Poemas Famosos sobre o Meio Ambiente
[Entre Aliens e Unicórnios]
Surgimos de baixo da cama,
Por meio de lençóis e colchas,
Para além dos edredons,
Dos portais fabulantes,
De trás para frente,
De ponta cabeça, enfim,
Comece de novo,
Só comece novamente.
Remoendo a massada das rimas,
Bote o todo na betoneira dos poemas.
Você não quer que todo mundo entenda, não é ?!
Imagine como seria tedioso
Se todo mundo entendesse.
Mas não se aflija, pois não vão.
Para cá desta murada,
Não se vê tumulto, flagelos,
Nem filas ou reclamações,
As únicas interações são nossas
E para conosco,
Quando as nuvens do incômodo se aglutinam,
Despenca o toró, a torrente do alvoroço
E a alvorada nos enlaça saudosa.
Disseste que teu nome
Era diminutivo de lua,
Como recompensa te dedico
Esta soma empanada de estrofes.
Indissociável como estrógeno e progesterona,
Luara, o motivo inicial desta composição
Foi um tanto desvirtuado,
Mas considere o fato que registros efetuados
Tem como prêmio a posteridade,
Ficando assim estampado
Senão nas memórias pueris,
Ao menos em nossa comoção,
Deixemos todas as condições
E os bem feitos, serem como são.
Abandonados nos trópicos
Entre câncer e capricórnio,
Um humor sulfúrico para ti,
Vossa graciosidade se revela a sós.
Entre Aliens e Unicórnios,
Existem tantas teorias
Que não existem, por aí,
Mas que existem, para nós.
Ao menos em nossa comoção,
Deixemos todas as condições
E os bem feitos serem como são.
Serem
Como são,
Em nossa comoção.
(Michel F.M. - Pacífico em Brasas - Trilogia Mestre dos Pretextos - 2020)
"Muitas vezes Deus não te livra da tempestade, Ele te faz andar sobre as águas no meio dela. A proteção d'Ele não significa que os problemas sumiram, mas que nenhum deles tem o poder de te afundar. Você é guardada por quem nunca falha.
Lúcia Reflexões & Vida
E no meio de tanta gente comum
você apareceu diferente não só pelos olhos
mas pela forma que faz o mundo parecer mais bonito e sem perceber eu já tava te olhando como quem encontra o que nem sabia que procurava.
DeBrunoParaCarla
Tô aqui no meio dessa nhaca olhando para a sacada e para o resto dessa casa que parece que desaprendeu a ser lar. Se você visse, ia querer me esganar. Aquelas plantas que você cuidava com um zelo danado... bom, o que a minha secura não matou, os gatos deram um jeito de terminar o serviço. Virou um cenário de guerra: os vasos cheios de gravetos esturricados e os cinco, numa espécie de motim de fome ou de tédio, mastigaram até o que já tava morto. Tem terra espalhada pelo piso, um rastro de desolação que os bichos fizeram questão de esfregar na minha cara.
E o sofá, Carla? Aquele que a gente escolheu junto agora é um trapo. Os gatos fizeram dele um alvo, rasgaram o estofado até a espuma aparecer, como se estivessem tentando encontrar você ali dentro. Eu olho para o estrago e não tenho força nem para dar um esporro. Sou esse nó cego que fica assistindo o mundo desmoronar da poltrona, com a roupa coberta de pelo aquela camada cinza que não sai nem com escova e que me faz parecer tão bicho quanto eles.
DeBrunoParaCarla
O mapa rasgou no meio do caminho, e agora as pegadas na areia pertencem a um destino que a gente nunca visitou.
O silêncio virou o único idioma que o meu coração fala quando tenta te buscar na curva mais distante do mundo.
DeBrunoParaCarla
No meio do julgamento da humanidade, da hipocrisia e do sistema com data de validade, o nome dela foi a única coisa que não se corrompeu. Foi a âncora dele.
DeBrunoParaCarla
Todo mundo carrega uma dificuldade que não aparece. Às vezes é um vazio no meio de um dia normal. Às vezes é a saudade de alguém que ainda existe, mas já não está mais ali da mesma forma. Tem gente sorrindo e se perdendo por dentro.
Tem gente seguindo em frente… só porque parar dói mais.A verdade é que ninguém é tão forte quanto parece o tempo todo.
Tudo bem...
DeBrunoParaCarla
O mundo acordou pegando fogo e eu no meio, sem colete e sem guia. balas traçando o ar, gritos que ensurdecem e a sensação de estar completamente perdido tateando o vácuo.
DeBrunoParaCarla
... um homem
que não influencie outros
homens por meio de sua nobre
postura e lucidez de espírito
dificilmente conseguirá
auxiliá-los!
Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.
Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.
A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.
É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!
O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.
Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.
E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.
Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.
Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.
As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.
Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.
Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.
Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.
O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.
A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.
E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.
Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há silêncios que não são covardes — são cuidados.
Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.
A chave no meio do decote
com habilidade o seu paladar
maduro conseguiu encontrar,
Não nego que virei predadora
dos teus lábios de Umbu-cajá.
Com esta brincadeira sedutora,
vamos que vamos nos entregar,
Juntos somos o que queremos
do jeitinho perfeito de namorar.
A cada novo segredo conhecido
surgirá outro descoberto
por instinto, e o que é infinito.
Quanto mais iremos buscar
em nós, mais vamos achar.
Tô meio perdida, desnorteada, sem rumo pra seguir, sem aquelas regrinhas basicas da vida.
Só consigo olhar pro que passou e ver que deixei passar alguém que costumava me completar.
