Poemas Famosos de Amor Distancia

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(...)⁠Não havia sonhos. Não havia amores. Já não havia belos anjos e muito menos flores. - Somente havia espinhos...e não havia mais ninguém naquele caminho.

Inserida por WendelBonatti

"Estude, desenvolva a capacidade de ser livre em seus julgamentos, não se deixe levar pelo pensamento dos outros, a menos que com ele esteja de acordo. Viva, isso é fundamental. Adquira experiências, não se isole, leia além das letras, leia o que está escrito na rua, nas pessoas,na vida."

"O fascínio do que é proibido exerce o encanto de uma serpente egípcia, hipnotiza, cega, porque age sobre a vaidade do ser humano, fazendo-o crer-se "especial", diferente dos outros, do comum. Alça-o à condição de objeto de desejo, de "coisa" inatingível, e, por conta da fantasia, a mente humana opera catástrofes distorcendo a realidade, engendra complicados mecanismos emocionais criados sobre bases irreais ou, no mínimo, distorcidas."

⁠Ele volta, sempre com promessas vazias,
Olhares furtivos, repletos de agonias.

Ela sonha com um lar, onde a confiança é real,

Mas a imaturidade dele transforma tudo em carnaval.
Amor não é só chama; é também proteção,

E no labirinto das dúvidas, ela busca uma direção.

Se ao menos ele visse, que a verdadeira aventura,

É ficar, é amar, e enfrentar a vida com ternura.
Mas ele é vento, que não se pode segurar,

E ela, um porto, que não pode esperar.
Entre insegurança e paixão, um dilema triste,

Um amor que se perde, onde a certeza não existe.

"Precisamos aprender a conviver com as diferenças e entendê-las"

"(...)todos somos iguais nesse aspecto: para podermos mudar, devemos nos compreender e nos aceitar."

"Conhecer o outro é conhecer a mim mesmo. Se reconheço no caráter de alguém frieza, calculismo, ódio ou qualquer outro elemento, é porque os tenho em mim."

"Tudo quanto precisamos está em nosso interior, temos apenas que aprender a buscar as fontes de sabedoria divina que temos gravadas na consciência. Isso possibilita analisar e julgar a nós mesmos."

Inserida por Epena

"Como faz para não ser acusado de heresia?

-Aprenda a quem, quando e o que pode falar. Este é meu segredo, guarde-o muito bem. Seja fiel a si mesmo, não renegue as suas verdades sejam elas quais forem, mas não faça de suas convicções carros de batalha para obrigar os outros a se renderem à sua forma de pensar. Cative-os quando tiver oportunidade. Tenho comigo que só o amor e a liberdade geram a justiça, que equilibra e dá paz aos relacionamentos. Conheça a sua liberdade, assim reconhecerá a dos outros, ame-se e amará aos outros, respeitando os limites de reconhecer-lhes a liberdade de pensar, sentir e agir diferentemente de você; dessa forma será justo e gozará da paz. Nada de ciúmes, inveja, orgulhos; faça seu caminho, escolha sua estrada, há mil delas na vida e o destino é único, o que difere são os percursos que traçamos. Portanto, faça o seu e não o imponha a ninguém; se lhe perguntarem, fale, ou então deixe apenas o sinal de seus passos."

Inserida por Epena

Chopin Bukowski

este é meu piano.

o telefone toca e as pessoas perguntam,
o que você está fazendo? que tal
encher a cara com a gente?

e eu digo,
estou ao piano.

o quê?

desligo.

as pessoas precisam de mim. eu as
completo. se não podem me ver
por um tempo ficam desesperadas, ficam
doentes.

mas se as vejo muito seguido
eu fico doente. é difícil alimentar
sem ser alimentado.

meu piano me diz coisas em
troca.

às vezes as coisas estão
confusas e nada boas.
outras vezes
consigo ser tão bom e sortudo como
Chopin.

Inserida por NunesLucas

Todo homem que lê demais e usa o cérebro de menos, adquire a preguiça de pensar.

Inserida por Theotor

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Aproveita muito subir aos maiores empregos do Estado, para nos desenganarmos da sua vanglória e inanidade.

É por vezes mais fácil formar um partido do que ascender, pouco a pouco, à chefia de um outro já formado.

O primeiro sulco aberto na terra pelo homem selvagem foi o primeiro ato de civilização.

Os bens de que gozamos exercem sempre menos a nossa razão do que os males que sofremos.

Enganamo-nos ordinariamente sobre a intensidade dos bens que esperamos, como sobre a violência dos males que tememos.

A ignorância tem os seus bens privativos, como a sabedoria os seus males peculiares.

Desesperar na desgraça é desconhecer que os males confinam com os bens, e que se alternam ou se transformam.

O saber é riqueza, mas de qualidade tal que a podemos dissipar e desbaratar sem nunca empobrecermos.

Os erros circulam entre os homens como as moedas de cobre, as verdades como os dobrões de ouro.

Quando sentimos que não há razão para sermos estimados, estamos à beira de lhe ter ódio.

A tirania não é menos arriscada para o opressor, do que penosa para o oprimido.