Poemas Famosos de Paixão

Cerca de 21519 poemas Famosos de Paixão

⁠Feliz Dia dos Namorados
para quem encontrou
o seu romance perfeito,
e para quem ainda vai encontrar!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Diante dos olhos,
na leitura labial,
com as minhas
poesias todos
os dias crescendo
no seu coração:
Até na tua oração
estou presente
como teu indelével
amor e adoração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você me vê nas tuas noites
dançando a coreografia
do coração com luzes
nas mãos indo na direção
da serena e oculta poesia
do teu oásis de amor, paixão,
carícia e humorada malícia
que há de me fazer convertida
sem nenhuma resistência
de joelhos de tanta adoração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Com esse

abraço

caliente

de carinho,

Não será

tarde

vestir-me

de sol

Porque

na hora

exata

você virá,

e coberta

por ti

eu ficarei.



Deixa eu

te colocar

no meu colo

só para dizer

sem mistério

e nenhum recato:

-Tudo o quê

você quer,

eu também quero!

Por nós eu não

sossego e espero.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Descarto ser

discreta

para você,

Porque fui

descoberta

por você,

Nós dois

sabemos

o quê irá

acontecer,

É o amor

que chegou

para

permanecer,

acariciar

e nos

surpreender.



Eu te quero

e você

nem imagina

A forma

e o quanto,

mas do seu jeito

urgente,

cheio de delícia,

ventura e malícia,

sem medida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você surgiu

do nada,

Não sei o quê

em ti

Eu encontrei,

Só sei que

de você,

Não quero

me prevenir,

Há algo

em teu olhar,

Que me fez

sacudir,

Há algo

na tua boca

Que tenho

que provar,

E te recompensar

com leveza

de fada.


As minhas mãos

não podem

te tocar,

a minha letra une

as nossas mãos

de uma forma

maior,

para quando o tempo

de amar chegar,

os nossos corpos

hão de se render

e se colar,

Assim sou poesia

e perdição

a te provocar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Presente


no pensamento


Como o ondular


das dunas

Que acenam

um novo

caminho,

Um brinde

indescritível

E gamação

inefável,

Sem explicação

e nenhum fardo.



Não sei aonde

vamos parar,

Só sei que não

vamos parar.



Pressinto

que com você

Eu faço

uma festa,

Isso é sinal

que já sou tua.



Amada talvez

no momento,

Na poesia não

tenho dúvida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O quê será de ti,

eu não sei,

Mesmo que não

queira,

Lerás cada verso,

para entender

Que eu te amei.



Não me esqueci,

não resisti,

Aceitei o conselho

e a ironia de quem

dizia que voltaria

a me admirar:

virei uma mulher

Tão forte,

que agora não

Quer mais voltar;

porque de tão forte

que me tornei,

Só sei escrever

ao invés de chorar.



O quê será de ti

já não importa,

Os meus poemas

cuidarão de fazer

Por mim o quê

eu não posso:

Te tirar daqui.



Não existe beleza

na indiferença,

Ela se encontra

nos manifestos

- poéticos -

que não leste,

Nas fotos

que ignoraste;

Envenenaste

a minha crença

na tua existência,

E agradeço!

E salva de ti,

assim desse jeito,

'tu' me perdeste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não nasci para

ser ignorada,

Não nasci

para não ser,

Nasci para

existir,

Nasci para ser

bem amada,

Fui embora

querendo ficar,

Parti para não

me perder.


O rasgo no peito,

as marcas

na pele,

são sinais vitais

da tua indiferença,

você me fez

perder tempo,

o riso e a crença,

o melhor de tudo

é que a cada vez

que escrevo

um verso,

eu te esqueço

e a dor

que sinto

dói menos

aqui dentro.


Não por lirismo,

mas por realismo,

exponho ao mundo

o meu coração

por ti destruído,

não foi restaurado,

está muito dorido,

embalando o último

poema que escrito,

foi a letra etérea

de libertação,

para eternizar

o grito da Terra

não escutado,

para eu não mais

cair na tua mão.


Como fera ferina,

você premeditou

me decepcionar

na minha data

natalícia,

no dia

devocional

de Santa Catarina,

para eu

me almadiçoar,

e esquecer

de me amar.


Não nasci

para você,

sou Verônica,

não nasci

para te carregar

na memória,

sou cigana

de partida,

rumo a terra

prometida,

nasci para

uma nova vida,

e fazer história.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Testemunho versal

dos amores dos outros,

A minha poesia é

refúgio indestrutível

Feita de talvez,

salto no abismo

De peito aberto,

sem asas,

Porque é humana.



Abrigo celestial

dos rumores da vida,

A minha utopia é

amor impossível

Cheio de esperança.



Sentimento invernal

das dores do mundo,

A minha nostalgia é

por ti desnorteada

Porque te perdi.



Motivo abissal

dos desejos profundos,

A minha magia é

de amor inesquecível,

Para vencer a distância,

causa por mim reconhecida:

Insegurança feminina,

voto de amor eterno,

Que por medo não vivi.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Leia-me com poética,
e não literalmente...

Porque sem poética,

não haverá compreensão.



Versa-me nas letras,

e não espiritualmente...

Porque sem profética

não haverá reconciliação.



Desnude-se para me ler,

porque só assim captará

Que o amor dos outros

foi distração poética,

Para um amor desesperado

e quase sem salvação.



Porque o porquê destes versos,

na verdade sempre foram teus;

Na esperança de vivê-los

para brindar a vida com paixão.


AMOR: os versos que escrevi para nós, só você saberá identificar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

De que adianta ter olhos

E não ter coração?

Ter olhos e não ter coração

De nada adianta,

Porque sem coração

Não se enxerga nada.



