Poemas Famosos de Morte

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A morte é a última coisa que devemos pensar, dicas do motivo?


Pois estamos atarefados demais já e temos que resolver coisas da vida antes de pensar nela e, como disse deixá-la por último.

"Ele morre de “não-rir” até de piada, seja qual for a piada. Que morte triste, coitado!"
Frase Minha 0602, Criada no Ano 2013


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Deus é a própria morte.

Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...

Por que Deus é a morte?

A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.

A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.

A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.

A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.

A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.

A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.

O nascimento é o surgimento da existência, e a morte é o fim dessa existência.


A vida é um loop eterno entre esses dois lados.


O nascimento e a morte são duas ilusões, pois o que prevalece e é eterno é a vida. A vida nada mais é do que uma consequência constante entre o nascimento e a morte.


O fim é o início, e o início é o fim. Nascemos para morrer, e nascemos da morte. A vida é eterna.

A vida não acaba com a sua morte, ela continua.


Você não tem apenas 80 anos, você tem bilhões de anos, porque a vida é algo que transcende o tempo e o espaço.


Eu morro, mas continuo aqui. Estou sempre aqui, porque não sou apenas um corpo, uma matéria. Sou a vida que habita dentro deste corpo e dentro de bilhões de outros corpos. A vida é uma força contínua, e enquanto houver vida, ela continuará. Eu sou a vida se multiplicando, se renovando, se transformando em diferentes corpos ao longo do planeta e do universo.


A vida é um fluxo eterno, e eu sou uma parte desse fluxo que nunca se acaba.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

⁠Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.


O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.


E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.


Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.


Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.


E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.


No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.


Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.


Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.


Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.


E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.


Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.


Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.


E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.

⁠Trouxe flores para enfeitar o nosso fim.
Porque a morte de um amor bonito nem sempre precisa
parecer tão ruim.

Rico e pobre.

A diferença vem na morte,
Que qualquer hora pode chegar.
E entrega a própria sorte,
Qualquer um que ela venha buscar.

--------------A morte-------------

Não escolhe por diploma,
Nem perdoa vida difícil,
Nesse dilema a vida soma,
Só mais um no precipício.

A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.

⁠A morte não leva os que amamos, apenas os esconde atrás do véu da saudade.


EduardoSantiago

BR MORTE 153

Na imensa e negra passarela
Desfila a senhora da escuridão
Escolhendo a cada cratera
Aqueles que ficam, aqueles que vão...

Aqueles que em seu corpo trafegam
Levam na alma o medo
Pois suas crateras revelam
Ceifas de vidas tão cedo...

Caminho frio da incerteza
Margens do descaso cruel
Onde paira a fúnebre tristeza
Derramando lágrimas de fel...

Imensa lâmina opaca
Unindo o sul e o norte
Espalhando corpos e sucatas
BR caminho da morte...

Gigantesca vergonha Nacional
BR da insensatez
Caminho torvo e mortal
BR morte 153.

Alguns anos mais tarde a morte tornaria o objeto da minha contemplação constante, o pensamento a que eu dedicava todas as minhas forças do meu espírito que não eram absorvidas pelo Estado. E quem diz morte, diz também o mundo MISTERIOSO ao qual talvez tenhamos acesso através dela. Depois de tantas reflexões e experiências por vezes condenáveis, ignoro ainda o que se passa do outro lado dessa cortina NEGRA. Mas a noite Síria representa minha parte consciente de IMORTALIDADE.



(Trecho selecionado - "Memórias de Adriano" - copiado a punho)

A morte não rouba ninguém
Nildinha Freitas


Um dia, quem sabe, eu saiba mais um pouco sobre esse processo que leva a morte a me alcançar. Uma corrida insana que parece que eu nunca vou ganhar. Mas o que é vencer, afinal? O que é morrer, senão continuar depois e depois?
A vida, essa que tanto estimo e à qual me apego, é um caminho que começa e nunca termina. Só muda o cenário, feito filme. Mas quem continua, protagonista da própria história, sou eu.

A Morte é um mistério
Deixa Dor na despedida
O Corpo é do cemitério
E o Espírito, a Luz da Vida.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
04/01/2026

A Morte do Caráter


O caráter adoeceu em silêncio,
foi perdendo a voz nas esquinas do interesse, trocou a espinha por atalhos e aprendeu a sorrir com dentes emprestados.


Enterraram princípios como quem varre poeira, cobriram a verdade com tapetes caros, e a honra virou um objeto antigo guardado num quarto que ninguém visita.


Hoje o caráter é lembrança em retrato amarelado, uma árvore cortada que ainda insiste em sombra, morreu de pequenas concessões diárias
— não por um golpe, mas por abandono

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo...”
(Salmo 23:4)


Deus não se ausenta na dor. Ele se aproxima. Ele não apenas vê, Ele sente contigo.

No momento da morte de Jesus, algo poderoso aconteceu:
"E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo."
(Mateus 27:51)
Significa que Jesus, com Seu sacrifício, rasgou a barreira que nos separava de Deus. acesso liberado através de Jesus!
Agora, todo aquele que crê tem acesso direto ao Pai.

Ele veste-se de prazer momentâneo,
mas esconde em si o veneno da morte.
Sussurra ao coração: “segue-me”,
mas conduz o homem ao abismo sem volta.