Poemas Góticos de Amor
A lei como Aliança, foi imperfeita. Foi um ministério da morte. A lei matava, por causa do pecado. Por isso foi uma aliança imperfeita. Jesus Cristo é o ministério da vida. Ele da vida aos pecadores, com todo o seu imenso amor.
Para os que pregam evangelho da prosperidade, eu digo a vida do cristão é e deve ser uma morte contínua, para o pecado e por amor ao Senhor.
Às vezes não imaginamos o que foi a morte de Jesus Cristo, só compreendemos se morrermos em cada momento para o pecado.
Após a morte não há nenhuma salvação. Isto é se alguém quer ser salvo tem que se decidir a aceitar Jesus Cristo em vida. De nada adianta orações pela alma do que morreu, nem tão pouco há Purgatório algum. Se quer ser salvo decida-se em vida a pedir perdão dos seus pecados, e a sua alma será salva!
A salvação tem o preço da morte de Jesus Cristo. E tem o preço de uma morte de todo aquele que crê. Aquele que crê deve viver, morrendo todos os dias; Deve levar uma vida de verdadeiro sofrimento pelo evangelho, por amor a Deus e por amor ao seu próximo. O Apóstolo Paulo disse " para mim o viver e Cristo e o morrer é ganho"!
A prova que após a morte há uma consciência de si, é a parábola do Rico e do Lázaro. Tanto o rico como Lázaro estavam conscientes de si próprios! Depois temos em Apocalipse as almas que falam com Deus a apelar por justiça!
" Nós seres humanos somos muito apegado a matéria, fizemos de nossa saudade a tristeza mais cruel que existe".
A experiência mais triste para o ser humano é ter que pedir ajuda para quem um dia ele prejudicou...
Não tenha medo de ser feliz, toda felicidade e momentâneo, ainda bem, porque, isto faz a tristeza ser momentâneo também.
Só os loucos brigam até a morte, porquê, uma briga pode existir para garantir um direito e não a morte.
Você se torna o porto seguro de alguém, quando você vê traços de tristeza no sorriso, quando você vê uma lágrima presa em um olhar reflexivo e por fim quando só você entende a dor sem gemidos, mas, isso tudo acontece com o preço alto, do seu silêncio que corta sua entranhas por esse alguém.
É mais um dos grandes mistérios da vida que a tristeza e a alegria possam coexistir de forma tão harmoniosa.
Há uma ternura triste, quase imperceptível, que habita os corações dos apaixonados. É a crença silenciosa de que, para merecer o amor, é preciso ser menos. Menos ruidoso, menos estranho, menos intenso. Como se amar fosse passear por um salão de porcelanas impecáveis, e não andar descalço num jardim onde brotam flores selvagens. Quantas vezes você já se olhou no espelho e, em silêncio, declarou guerra a si mesmo? Quantas vezes domou sua risada por achá-la alta demais, podou suas ideias por parecerem estranhas demais, engoliu sua verdade por medo de que fosse demais para o outro? Ah, meu caro... o amor de verdade não é um molde no qual devemos caber. É um lugar onde cabemos inteiros. Há quem se apaixone justamente pelo que você esconde. Pelo seu jeito estabanado de contar histórias, pelas paixões excêntricas que ninguém mais compreende, por aquele detalhe que você julga imperdoável. O amor é distraído das lógicas, surdo às conveniências. Ele gosta de vozes desafinadas, de risos fora de hora, de olhares tortos. Ele gosta do que é seu, e só seu. Não se torture tentando caber em formas que não foram feitas para você. Não há vitória alguma em ser amado pelo que você finge ser. Seja quem é, com todas as suas delicadezas e desatinos, e espere. Porque o amor que vale a pena não exige máscaras nem reformas. Ele reconhece a alma pelo avesso, e ali se aconchega. Ele não chega exigindo silêncio: chega com ouvidos abertos para a música que é só sua. E quando ele vier, não pedirá que você se esconda. Vai sentar ao seu lado, sorrir, e dizer com simplicidade comovente: Gosto de ti assim, exatamente assim, com tudo que o mundo não soube entender. Seja raro. Seja inteiro. Seja você. Porque o mundo está cansado de cópias bem-comportadas. Mas há uma beleza revolucionária em ser verdade.
