Poemas Góticos
“A alquimia da alma começa quando deixamos de expulsar a sombra e passamos a perguntar que verdade ela veio devolver.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Toda sombra negada retorna como destino; toda sombra reconhecida pode tornar-se matéria de transformação.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O homem livre não é aquele que quebra correntes… é aquele que aprende a questionar as sombras diante dele.”
"Deus é como a sua sombra, é sua imagem e semelhança, porém, Ele só aparece quando você esta sob à luz!"
Não há virtude em conhecer apenas o seu lado bom. A evolução é a própria sombra submissa a você. Forte é aquele que pode ferir mas não escolhe fazê-lo pois dominou a si mesmo.
A Luz só se revela quando a escuridão é atravessada. Quem foge da sombra nunca verá a plenitude da Luz.
O amor físico na qual reina a cumplicidade, não há sombra de dúvidas; É atemporal, ou seja , incondicional.
Satisfatório é ter a certeza que suas sementes e pegadas um dia servirão de sombra e trilha para aqueles que ainda nem nasceram.
Há ventos que apenas atravessam a alma sem nela fazer morada. O amor verdadeiro não teme as sombras do ontem, pois encontrou no hoje o lugar onde decidiu permanecer.
A sombra do invisível cobriu o trono do dia. Nenhum fogo ardeu no altar do meu peito, nem o verme da solidão ousou roer minha paz; contudo, chorei pela ausência de um Deus que esqueci de inventar.
O medo ronda, mas não governa, é sombra frágil diante do peito em chamas, um invasor que nunca tomará morada.
A coragem brota no território do medo, um jardim feroz que floresce na sombra, vida que desafia as trevas.
Já fui engolido pela sombra da depressão, rendido a desistências repetidas, contudo, aprendi seus segredos. Hoje acendo faróis na noite de outros, ofereço a mão que me foi estendida, sei guiar por atalhos do labirinto onde tantas vezes me perdi.
Minha alma ergue muralhas invisíveis, mais forte que qualquer dor, abrigo que nenhuma sombra destrói.
A paciência que plantei deu árvore forte, ela abriga-me e dá sombra a quem chega, sementes de calma rendem frutos sólidos.
