Poemas Góticos de Amor
Se você quer alegria, doe, compartilhe
Se você quer tristeza, magoe ou fira alguém
Se você quer viver, sorria e seja grato
Se você quer morrer, desista.
Se você quer saber, aprenda.
Se você quer ver a Deus, imite Jesus.
Danny Moraes
Você, você!
Que me faz sorrir, mesmo triste da vida.
Que me faz sentir na hora da partida.
Se não tem mais jeito, diz: Tenho a saída!
Você, é você!
Que sabe ser forte, não chora na luta.
Que sabe ser doce, mantendo a postura.
Ama ser quem é, sem medo de ter culpa alguma.
Você, é você, só você!
Guarda Senhor meu coração das tristezas desse mundo.
Me ensina a colher as alegrias e,com carinho plantar jardins inteiros de amor.
Que eu seja luz, paz nas palavras e compaixão no meu agir.
Que meu coração esteja sempre de portas e janelas abertas,bem arejadas para receber e abrigar o bem !
Aprendendo sobre gratidão
Por cada decepção
Por cada tristeza
Por cada revolta
Gratidão não é somente sobre quando tudo está perfeito
E sim sobre o que você aprende com aquilo que superou
Por mais intenso que seja afinal tudo será uma lembrança
Melhor que seja de superação e aprendizado
Tudo passa
Morte in vida
Viver é uma arte, sobreviver faz parte, todos os dias morremos estando vivos, e vivemos estamos mortos... Uns dias só nos resta destroços, em outros remorsos... Mas o bom negócio é sair do ócio, e enfrentar o viver, após tanto padecer.
Tristeza
Minha tristeza é aquilo que não
seja tristeza,por não conseguir
viver todas as alegrias ;isto me
ocorre por meus olhos ter um
único olhar :o do alegre à todos.
Tristeza!
Ando fraca e deprimida!
Achas mesmo que pode me derrubar?
Pois sinto que lhe devo informar:
- Tenho um Deus forte,
que em minhas mãos está a segurar…
E mais uma coisa eu lhe garanto:
- Nunca delas vou me soltar.
Então desista…
Pois da minha vida só Deus vai cuidar.
Vá embora tristeza , xô preguiça, inveja, falsidade ..
Pra perto de mim tudo que for puro e verdadeiro.. amizades que valem a pena, pessoas que amam e cuidam dos animais.
Quero paz e sabedoria pra mim e pra todos os que amo.
Em nome de Jesus. Amem.
__ Flavia Letícia
O DOM TOTAL
"A morte que nos dá entrada à vida não é uma fuga à realidade, mas um dom total de nós mesmos que inclui uma completa entrega à realidade. Começa pela renúncia à ilusória realidade que as coisas criadas adquirem, quando consideradas apenas em relação aos nossos egoístas interesses particulares."
Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Vozes, 2010), pág. 17
se você morrer te dou minha vida
se você ficar triste te dou minha alegria
por isso te peço sempre sorria
E amanhã irei me levantar
sorrindo, mesmo que alguma tristeza
tente me assolar e os problemas
queiram me derrubar.
Porque sou persistente, confiante e muito forte. E se Deus até aqui me sustentou,
não será agora que irá me abandonar.
Tudo posso naquele que me fortalece!
A Morte não é algo que nos espera no fim. É companheira silenciosa que fala com voz branda, sem querer nos aterrorizar, dizendo sempre a verdade e nos convidando à sabedoria de viver. A branda fala da Morte não nos aterroriza por nos falar da Morte. Ela nos aterroriza por nos falar da Vida. Na verdade, a Morte nunca fala sobre si mesma. Ela sempre nos fala sobre aquilo que estamos fazendo com a própria Vida, as perdas, os sonhos que não
sonhamos, os riscos que não tomamos (por medo), os suicídios lentos que perpetramos. Embora a gente não saiba, a Morte fala com a voz do poeta. Porque é nele que as duas, a Vida e a Morte, encontram-se reconciliadas, conversam uma com a outra, e desta conversa surge a Beleza... Ela nos convida a contemplar a nossa própria verdade. E o que ela nos diz é simplesmente isto: “Veja a vida. Não há tempo a perder. É preciso viver agora! Não se pode deixar o amor para depois...”.
(Do universo à jabuticaba)
Eu escrevo sempre...
Escrevo quando estou triste
Escrevo quando estou contente
As vezes pareço até vidente
Mas sempre escrevo...
Eu escrevo sempre...
Escrevo quando estou em paz
Escrevo quando em tribulação
As vezes é pura emoção
Mas mesmo assim escrevo...
Eu escrevo...
Não vou deixar de escrever
Quando em silêncio
Quando me calo
Quando penso
Quando digiro as palavras penetradas em mim...
Preciso delas pra escrever...
Coloco aqui minha paixão
Minha mais forte expressão
Eu escrevo sempre
Não vou parar...
Não vou calar...
Eu escrevo...
#Dani Carvalho
A Vida é como uma música. Tem seus tons baixos e seu tons mais altos. Algumas, embora pareçam tristes, podem expressar felicidade. Outras, mesmo aparentando um ritmo mais animado, podem conter letras obscuras. Há ainda aquelas que se mantémapenas pela aparência, pois, por trás de sua melodia, apenas encontram-se letras vazias, não pragmáticas. Contudo, apesar de todas essas classificações, a música não tem um valor estabelecido em si, pois quem dá o valor a cada música somos nós mesmos. Uma música assume seu valor de acordo com a maneira a qual a enxergamos. Uma música, para ser boa para você, não depende da opinião dos outros… A sua música só precisa ser apreciada por quem a criou: você mesmo. Então aprenda a enxergar a sua própria canção com outros olhos, a aceitar sua canção, para só então poder aperfeiçoa-lá, sem nenhuma influência exterior.
Não julgue outras músicas sem antes saber da sua história e, muito menos, copie outras letras e melodias; seja receptor e original. O objetivo de cada música é apenas fazer o ser humano se encontrar!!! Cada um em seu momento!!
Menino Pobre
Menino pobre do meu bairro, triste,
existe um verso em teu olhar profundo;
é que em tua pessoa subsiste
a miséria tristíssima do mundo...
Menino pobre do meu bairro, existe
em teu olhar um sentimento fundo:
choras a dor de haver um mundo triste
dentro do grande e colorido mundo.
Menino pobre do meu bairro, grita,
para que escutem tua voz tremente,
amargurada, enfraquecida e aflita;
pelos irmãos que dantes não gritaram,
clama nas ruas angustiosamente,
exige o pão que os homens te roubaram!
Gióia Júnior
" poema do assassino"
De seus lindos olhos
Que vejo a tristeza
Os cabelos castanhos
Onde floresce o orvalho
Que escorre pelo rosto
Tangendo entorno a alma
Sedenta em todo sangue
Cujo a lâmina seca
Gerada a ferro frio
Transborda o sangue quente
Carne dilacerada
De seu corpo agora morto
