Poemas Famosos de Morte
Eternidade
Se não tivesse tanto trabalho,
deitaria para descansar.
-Sabes, estou cansado!
Então dormiria até Deus
me acordar.
e.u.
Vestida de preto
Vestida sempre com seu manto preto e longo, que mal permite vê os seus pés;
Sempre serena, observadora, detalhista e próxima;
Misteriosa, cheia de segredos, para a grande maioria assustadora, para poucos é descrita como muito realista e amigável;
Conhece os segredos sobre o outro lado, sabe muito bem o que existe após a linha do horizonte;
Muitos dizem que ela está por perto quando os animais começam a uivar, ou quando estamos sendo acompanhados por olhares atentos de corvos e corujas, sentimos o frio congelante que marca o começo do fim.
Ela não pede passagem, ela é a própria passagem, na maioria das vezes não pede opiniões e nem desculpas;
Já disseram por ai, que ela gosta de sussurrar ao pé do ouvido e não interessa se estão dormindo ou acordados;
Implacável, única e talvez a ultima coisa que queremos vê chegando, com seu véu preto e longo arrastando no chão.
Espelho, espelho meu!
Hoje tentei me vê na frente do espelho e me deparei com o reflexo da minha ausência, surtei ao me sentir um vampiro sucumbindo no vazio e no frio da solidão, não vi meus sonhos, não vi esperanças, não vi o meu amor.
Renascerei todos os dias até me reencontrar novamente na frente daquele espelho.
Vida ou morte, nós podemos enxergar todos os dias na frente de um espelho.
CONSELHOS DO MAR
Olhando para o mar entendi que:
A vida é uma construção.
Aprendemos a amar baseado nos pequenos detalhes.
O amor está entre a neblina da confusão mental.
A paz vive nos momentos de reflexão.
A luz irradia de dentro.
A morte é a libertação do espírito.
Só agradecendo receberemos a recompensa.
Se doando ao próximo seremos agraciados.
Precisamos caminhar com os próprios pés.
Precisamos gostar da nossa companhia.
O que vem é apenas complemento.
Tudo acontece por algum motivo.
Parando e colocando os pés no chão, entenderemos os mistérios e os segredos da natureza.
Que a vida nada mais é que a nossa própria imagem.
Sinal do Universo
Pedi ao Universo um sinal. Apenas um sinal. Um só. Mesmo que fosse fraquinho. Pequeno. Nebuloso. Um resquício de poeira. Seria apenas um único sinal, mas o único emitido foi o silêncio. Um silêncio sepulcral. Como se a morte tivesse passado e levado para o submundo todas as palavras. Foi tão intenso e tão triste, que senti como se um raio tivesse atravessado o meu peito e rasgado a minha única esperança. A única saída foi me encolher.
Abracei a saudade tão apertado, tão apertado, que quase sufoquei-a. Caminhamos em direção ao nada e percebi a esperança me esperando do outro lado da ponte. Atravessei-a calmamente sem tirar os olhos dela. Ao nos encontrarmos, nos abraçamos e percebi que tínhamos muita coisa em comum. Ela pegou na minha mão e seguimos caladas sem pretensão de chegar em algum lugar. Queríamos sentir apenas o frescor do vento daquela manhã de fim de verão.
Durante nossa caminhada silenciosa entendi que a esperança vem do substantivo “esperar”. Esperar o tempo certo. Esperar que as coisas se alinhem. Esperar que dará tudo certo. Esperar que a conexão se encaixe e se torne uma só. Esperar que a vida se encarregue de fazer acontecer no momento que tiver que acontecer.
Tudo que você possuir em sua forma material vem da natureza desse gigante planeta, algo que modificaram e suas origens apagaram.
Aos pobres mortais restam penas desiguais, simples animais imaginam sempre ser mais.
Livres por condição, aprisionam-se por opção, congelam sua mortalidade correndo atrás apenas de falsas verdades.
