Poemas Góticos
humanos sua implacável busca pelo poder...
sendo a fantasia que cobre seus corpos ate a morte...
cálida vontade que expande pelas asas do universo...
sou uma maquina que trabalha até em seus sonhos...
até morte se ajoelhou olhando para os céus...
tudo desapareceu com um presente...
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
PARA QUE SONHAR ENTRE OS PESADELOS DA VIDA...
A MORTE PARECE SER BOA DEMAIS...
PARA CONTINUAR ENTRE OS ARES QUE PAIRA SOBRE
O LUAR O TERROR DA MORTE,
SEU BEIJO GELADO FLORESCE NUM PESADELO
DE GRITOS E PAVOR,
SENDO A SOLIDÃO DE TEUS OLHOS,
UM MARCO DO AMOR QUE CHEGOU
EMBORA SEJA UM MOMENTO ENTRE TANTOS DIAS
PASSADOS EM BEBEDEIRA,
SUA VOZ AO LONGE DECLARA O CIUMES E A INSEGURANÇA DESSA VIDA,
quando tudo parece ser o fim...
venha dançar com a morte...
deixe seus pensamentos para trás...
seja feliz pois a vida é curta,
tire a roupa tudo vai parecer estar morto...
beba a morte e veja meus sonhos,
vamos dançar até amanhecer,
beba a vida eterna,
e sinta o silencio dos mortais...
luz do sol
que atravessa o portal da morte,
com rosas vou seu enterro...
feitiço que atravessa a vida,
sobre seu nome minha vida,
passada na escuridão dos seus olhos mortos.
venha a noite como meu guia
solte se a verdade será eterna sua alma.
para os braços da morte
te beijo uma ultima vez,
dentro dessa cidade de mortos.
pela origem dessa vida,
que tanto desdenho teu coração,
por tantas vezes desejei teu amor...
em poucos estantes vi que tudo passou
em um segundo apesar de não abrir os olhos,
no profundo sentimento.
sois meu desejo e minha morte,
sois meu sangue e minha vida,
desespero que me afoga
sentimento sem fim
quando falei com você a primeira vez,
disse que lhe queria conhecer mais,
sua resposta foi um dia sobre a eternidade.
sinta a morte em meus lábios...
grite se puder
vou beber suas lagrimas,
e vou sentir seus últimos pensamentos.
A LOUCURA DO AMOR MEDIÓCRE
Entrevejam bem como me abraça o amor...!
Como o aconchego da morte, cruel e forte
Morde-me a jugular numa sangria de terror
Quando o almejo mais do que nego a morte.
E porquanto mais sou por ele, sempre rejeitada
Mais mendigo seus beijos frios e eupneicos...
Como desejo por tal querido ser a mais amada
E de tanto preterida, dói-me em esforço o peito.
Quisera negar-lhe o sangue das minhas artérias
Em desdém dizer-lhe que por fim fui liberta...
Mas fiz dele meus sagrados e minhas misérias!
Vejam, vejam bem_ Não o notar seria irreal...
Morde-me as carnes fracas, se nutre delas!
Loucura. Mas consagro este alento à imortal!
Anna Corvo
( Heterônimo de Elisa Salles)
NÃO ME INQUIRA SOBRE O AMOR
Como eu vejo o amor? Pergunta inusitada!
Tal como a morte, me é certo e preciso...
Mas corta a carne como o fio da espada!
Sempre fugiu ao meu domínio. Juízo...
... Que sempre foi a guilhotina má. Afiada
Mão impiedosa do destino avassalador
Nunca fui sentida como a donzela amada
Como a morte, implacável, é o amor!
Flui-me por entre os dedos como o tempo
Este algoz, sentimento de dor e tormento
Beijos frios, pérolas aos porcos e ao vento!
Nunca vi a face do dulçor, acalento doce...
Nunca verei a morte até o fim momento
Não me fale pois do amor;esta mortal foice!
Anna Corvo
(Pseudônimo de Elisa Salles)
seja bem vinda a escuridão...
em um beijo sinta a morte...
sinta seu coração...
sou um servo da noite...
beije me sinta a eternidade,
correr em sua veias,
o tempo parece morto
em um sonho que compartilhamos
a vida termina quando nos beijamos...
tuas lagrimas atravessam os portais da morte,
pode chegar ao paraíso, não importa..! te amo
de tantas formas que descubro,
nessa vida e na outra vida se existe,
nas asas de um corvo penso no teu amor...
tudo espero a cada estante que destino impõem sua lagrima
no trágico dilema, sou divergente
a essas vozes que ressoam dentro da minha mente.
Morte em vida
Viver sem sentido
Porque vida tenho que viver,
Outro motivo outro lugar,
Onde está o sentido?
Pois não há muito motivo...
Se vive por um encontro
Respira se por um motivo...
De tais sentimentos que tanto busco,
A perfeição do desejo que não se cala...
Da palavra amada... Perdida para poucos.
Esquecida na cama que então era um sonho.
Desatino repentino. Por causa de uma ilusão.
Horizonte amplo desconhecido.
Tantos dias se passaram... E so a tenho
Minha solidão constante...
Sendo meu cálice cálida vida...
Paradigma que se rompi vida passageira.
Diga sois morta nas profundezas do esquecimento.
Dias de furia.
Sob a morte
A vida se resume
No exato momento
em que no coração
Sofre em todos sentidos.
Para onde ir se horizonte
Esta dentro de si.
olhe para baixo, sinta que a morte é linda...
e o mundo é uma droga que consumimos todos dias,
tudo parece um sonho entre tantas ilusões
ninguém compreende meu coração está sangrando...
noiva da morte,
sonhos que são desejos,
te amo loucamente,
meus sonhos vivem
entre os mortos
sorrimos até percebam
o dia chegou ao fim...
SABE COMO A MORTE PODE SER,
ENTÃO ME DIGA SUAS LAGRIMAS SÃO VERDADEIRAS.
PORQUE QUE ACHA QUE MUNDO PODE TE PERDOAR!
