Poemas Góticos de Amor
Há morte em vida quando o trajeto é menosprezado ou mesmo ignorado pela ânsia do destino, do desfecho que só tem segundos de alma.
Aqueles que temem a morte não deveriam estar vivos, afinal: todo mundo vai morrer um dia, você não é uma exceção.
Nas sombras da tragédia, onde a dor se entrelaça com o destino, encontramos o consolo de Deus. Ele é a luz que permeia a escuridão, a mão que nos ergue quando nossas forças fraquejam. Nas lágrimas que caem, Ele é o abraço silencioso que nos envolve, lembrando-nos de que não estamos sozinhos. A esperança floresce mesmo nos campos devastados, pois Deus é o jardineiro que cultiva a beleza nas cinzas.
Nota-se o mundo melancólico onde vivemos, nação contra nação, enfermidades se alastrando, pessoas carente de atenção e a saúde espiritual contaminada pela incredulidade humana. Contudo, o Cristão anda na contra mão do mundo, em Romanos 12:2 lemos: “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Não se conformar é não ter a mesma forma, em outras palavras é não estar na mesma direção. Deus requer de cada cristão que ande na contramão deste mundo. Amém!
"Até que a morte nos separe." Antigamente era mais fácil dizer isso. Havia mais disposição para ver o tempo passar, menos pressa, porque as distâncias eram maiores. Quanto menor a distância, maior é a pressa e a ansiedade de chegar.
A experiência normativa do processo: depois da tristeza, a alegria. Não a manifestação eufórica, irreal, mas a serena alegria, aquela que, antes de ser externada, nós construímos no silêncio do coração.
Ao compartilhar a nossa dor, a tristeza, a alegria, o público se sente menos sozinho. Todos nos sentimos menos sozinhos.
(Trevor Slattery)
"O covarde se entrega a morte sem conhecer a vida, o destemido se entrega a vida tendo consciência da morte."
Notamos que uma sociedade está doente quando relativiza a morte de um herói e valoriza a morte do bandido.
Não há maior tristeza do que a de não ter tristeza. De viver sem a angústia que nos faz sentir a beleza. De ser um ser sem sentido, sem paixão e sem nobreza. Antes a dor que me inspira do que a alegria que me entorpece. É que o poeta só existe se tiver a alma em chamas, pois o fogo que o consome é o mesmo que o ilumina. Vejo a vida como um fardo, carrego-a com ironia, pois o inferno canta mais baixo em dia de agonia. Então, que me dê a força para escrever o que ninguém ousa dizer, que me dê a coragem para enfrentar o que ninguém quer ver. Que me dê a lucidez para saber que tudo é vão. Que me dê a ironia para rir da minha condição. Que me dê a amargura para temperar a minha poesia. Que me dê a tristeza para ser a minha alegria.
Eu já carregava comigo a solidao dos dias tristes, pra mim foi absolutamente tranquilo!!! Agora com os dias felizes eu certamente irei me confundir.....
Não me interessa se existe vida após a morte, tanto faz!!!! O que me interessa são as dores da vida....
Morrer não é o fim pois existe vida além da morte,mas é muito difícil para muita gente acreditar,pois teimam em acreditar na dor da separação daqueles que partiram,deixam a dor ficar enraizada lá no fundo da alma punindo-se,crucificando-se deixando -se sofrer e fazendo sofrer quem se foi por não acreditar que a paz de quem se foi depende da paz de quem ficou,e que lá do outro lado a luz brilha mas perde o brilho por causa de quem não acredita que Deus cuida de todos nós aqui ,lá ou em qualquer lugar que a gente esteja ou vá.
Às vezes, me pego pensando... É nessas horas, quando acolhemos as fragilidades e tristezas que moram em nós sem pedir licença, que surge a força para criar textos complexos. Textos capazes de iluminar, mas que alguns desavisados — aqueles desprovidos de experiência ou sem dor aparente — talvez não consigam compreender. Ah, aí é fácil: basta soltar as palavras ao vento, e ele faz o resto. Leva consigo a dor iminente, para um lugar que nem imagino, pois imaginação não é meu forte.
Sabe qual a graça da vida? É sobre encontrar a graça, em qualquer situação, na alegria ou na tristeza
A felicidade conduz à partilha, a tristeza conduz à doação, o temor conduz à lealdade,
a raiva conduz à vingança e a humildade conduz à fé!
"Enquanto me divirto e rio, minha ligação com minha postura melancólica sempre impediu que eu realmente alcançasse a felicidade."
"Ser covarde é fugir da morte, mas se é corajoso, vai optar por se sentir morto pelo menos uma vez na vida."
"Se um dia eu sumir, não se preocupe; já me encontrava morto há muito tempo, perdido na sombra dos dias que se foram."
