Poemas famosos de Amor entre Mãe e Filha
Ter uma criança e ser de uma criança é, definitivamente, fugir do perigoso e pernicioso mundo adulto por alguns instantes.
Deus nos presenteou com filhos na base da confiança por acreditar que cuidaríamos e exalaríamos o amor que Ele próprio emana à humanidade.
Então, como assim quebrar a confiança de Deus? Filhos são sagrados.
Não existe irresponsabilidade maior na vida de uma pessoa do que você ter um filho e fingir que nada aconteceu, ou seja, não mudar uma vírgula em sua rotina diária.
Acompanhe os seus filhos e não seja negligente. Na ausência o filho chora. Ele logo se ressente. Brinque muito o ano inteiro. E não dê só o dinheiro. Seja sempre pai presente.
Estou fazendo tudo o que eu posso para voltar para casa para você o mais rápido possível. Eu só queria lhe dizer isso. O papai te ama muito.
E a paternidade, que era uma ideia abstrata, tornou-se uma realidade palpável, intensa e profundamente transformadora. A cada dia, descubro novas nuances desse amor infinito que me transforma a cada instante.
Três anos e meio.
Entre conversas ao longo do dia e abraços apertados, construímos um mundo só nosso, onde a cumplicidade e paciência revelam os sentimentos mais abstratos. Sonhos, brincadeiras inventadas e histórias sendo contadas. Você vem crescendo numa velocidade desenfreada e eu percebo que o tempo se esvaia. Sua vida me enfeita os dias com as cores mais vibrantes e bonitas. Três anos e meio de sua jornada e meu desejo ainda que talvez cedo é que você voe, voe alto seja livre para construir sua história e que ao longo do caminho nunca se esqueça que sua mamãe estará aqui, sempre torcendo muito pela sua vitória!
Toda vez que meu filho sorri, eu interpreto: Obrigado por não desistir de mim. Então, no silêncio, eu respondo: Obrigado por me reinventar!
"Não haverá distância onde existir a presença do afeto, como em almas que se entrelaçam, em corações que se abraçam, em um pai que jamais deixará de amar sua filha."
Os olhos estavam isentos de preocupação. Pelo contrário; animado, sabia como funcionava: valia-se da hora errada para aparecer. Era o modo que Deus operava. E apareceu. Chegava exatamente um daqueles momentos mágicos da vida: toda verdade do mundo testada diante de todas suas crenças. Teria mais uma prova sobre a dinâmica de funcionamento das pessoas, das relações humanas, da sua existência, e também da sua percepção existencial sobre o resto da humanidade e dos valores espirituais escolhidos por ele.Optou pelo inevitável: a honestidade seria o mastro da sua bandeira.
Antigamente eu tinha um teatro: bonecos de pano presos por cordões pulavam minha cama controlados por meus dedos. Riam, choravam e até sofriam porque eu lhes dava movimento e alma. E, aos olhos de todos, eu era um grande artista. Aplaudiam-me. Um dia, não sei como explicar, dei alma demais a uma boneca miudinha que puxou os cordões de baixo para cima e passou a guiar meus instintos, meu cérebro. Com o tempo, empolgou também a minha alma. Hoje, no teatro da vida, sou um boneco de carne e osso controlado por uma boneca de sete aninhos que dirige agora minha vontade e já já a própria vida.
Antigamente, eu tinha um teatro de marionetes. Bonequinhos de pano, presos por cordões, dançavam e pulavam na minha cama, controlados por meus dedos. Eram bonecos de pano, mas riam, choravam e até sofriam porque eu lhes dava movimento e alma. E, aos olhos de todos, passava por ser um grande artista. Aplaudiam-me. Um dia, não sei como explicar, dei alma demais a uma boneca miudinha e ela passou a cantar, chorar e rir por si mesma. E fez mais, puxou os cordões de baixo para cima, guiando primeiro, meus dedos, depois, meus olhos, e, finalmente, meu cérebro. Com o tempo, empolgou também, a minha alma. Hoje, no teatro da vida, sou um boneco de carne e osso, controlado por uma boneca miúda que dirige minha vontade e a própria vida
Um dia desses eu era acordado pra ir a escola pela manhã. Um dia desses eu podia tudo. Aham. Um dia desses eu completava 18 e cometia meu primeiro erro. Um dia desses eu lutava por uma profissão. Descrevo. Um dia desses eu era o valentão, brigão. Um dia desses a vida me pregava uma peça. A beça. Um dia desses eu cometia mais um erro. E outros erros. Um dia desses eu achava que era punição. Um dia desses eu vi foi lição. Aprendizado. Um dia desses eu notei o quanto sou abençoado. Iluminado. Deus obrigado, por minha família. Essa que sonhei um dia. Filha, um dia desses...
Te Amo ❤️
É você que ilumina minha vida e aquece o meu coração. Com todo respeito ao brilho do sol, que deixa os dias mais lindos, convenhamos; você, filha, é minha luz preferida.
De todas as minhas escritas, vocês para sempre serão a poesia mais linda da minha essência.
O resto, só rascunho.
O abraço carinhoso de um filho ou uma filha é uma das coisas mais gostosas e gratificantes da vida...
Com a filha no colo, Dark presenciara a descida de sua mulher para a cova. Era como se observa-se um grupo de desconhecidos enterrando seu coração.
A mentira é a filha anã do Diabo, que com suas pernas curta corre, mas sempre é alcançada pela Verdade.
Era filha da tempestade. Arredia, intransigente, teimosa, austera, obstinada e cheia de caprichos. Seu próprio pensamento, por vezes, a assustava. Carregava seu mundo nas costas, e não admitia que fosse invadido, pois era também egoísta e não sabia (e nem queria) compartilhar seus amores. Gostava da noite, de se deixar chover no âmago silêncio do escuro. Mas não por via de regra. Trovejava e relampeava, estremecia e se derramava a qualquer momento, e por qualquer motivo. Sua chuva de sentimentos inundava suas relações, e por vezes transbordava sua laguna mente inconstante, arrastando suas barreiras estruturais e desolando seu coração desobediente. Era ventania; profunda e uivante. Era orvalho; chuvisco molhando a lenha cortada, borrisco fazendo brotar a semente plantada. Era nuvem negra carregada (de emoções, de palavras, de fantasia, de amor) solitária no céu estrelado; era a casa do gigante irritado, a imensidão cinzenta dos dias nublados. Mas ainda assim, conseguia serenar por vezes, em hipóteses (sempre) inesperadas, e na beleza de uma nova manhã, permitia o nascer da luz. Era filha da tempestade, mas era preciso abrandar para que pudesse nascer o sol. O calor. O vapor. E carregar-se novamente. Nem sempre era quando desejava, mas talvez fosse essa a sua jornada. Sua sina predestinada. O caminho certo a seguir.