Cada segundo passado esquecem no mesmo minuto, idealizam um amanhã humilhando seu próprio futuro.
Um dia que se passa sempre quer outro dia, e isso está errado, o certo é que é sim MENOS um dia de vida: Cada minuto é um minuto perdido, cada momento é raro e precisa ser perfeitamente aproveitado.
Conscientes da sua própria mortalidade talvez a desgraça reinasse menos. Um dia fecharão os olhos e nunca mais irão abrir, nem aqui nem outra dimensão, apenas ossos sem função, apesar de terem o cérebro de fato o mais complexo é também o mais sem reflexo.
O tempo tem que ser encarado como um investimento positivo e um dia enriquecerá-se de bons sentimentos, enxerguem seu fim e cuidem-se enfim...
Corpos ligados com algo conectado, mistério individual que ativa geral.
Perdeu o vital acabou o sinal: Futuro de ossos, destino do que viveu, enterrados sem nenhuma função para sempre hoje é só memórias e no fim desapareceram.
Simples atos determinam espaço, inéditos vividos também serão desaparecidos.
Agem pior engolindo e cuspindo só desgraça, destruindo a própria raça.
Tudo que você possuir em sua forma artificial provem da natureza, desse gigante planeta, algo que modificaram e suas origens eliminaram.
Aos pobres mortais restam penas desiguais, simples animais imaginam sempre serem mais.
Livres por condição, aprisionam-se por opção,
congelam sua dignidade correndo atrás apenas de falsas verdades.
Coletividade individual paira sem final.
Cada segundo passado evapora-se instantaneamente, idealizam um amanhã humilhando antecipadamente um incerto futuro desejado, fantasiado. Apenas maquiado...
Cada minuto é um minuto perdido, cada momento é único e precisa ser perfeitamente aproveitado.
Conscientes da sua própria mortalidade talvez a desgraça não reinasse e a vida plena a todos prolongasse.
Num piscar fecharam os olhos e nunca mais os abrirão, nem aqui nem em outra dimensão, apenas ossos sem nenhuma função.
Apesar de terem o cérebro, de fato, o mais complexo,
é também o mais sem reflexo.
O tempo tem que ser encarado como um investimento positivo,
sempre com respeito enriquecera-se de bons sentimentos.
Enxerguem seu fim, vigiem enfim...
Quando você sonha
que tá morrendo
você acorda
porque o cérebro e a humanidade
desconhece o que acontece
após a vida.
Viver é arriscar, é dar sentido à vida.
Vivemos um espaço de tempo totalmente incerto. Não sabemos se ao morrer iremos pra algum outro lugar, nem vimos ao mundo cientes de alguma missão a cumprir.
Nos descobrimos ao logo do tempo, com o passar dos dias, meses e anos. Evoluímos das experiências vividas e presenciadas, mas somos, praticamente, ensinados a não fazer certas coisas porque são "perigosas" e podem nos matar.
No entanto esquecem de dizer que "para morrer, basta estar vivo".
Você pode comer uma carne hoje, adquirir uma bactéria, ter uma infecção, falha renal, e uma série outras complicações, e acabar morrendo.
Tudo isso porque foi apenas se alimentar.
Mas comer não deveria ser seguro?
Essas coisas me inspiram a querer viver intensamente, pois incerto é o amanhã.
Meu maior medo é chegar na velhice cheio de arrependimentos do que não fiz, de morrer com o sentimento de não ter aproveitado a vida da maneira única que ela é.
A vida é linda, mas só é tão bela pelo detalhe da morte.
Cada momento, cada visão, cada sentimento, cada toque... É tudo único, pois só pode ser vivido uma única vez.
Ame, seja amado, brigue, esbraveje, seja feliz, abrace, sorria e chore... Pule de paraquedas, bunge jump, asa delta, faça corrida de kart ou faça o simples. Vá ao cinema, à praia, conheça novos lugares, novas pessoas.