Os versos que escrevi

E não te contei estão

- aqui -

Os poucos que escrevi

Me distraí com amores

Dos outros esperando

Tu chegares de longe.



De que adianta não ter

Os teus olhos e coração?

Não tê-los me reduziram

Ao grau máximo do nada.



Escritos com lágrimas,

Talvez não mais belos,

Versos de sangue,

Rimas com bravura

Quero viver mil vidas,

Para dizer ao mundo

Que sem o teu amor

Atinjo a [loucura].





Meus versos são tentativas,

Que talvez jamais serão

- lidas-

O nosso reencontro

Não tem previsão,

Poderá ocorrer daqui

Algum tempo ou nunca,

E não sei [onde].



Só digo mais uma coisa:

- A literatura salva da morte,

E a poesia salva da vida,

Só me resta saber se serei

Para os teus braços devolvida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O céu despencou,

O chão se abriu,

O peito sangrou

O ciúmes surgiu.



Cartas enviadas

Não esclarecidas,

Cartas malcriadas

Palavras engolidas.



O tempo passou,

O amor sobreviveu,

O tempo [surgiu,

O coração não esqueceu.



Cartas não respondidas,

Devolvidas e rasgadas;

Cartas persistentes

Palavras perdidas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sempre acreditei no amor,

E que se um dia houvesse

Salvação para o amor;

É porque nunca deixou

De ser e viver o [amor...



Por triste desventura

Não houve salvação

Para o [amor

É porque era [tudo]

Só não era [amor].



Sempre acreditei no amor,

E que se um dia viesse

Abandonar esse amor;

É porque tu desertou

De ser e viver de [amor.



Distraí-me com o 'amor'

E o tempo passou,

O 'amor' era dos outros,

Só não era o teu;

O destino comprometeu,

E o tempo passou,

É porque o teu amor

Nunca me pertenceu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Guarde contigo:

rima de sonhar,

verso peregrino,


canção de mimar.





Além continentes:


trilhas poéticas,

poemas amáveis,

rotas contentes.




Doces vertentes

sabem velejar

poesias silentes

sabem mapear.




Alma envolvente:

feita de [mar],

verso continente,

quero te beijar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pelo amor que há de ser,

não é justo 'prometer'.



Porque há de se esgotar

um sentimento anterior.



Para que se fique em paz

com o amor primeiro.



Porque em nome do último,

que seja verdadeiro.



Pela missão de ser e receber

o amor derradeiro:

Não é exagero que ele

seja [inteiro].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você sabe muito bem,

que eu não quis admitir:

- Que nós somos iguais!


Você me conhece bem,

por isso não preciso falar

que você mora em mim.


Eu sei que moro em ti,

fingi não [perceber]:

para não me entregar...



Você sabe que vou além,

que escrevo com o gentil

- arrimo -

Destes teus olhos celestiais,

e eles não se apagarão jamais!



Eu vivo uma inevitável

primavera que não passa,

a minha alma te abraça.



Eis o solstício irremediável

eterna chama que não abrasa

a vontade na imensidade.


A inspiração particular,

em tons solares e florais,

só para te embriagar demais.



Você me conhece muito bem,

- ilustre cidadão do meu peito -

e devastador como ninguém.

Você venceu o próprio tempo,

viraste paixão em poemas inteiros!



Sou senhora da minha liberdade,

- proprietária do meu nariz -

e boêmia das palavras.


Além das matizes mais florais

e de todos os bons 'setembros',

Eu reconheço que estou assim

- vivendo -

A mais colossal das estações:

- A Primavera do amor demais...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou aquela que não quis ver:

o teu olhar como um oceano,

Louco para me [ter]

morando no teu castelo,

Cortejando o mais profano.



Ninguém pode me tirar o direito

de te amar em [silêncio],

Ninguém pode nos roubar de nós:

a jura, a ternura e o compromisso.

Entraste na minha vida como magia,

pleno com este doce [feitiço...



Sou a ilustre cidadã que vaga

[nua] no teu mundo:

- A aventura impensada,

o teu esquecer das horas,

e a tua Lua na madrugada.



Ninguém pode contra nós,

juntos somos imbatíveis!

Ninguém nos [conhece],

os nossos olhares se reconhecem,

Falamos de amor olhos nos olhos.



Sou a alma insubordinada,

que apeou no teu [forte],

E tocou no teu coração.

O teu querer virou atordoado,

o teu impulso será multiplicado!



Ninguém pode me tirar de você,

e nem mesmo o [tempo;

Ninguém pode me tirar você

de dentro de mim.

Brindamos com [convencimento]

a certeza do amor ter nos encontrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Há um peito aberto
para ser usufruído.



...






Para cada pedaço teu
que eu ainda hei de ter,
Quero experimentar-te
- saborosamente -
E, escrever um verso
e revelar um segredo
- íntimo -
Que também será teu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vou roubar o melhor de ti:

- o prazer do teu corpo

Sem nenhuma cerimônia,

irás cair em tentação...

Vou roubar-te de ti mesmo

para que me implores por mais;

E desconheças a devolução.



As minhas promessas são

e sempre serão cumpridas,

As minhas manias poéticas

hão de ser por ti conhecidas.



As minhas sutilezas são

letras profanas e veras,

As minhas vontades severas

de fazê-lo conhecer a perdição.



Não compreende uma alma

que aprecia a liberdade,

Que aprecia a sedução com vigor

E toda a sensualidade;

Para que não se perca a sedução

na imensidade do mundo,

Cria-se o melhor a cada segundo

- sem pressa -

Porque o melhor de ti eu hei de

- roubar -

Para que o melhor da história

- se fortaleça -

Se misture com as nossas

- emoções -

E o tempo se torne incapaz de apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt