Poemas Góticos
"Sempre que possível, mantém em ti o silêncio e afasta de ti o barulho, pois é sabido que o bem não faz barulho e o barulho não faz bem."
Sentir a presença e ou o silêncio que, discorre nosso ser é, desenvolver a sabedoria do tempo que habita em nós, essa individualidade do agora; plurifica a beleza daqueles que, ainda não identificaram o significado da grandeza que reside na bem aventurança do eu sou.
O verdadeiro silêncio não se provoca se percebe, não se pré-ocupe, caso contrário provoca fortes paralisias celebrais.
Trabalha a vida inteira e, no silêncio de seu suor, o hoje vê as traves de tanto saber, como e limpar.
O silêncio não mais será a força pra sua grandeza ser destroçada, pela falta de momentos, retiros das inteirezas dos átomos, aguardando qualificação, pra emitir a cura das falsas sadanas.
Deixem que se fartem de seu silêncio, esse é o pão do tempo, que basta por si, orquestrando e refazendo as doçuras da vida.
Dados do silêncio, broto das harmonias, sanam velhos tecidos surrados, renovando às revelações do original noite e dia.
Perfume do silêncio, graça que se estende ao arquiteto dá abundância, digestas consciências em lembranças.
A aparente derrota e silêncio do dia após a crucificação de Jesus, fez parte do plano de Deus. Isso nos faz lembrar que a história regida por Deus, não termina na escuridão, mas na vitória. Por isso, mesmo quando não vemos respostas imediatas, devemos confiar que Deus está trabalhando para o nosso bem.
Depois da palavra, a segunda força do mundo é o silêncio. Do livro: Homens Célebres - Máximas e Reflexões
O absurdo nasce desse confronto entre o apelo humano e o silêncio irracional do mundo.