Se encante com a imensidão do mundo e faça o que te realiza.
Lembre-se que ao partirmos não levaremos nada, somente o que vivemos terá tido importância.
A mensuração da felicidade é feita da quantidade de momentos de valor que temos durante a vida.
Portanto, seja seguro de viver!
Um pensamento que sempre levo comigo. Lembrar da mortalidade é o que me faz tentar viver e aproveitar cada momento ao máximo, porque nunca sei quando será o último. Igual a quando joguei bola a última vez ou brinquei na chuva com os outros meninos da rua onde morei na infância, não sabia que seria a última vez.
A efemeridade da vida traz consigo uma beleza um tanto mórbida, mas também tão sublime e primorosa, pois nada se repete exatamente da mesma forma, nada é sentido da mesma forma, ninguém ama ou é amado da mesma forma, um sorriso nunca é o mesmo apesar de sua essência.
A beleza da vida é justamente esse poder de irrepetibilidade e finitude.
No meu País se recorda
orando nos cemitérios
em memória daqueles
que se foram deste mundo,
A morte em si para mim
não carrega mistérios;
A morte não é partir rumo
ao Paraíso ou ao Inferno:
A morte é a invasão de limites
e aceitar a colonização do outro.
Desumanização
Começam te ensinando
que você e tudo aquilo
que existe de bom
ao seu redor é inútil,
Depois ensinam a você
e outros a ofender por
qualquer motivo fútil,
Convencem a você mesmo
e quem está ao redor
que a sua vida não tem valor,
Você e os seus estarão
tão entretidos com o círculo
vicioso de agressão que estarão
acreditando que merecem
e que a vida é assim mesmo,
E quando menos você
se der conta porque não
dão nenhum momento de paz
para pensar vão lá e acabam
com a sua vida e a do seu povo,
A desumanização sempre
para a morte constrói o escopo.
A existência corpórea é apenas um estágio, jamais o fim. Os que chamamos de mortos seguem vivos, e sua presença nos envolve como brisa suave que não vemos, mas sentimos. A certeza espírita nos mostra: a vida não cessa, e o amor é mais forte do que a separação.
O túmulo não encerra vidas; apenas abre horizontes mais vastos para reencontros felizes.
Você já parou para pensar como esta vida é cruel.
Você estuda, trabalha, cria uma família e depois de muitos anos
chega o julgamento da vida, a morte.
É por isso que eu penso muito antes de prejudicar
alguém que já me ajudou, uma frase bacana que não esqueço:
Há três coisas na vida que nunca voltam atrás:
a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.
Não é lição de moral é a realidade, e para todos.
Eu já precisei muito das pessoas, alias ainda preciso e por isso
nunca digo que não preciso.
Lembre-se, ninguém progride sozinho.
Não deixe que os problemas financeiro ou as dificuldades do dia a dia venham afastá-l(a)o de seus familiares, às vezes temos bastante dinheiro para nos divertir com viagens e com amigos, mas nunca temos um pouco para reunir com familiares.
Sabemos que um dia a maioria irão se afastar automaticamente por causa dos afazeres de cada e por perdas.
Aproveite o hoje porque o amanhã é incerto, e aquele abraço que você pode dar no seu irmão e nos seus pais, amanhã poderá ser tarde
Um dia
Um dia...
Um dia tudo terá fim
Esses olhos não mais verão
Esses dedos não mais tocarão
E esse coração que hoje bate por ti
Não irá bater...
Nem por ti e nem por ninguém mais
Ele irá perecer
Será decomposto
Pelo verme que come
Os míseros restos
Que sobrarão do meu ser
'Que morbidez!'
Você pode dizer...
Mas apenas escrevo
O que vai acontecer
Porque um dia tudo terá fim
Ao vento será deixado
E tudo que há em mim
Será apenas pó espalhado
Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.
Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho carente, tigre e lótus.
