Poemas Famosos sobre o Meio Ambiente

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No meio da bagunça,
alguém ri comigo
e o mundo fica menor.

Uma palavra boba,
um “idiota” dito com sorriso,
e tudo perde o peso.

Tem gente que não chega fazendo promessa,
chega ficando.
Que não cuida com discursos,
cuida com presença.

Com algumas risadas,
eu encontro abrigo.
Com algumas pessoas,
ser quem eu sou basta.

Se a vida às vezes cansa,
é porque esquece de avisar
que ainda existem encontros
que salvam o dia
sem fazer barulho.

Ela Floresce em Meio ao Deserto


Perguntei a ela o porquê, mesmo neste mundo sombrio e cinzento, ela permanece com este sorriso brilhante e cativante, um carisma que contagia, e uma afabilidade que nos ascende à jovialidade.


E ela me disse:


— O meu mundo não é o mundo exterior, onde as pessoas se superam nas habilidades em causar dor. O meu mundo é o meu interior, onde governo o meu espaço e não há ingressos para dor.


— Neste mundo torto com batalhas diárias, serei sempre a vencedora, com o amor sendo sempre meu escudo, aguardo mais vitórias vindouras.


— Até o inimigo não aguenta; ele confirma e não mente, que quem tem como escudo o amor, a vitória é iminente. Com sorriso reluzente, sigo mais que blindada, lembrando da minha fé, que em Cristo está alicerçada.


Minha alma segue firme, jamais será abalada,
pois é o Senhor quem me guarda, e por Ele minha vida é vigiada. De nada valem sentinelas se por Ele não guardada, para que as cinzas deste mundo não penetrem o meu colorido e cintilante universo interior.


Bruno Renan M. Soares

Deus antes da fundação do mundo, em meio a milhões de pessoas, escolhe um povo para ser seu.




Trecho do Livro: Linhagem Espiritual
Predestinação

Sou como tantas árvores que secam
Em meio à multidão.
Mas renasço a cada amanhecer
Com um novo amor no coração!

Eu te escolhi em meio a multidão.
E seria bom chegar em casa e ter você garantida.
Me esperando na sala de jantar.
Era muito fácil te ver orbitando
Por tanto me acostumei a isso.
O que eu senti quando te vi ?
Você era o meu sol
Mas te vi indo embora pra sempre.
Percebi o que você fez.
Você usou meu nome
Pra dizer coisas tão lindas.
Poderia usar o seu.
Senti raiva do mistério nunca descoberto.
Eu jamais escreveria tão bem assim.
Por o meu nome ?
Por que você não me contou a verdade?
Quem me dera ter você do jeito que fosse.
Mas você não teve coragem.
Se escondeu em mim.
Ainda assim, você seria escolhido por mim na multidão...
Ninguém me olhou com esses olhos.

Sempre que o Rio Itajaí do Norte
corteja a nossa Mata Atlântica,
é ali que me encontro no meio
da Santa Catarina romântica.


Ouço o seu nome nome Hercílio
no murmúrio da nascente
em Papanduva e na foz augusta
do Rio Itajaí-Açu sob o Sol ou a Lua.


Desde que me dou por gente
tenho neste rio o sustento,
e o sentimento pertencente.


Porque sou o Rio Itajaí do Norte,
e ele também me é por sorte,
é um amor sereno que dele só viverei.

A chave no meio do decote
com habilidade o seu paladar
maduro conseguiu encontrar,
Não nego que virei predadora
dos teus lábios de Umbu-cajá.


Com esta brincadeira sedutora,
vamos que vamos nos entregar,
Juntos somos o que queremos
do jeitinho perfeito de namorar.


A cada novo segredo conhecido
surgirá outro descoberto
por instinto, e o que é infinito.


Quanto mais iremos buscar
em nós, mais vamos achar.

⁠EU ERA A PEDRA


"Tinha uma pedra no meio do caminho"
Essa pedra era fruto do espinho
Do vinho que bebi sozinho
Das lágrimas que chorei baixinho
Quando estava perdida no redemoinho


"No meio do caminho tinha uma pedra"
Que originou-se da espera
De um sentimento que um dia era
E principalmente do coração que acelera
Quando se depara com a fera


"Tinha uma pedra no meio do caminho"
Que por ser mesquinho
Desejei me sentir certinho
E fui pra casa rapidinho
A PEDRA CONTINOU NO CAMINHO

Em meio
á tanta
maledicência:
Sábio
é aquele
que conserva-se
calado...⁠

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠No meio polarizado, é preciso ponderar que ambos os extremos são capazes de comportamentos ardilosos
em prol das agendas.


