amo como a dor e a rejeição,
como a vida: ilusão!
Não amo como julgas me amar,
nem como me culpas por não te amar.
Amo com ódio e fúria,
com torpor e luxúria,
amo com rancor e injúrias,
com ternura...
Amo como um punhal
no limite final do desespero.
Amo desigual...
E jamais amei!
“O nascimento e a morte são passagens
da evolução do amor na vida ao amor na eternidade.”
Viviane Andrade
Mundo de sombras.
Mundo amargo, De diluvio,
Para um desnudo momento,
Passado de longe, meu amor,
Grande sentido, Mero vazio,
Entre tantos pesadelos, Sois o dia,
Nessa escuridão, de meu coração.
Fora, em profundezas, esquecido,
Momentaneamente, calmaria, de repente,
Sonho bom, sendo algoz, meu amor...
Cala me por mais que temores de minhas mãos,
Sejam tormentas, desaguam sobre suplicio,
Vejo está noite um passado, mero detalhe,
Dentro da alma em chamas que consome...
Destino estranho que dera, eras no docemente,
Passadas por voz em algum murmurio,
Ruínas, de um passado, perdido por enquanto,
Se diz para cada madrugada, mais um gole,
Na sobriedade, o medo que escurece os olhos,
Por tal solitude, espaço sem compreensão,
Vertigem de mais a mais, embora amor...
Vasto em origens desconhecidas, á vejo
De tantas formas, sendo a última vez,
O primeiro de longe a paixão, que gravita
Dentro da amplitudes que o amor é diluído
Nas passagens da vida há amo puramente...
Entre o amor e a morte
A beleza da natureza nunca morre,
Ela nasce em outro lugar mais atraente.
Assim como um amor que acaba,
E se transporta para outro coração certamente!
Morremos aos poucos durante a caminhada,
Mas ainda há muito que viver nesta estrada.
A morte busca findar com a nossa vida,
E quanto ao amor, ele é um segredo eterno!
A morte será inevitável, nós passaremos por ela...
Ninguém sairá vivo dessa empreitada chamada vida.
Mas não menospreze a força maior do amor,
Que transpassa essa dimensão e devolve a vida.
O importante ficou na lembrança da mente,
Bons momentos não podem ser apagados...
Estar de luto não deve ser algo permanente,
Ao expressar a tristeza, deixa os sonhos alados...
CONSCIÊNCIA DA MORTE
A morte cega e sem vida
especializou-se em matar
e sem amor...
perambula pelas peripécias da paixão
extermina com a esperança
e anda desiludida com o futuro
e ainda é especialista
em parar as válvulas do coração.
A morte perdeu o calor
desinteiriçou pelo viver
e despediu a felicidade.
A morte molha-se em lagrima
com o silencio forçado
e vaga pela fragrância da flor...
Aprontando atrocidades
ela camuflou o prazer
e semeou o tal horror.
Pra uns...
a morte causa dor e desespero
Para outros a morte traz felicidade.
A morte sempre soube...
Que, todavia, é o caminho de volta
Só o viver nunca se deu conta...
Que a vida, é a estrada da ida.
Antonio Montes
Eterno?
Na minha loucura você se afastou...
Não sabia que era tudo por amor.
Na minha tristeza, me abandonou...
Não entendia que eu fazia tudo por ti.
Na condução dos fatos, me ignorou...
Agiu cruelmente comigo, sem interagir.
No seu repúdio, tudo em aberto ficou...
Mas nada é eterno e tudo pode excluir.
Meu amor, simplesmente me afague.
Não olhe para as cruéis circunstâncias...
Abraça-me e suavemente se encaixe,
Sinta todo o calor da nossa paixão.
Não deixe que tudo entre nós se acabe!
Sem que eu possa lhe dar explicação...
E não aja covardemente, não se afaste.
Procure ter mais daquela compreensão...
Tudo é eterno enquanto nós quisermos,
Mas, nada pode ser como antes da dor!
Não me mate na tristeza da solidão diária,
E veja como ainda é grande o nosso amor.
Covarde Sentimento
Olha como esse amor com ela faz!
Deixa-lhe triste, quanta maldade!
Será que te ama de verdade?
Realmente ela não consegue imaginar,
Quando se refere à palavra jamais,
Decida, não espere ser tarde demais.
Às vezes a saudade bate tão forte,
Que ela não consegue interpretar,
Quer-se a sua real maneira de pensar.
Quando se diz preocupado está,
Talvez não seja um simples pensamento,
Mas sim, o reflexo de um covarde sentimento.
Arraigado no mais puro e fértil solo de um ser,
Proporcionando a mais pura emoção,
Tirando de sincronia o amor e o coração.
Não tente confirmar uma falsa verdade,
Mesmo que esteja sempre ao seu lado,
Jamais demonstrou ser um ser humorado.
Mesmo durante os mais belos passeios,
Tentando impressionar com sua riqueza,
Não se via de sua parte um gesto de nobreza.
Quando nos momentos de tristeza,
Nada fez para tentar te alegrar,
Talvez não saibas o verbo amar.
Nunca tentou se vestir de palhaço,
Para arrancar dos lábios um sorriso,
Será que até neste caso se faz indeciso?
Dizendo te amar de verdade,
Onde nada seria impossível,
Quer-se a realizasse o possível.
Não lhe digas que a ama,
O que fez foi muito pouco,
Ou será que se fez de louco?
Não me digas o que sentiu no meu beijo,
Certamente não cruzou a fronteira da paixão,
Por estar preso num corpo sem inspiração.
Nem mesmo para um presente comprar,
Mostrando que de mim se lembrava,
Ou será que nada em mim te encantava?
Não gostaria de expor a tal situação,
Pois todo o ocorrido até hoje me intrigo,
Até no momento que fez amor comigo.
Será que foi somente um sonho?
Acredito ter sido um verdadeiro pesadelo,
Porque num sonho de verdade, não existe atropelo.
Du’Art 12/ 12 / 2016
parei de viver com mortais,
quando morte me deixou
por um amor que nunca existiu,
não me venha com desculpas...
entre todos momentos tentei chorar,
mais não tenho lagrimas...
neste mundo que nunca me pertenceu...
fiz muitas musicas e repeti versos
que nunca vão entender,
convidem a todos que deseje imortalidade
a morrer quando a paixão tocar teu coração.
Na minha intensidade de sentir
Bordei amor, vida, tristezas, alegrias e saudades
Sobre a folha de papel.
E dei asas aos meus versos, só para ver se eles tocariam
O céu dos muitos corações que me abraçam...
Me traga o sol,
a floresta
e a morte,
juntemos nossos sofrimentos,
nossa dor,
nosso amor
e façamos deles nosso aprendizado,
nosso encanto mais forte.
E em meus olhos você ouvirá,
o vulcão,
o bater de asas,
o trovejar.
Traga para mim a canção,
Os cinco passos,
a oração
que emana de seus braços
e me deixa sem chão,
me faz delirar.
Seja a explosão,
sou o óleo,
a brasa,
a ventania
e oque mais precisar.
Ao espírito ofereça seu coração,
a água,
a terra,
o fogo
e o ar,
e se ainda quiseres toda essa rebelião,
permaneça ao alcance de meu olhar.