Deixei ir a outra metade do meu coração, o sorriso que eu queria sempre ver, a felicidade que eu tanto desejei ter.
Sei que todos aqueles meus sonhos idiotas só se tornariam realidade enquanto eu estivesse com você
E que as coisas talvez piorassem com essa falta de amor, sobra de tempo, sobra de lembrança, de saudade.
Isso tudo deve ser porque eu me neguei a dizer que era amor no primeiro instante, e só te contei depois de uma semana.
Vai fazer 1 ano já que esse pobre coração que eu ouço bater é teu, e o teu não é meu.
É das meninas da escola, das mulheres do trabalho, dos jogos de computador, das músicas de drogado.
É de todo mundo, menos meu.
Eu ando meio distante
Mas não é sua culpa
Sinto-me insignificante
Me desculpa
Não vou mais te machucar
Melhor é se distanciar
As coisas que se foram
Irei brindar
Antes que meus sonhos morram
Irei tentar realizar.
Ditadura
Aonde é que foi parar o país de Independência?
Onde está a ordem e processo?
Em meio a toda essa guerra já não sei para onde ir...
Simplesmente me perdi, em busca de paz e igualdade.
Queria poder ter voz para dizer, mas a violência me tornou incapaz de falar.
Aqui não há direitos, só regime militar...
As pessoas são mudas e não podem contestar,
Sobre as palavras que aqui estou tentando expressar...
Violência, guerra, desigualdade, e regime militar....
DAISY HELENA
Das estrelas do céu, num clarão...
Avistei no meio de tantas luzes,
Invisivelmente você.
Sensível, no olhar, no falar, no pensar e no calar.
Young, Imaginária é esta estrela.
Hoje no encantamento deste dia,
Encontro em você a expressão do amor.
Lendo suas poesias, trocando nossa energia,
Enlouqueci e me perdi afastando a dor.
Neste momento, descobrimos num sentimento profundo,
A beleza eterna da vida, que é o amor maior do mundo.
Pessimismo total... ou é real?
Quem é você?
No meio de tanta gente,
é alguém, ou é ninguém?
Você apenas mais um, apenas um.
Um no meio de milhões e milhões.
Insignificante isso, né?
Insignificante você entre milhões e milhões.
Insignificante ser apenas um... só mais um.
Já se perguntou que diferença faria se você não existisse?
Alguém notaria?
Sem você, apenas um faltaria... quem perceberia?
Você, certamente... mas você não existiria.
Afago Solitário
Sozinho em meio a todos...
Tanta coisa já se passou na minha vida
Amores, decepções, dores, anseios, desejos.
Tanta coisa que eu não consigo esquecer...
Outras que eu deveria, que gostaria
É duro sentir-se sozinho em meio a tanta gente
Ter tanta coisa e não ter nada.
Pregar o amor quando não se tem o próprio.
É difícil dizer para as pessoas "cuidado com a chuva"
Quando já se está ensopado dela
Tentar ensinar uma criança a andar
Quando mal consigo me manter nas pernas.
De que adianta um anjo ter asas
Belas, grandes
Se são de demônio?
Se toda vez que eu as abro,
Caio vertiginosamente
Apenas por querer ser feliz?
Ë duro agüentar que a única coisa que realmente me abraça
São minhas próprias asas.
Se o único ser que parece verdadeiramente me amar,
Sou eu mesmo?
É duro lembrar de como já fui feliz um dia
Do como eu era,
Dos sorrisos que eu dava,
Das flores e dos ursinhos que eu mandava.
De quando puxava a cadeira, de quando abria a porta.
Dos poemas que eu já fiz,
Das lágrimas que derramei
Dos prantos que chorei.
Erros, sim eu os cometi...
Mas eu nunca quis errar,
Quis ser feliz, fazer a mulher ao meu lado
Cada vez mais feliz,
Que nada faltasse.
Eu errei por isso? É errado agir assim?
Então eu sou um erro do começo ao fim...
É duro sentir-se assim...
...sozinho em meio a todos.
Caminhar entre Um Labirinto , Em Meio A Escuridão ,Ésse é o meu Sentido A Minha Cabeça .
Fleches vem como Imagens , Rasgando a teia do meu Inconsciente, Do Meu Passado. Me Mostrando o que era Amar
e o que é Odiar , Palavras De Pronuncias Falsas , Faceis.
Uma Canção, Uma Fortaleza , Um Abismo.
A Percepção Me tira Pra bem Longe daqui
Meus Pensamentos Me Levam para um lugar Deserto Dentro de Mim , Não sei ao certo como cheguei ate aqui ,mesmo assim me sinto Bem Me sinto muito Só.
Alias Não Estou Realmente Só , Agora Somos Eu e Ela A Minha Compreesiva SOLIDÃO.!!
Não sabemos o que perdemos no meio do caminho até o nosso ego nos mostrar. Só percebemos o que foi saindo de fininho quando não somos mais adorados, ou até mesmo a primeira opção para tudo. É aí que falhamos, deixamos o ego baixar a guarda e notamos o sentimento escondido por trás de todas as armaduras colocadas para nos proteger do mundo. Afinal, do quê nos protegemos?
Parece que respiramos amor ao invés de ar. Alimentamos o ódio ao invés do corpo. Vivemos todos o dias obcecados por ter alguém e por ter ninguém ao mesmo tempo. Queremos tudo e nada. E me pergunto mais uma vez, do quê nos protegemos ? É a mesma pergunta clichê que só nos trás respostas clichês. Quem dera eu torna-la uma charada de mim. Porém, nem eu mesma sei do que me protejo ou de quê protejo eles.
Somos patéticos. Eu sou patética.
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