Talvez o maior engano do nosso tempo seja acreditar que a distorção da realidade pertença apenas ao lado oposto.


Como se a manipulação fosse sempre uma ferramenta do “outro”, nunca nossa.


No entanto, quando a convicção se transforma em identidade, a verdade deixa de ser um compromisso e passa a ser um recurso — moldável, conveniente e estratégico.


Nos extremos, o objetivo raramente é compreender; é vencer.


E, para vencer, vale simplificar o complexo, omitir o inconveniente, amplificar o medo e, sobretudo, reforçar certezas.


Não se debate para construir pontes, mas para erguer muros mais altos.


Cada argumento vira munição, cada dúvida é tratada como fraqueza, cada concessão como traição.


O problema não está apenas na existência de opiniões divergentes — isso é saudável —, mas na disposição de distorcer a realidade para sustentá-las.


Quando a narrativa importa mais do que os fatos, qualquer meio parece justificável.


E é aí que o ardil se instala: na edição seletiva da verdade, na escolha calculada do que mostrar e do que esconder.


No fim, o que se perde não é apenas o diálogo, mas a própria capacidade de reconhecer quando estamos sendo conduzidos — ou quando somos nós que estamos conduzindo os outros por caminhos tortuosos.


Porque admitir isso exige um exercício muito raro: desconfiar não só do que vem de fora, mas também do que pode nascer ou florescer em nós.


Talvez o verdadeiro equilíbrio não esteja em escolher um lado, mas em preservar a honestidade intelectual mesmo quando ela contraria até as nossas próprias convicções.


Afinal, em um cenário onde todos querem convencer, a integridade de pensar por conta própria se torna, paradoxalmente, um ato de profunda resistência.

Invisível na Multidão
Invisível em meio à multidão,
Reduzidos a meras cifras e estatísticas.
Pois quando o número deixa de existir,
Resta apenas o peso do nome e do sobrenome.
Há quem alcance as oportunidades,
Enquanto outros vagam à sorte do mundo,
Ou aguardam, em silêncio, o amparo
Da escassa bondade de alguém.
Por motivos diversos e caminhos incertos,
Nenhum ser humano está imune ao destino;
Pois todos estamos sujeitos à queda,
Nesta frágil jornada que chamamos de vida.
Roseli Ribeiro

Em meio ao véu frio
do tempo que envolve
a cidade de Rodeio,
mesmo sob o Sol e o céu azul,
Tudo invoca que é chegado
o mais austral poético momento.


À.partir dos nossos silêncios
contornando o Médio Vale do Itajaí
começarão discretamente
em nós a ser escritos os destinos
Onde o amor guiará pelos caminhos,
somos mais do que livrosa ser lidos.

Já alguma vez olhaste para o céu e perguntaste-te:
Quem sou eu, no meio de tantos bilhões? Para que é que servirá a minha existência? Porque é que Deus me quis imperfeito como sou, pecador como sou, eu como sou?
A resposta não está lá, nem no ChatGPT, nem mesmo na Bíblia... A resposta está só em ti e em Deus, que foi quem te deu a oportunidade de escolheres ser quem és.

Eu conheci a solidão, mesmo estando entre pessoas
A solidão dói mesmo em meio as risadas festivas do que pra muitos eram momentos de confraternizar
Mas, no interior havia solidão vazio tristeza disfarçada com um sorriso que desviava para o canto da boca enquanto lá dentro o frio escuro machucava
Com o tempo eu fui saindo da solidão e percebi que havia um lugar em mim chamado solitude e foi lá que encontrei meu acolhimento onde aprendi a deixa de fora a solidão e criei meu jardim de beleza e paz.


Meu lugar
Marcio Melo

"Eu tô pensando quê eu menina usava apenas
o dedo do meio pra mandar um recado.
Hoje tá melhor, usa-se os dez e faz-se um coração."
Haredita Angel

13.08.17

"Se você tem a sensação de que em sua vida
nada mudou,é porque você parou no meio do caminho."
Haredita Angel
13.08.19

"O equilíbrio está no caminho do meio."
Haredita Angel
04.10.12

Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....


Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)


Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...


Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.