Poemas Góticos
Amar-te baixinho em silencio profundo quero a calmaria do mar sem ondas, o barulho surdo abissal, o movimento da lua visto da terra quando estou na minha rede, a fumaça do supersônico a mil duzentos e vinte e quatro kilometros por hora. Todos afinados com diapasão em lá sendo interrompidos pelas batidas do meu coração em dó maior quando te ver.
seja sempre você porque enquanto as pessoas te maltratam ,inibem,vacilam,nós faz chorar em silêncio,menosprezam e nos abandonam quando maís precisamos estás pessoas que nunca sentará na minha cadeira na hora da refeição pois não são dignas de estar entre os melhores
Se soubesse o poder das palavras ficaria em silêncio, se soubesse o poder das atitudes começaria agora...
Sábio é aquele que tem o silêncio como aliado! Que segue vivendo a vida com dificuldades sim, mas, sem direito à incertezas!
Os Cantos dos pássaros, os murmúrios das matas, percebi a solidão no meu silêncio.
Atenta, busquei entender a Vida. Sou um sopro de respiração gigante, e um nada perto de um pulmão de um pássaro.
Quando o coração quer silêncio não busque caminhos do julgamento.
No momento certo irá florescer para as respostas!
O silêncio entre nós era tão espesso que as palavras não eram ditas, mas compelidas através de sua densidade. Parei de tentar.
As lutas mais difíceis que eu venci,foram as que venci no silêncio da minha alma,Deus era meu confidente e só ele poderia saber,por me ajudar e compreender.
Ivânia D.Farias
O silêncio da natureza perante, a violência praticada pelo homem, nos ensina que o silêncio sempre vence a ganância e arrogância e do homem.
Calar-se em determinadas situações é sábio.
Observe que uma estrela brilha em silêncio sem se preocupar em apagar o brilho das outras
O silêncio é meu professor mais novo, um velho cheio de rugas fundas duro e confuso, não responde perguntas, olha dentro de mim como se tudo que já tivesse uma resposta.
Os fracos sempre se escondem atrás dos fortes, quando as coisas dão certo, o silêncio permanece, quando dão errado, criticam os que tiveram coragem de se expor.
O silêncio da noite a escuridão que anseia a ansiedade que elevar, e o som dos latidos dos cães na madrugada, essa é a mais primitiva solidão do homem moderno que se mumifica-se na carniça que é o ser.
