Poemas Fáceis de Decorar
O PASSADO DE NÓS DOIS
Morena linda fui cruel comigo mesmo
Joguei a esmo o amor que tu me deu
O tempo me mostra a razão que perdi
Tudo de ti que hoje seria meu.
E foi domingo numa penca de cancha reta
Que fiquei quase pateta com tanta beleza
Uma linda flor vermelha nos longos cabelos negros
Eu me vi nos olhos verdes dádiva da natureza
Hoje se passa um filme na minha mente
O dia em que a gente foi um para cada lado
Aquele dia ficou gravado na minha memória
E em toda essa história somente eu fui o culpado.
"LAMENTO"
O que eu fiz com os meus amores
Eram lindos, eram puros, eram verdades
No começo foram um jardim de flores
Mas cresceram e vieram os espinhos,
Desacertos, tristezas, dissabores
Causando ferimentos profundos
Que o tempo ainda não curou as dores.
"REFLEXÃO e DECISÃO"
Depois de tanto pensar e fazer pelos outros, e esquecer de mim,
eu resolvi agir da seguinte maneira: Amo pra também ser amado, respeito pra ser respeitado, valorizo pra também ser valorizado, liberdade pra ambos, direitos e deveres divididos, o que pode um pode o outro:
Só assim me sinto feliz e realizado, e talvez eu possa fazer o mesmo com alguém que eu esteja me relacionando.
"SILÊNCIO"
O silêncio é como uma brisa mansa
Que suavemente alcança
A profundeza da minha alma
Que lembrança, saudade e nostalgia
Dentro de mim fique calma.
"DESTINO"
Destino um rumo uma direção, uma força maior e decisiva, privativa, que determina certos acontecimentos que nos surpreende e não nos dá o tempo preciso de agir, de pensar, de executar e fazer algo em tempo real.
Assim perdemos amigos, familiares sem que se possa dizer uma só palavra, de amor, carinho, atenção, conforto, ânimo, apoio, incentivo etc... E também levar ao conhecimento de quem parte, o quanto foi importante os momentos felizes em que numa época convivemos juntos.
Destino cruel, que me impediu de te dizer o quanto foi bom nossa amizade, nossa convivência por algum tempo, mas ficou as marcas de quando nos conhecemos ainda adolescentes. Destino este que nos privou do último abraço. Mas este é o destino de todos nós, nunca será como nós queremos e dejejamos. Vá em paz amigo, companheiro e irmão do coração, em breve nos encontraremos.
"INSÔNIA E MATE"
Quando de madrugada a insônia me pega
E o minuano nas paredes do rancho se esfrega
Levanto da cama e cevo o meu mate
Enquanto o vento forte e frio no oitão bate
Eu sorvo o meu mate bem tranquilo sentadito
Faceiro aqui no meu cantinho solito.
Nos conhecemos a tanto tempo
```E nos conhecemos de verdade a pouco```
Talvez seja apenas o momento
```Ou eu esteja louco```
Mas te vejo muito diferente do que eu imaginava
```Talvez naquela epoca eu não sabia de vdd```
Que ja te amava e ficava calado
```E q sempre tive vontade```
De estar pra sempre do seu lado
_~Everton Ats_
Aprendi a ser Mar …
Aprendendo a cada dia com
a sabedoria das águas,
Aprendo a deixar ir,
A esperar, sentir, respeitar.
Aprendi a ser Mar,
Sendo mulher, mãe, gota e oceano.
Aprendendo a zelar, nutrir e ensinar.
Aprendi a ser Mar
Através de toda lágrima e suor,
Aprendendo o preço do caminhar e
A necessidade de sempre seguir.
Perdão
Eu já fiz isso antes...
Eu consigo lhe perdoar
por todas as noites que fez com que eu me culpasse pelos seus erros!
Eu ja fiz isso antes...
Eu consigo lhe perdoar
por ter feito duvidar das minhas verdades, e acreditar em suas mentiras...
Eu ja fiz isso antes...
Eu consigo lhe perdoar
por todas as vezes que aceitei as suas desculpas disfarçadas de amor!
Eu ja fiz isso antes...
Eu consigo lhe perdoar...
O problema será perdoar- me por me perder...
toda vez que lhe ofereço o meu perdão...
Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.
Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.
Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.
Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.
Dóra
Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.
Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.
Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.
Graduada em hipnose,
Sentidos de rapina,
Em sua apoteose
Furtou-me a idolatria.
Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.
O que delonga faz confiar,
O que demora faz confiar.
Desafio Dóra !
Desafiadora a se entregar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.
Um olhar perdido.
Um olhar perdido
Uma mente insana
Um suspiro fundo
Um sorriso que engana
Muitos não percebem
Na verdade não vêem
Por fora tá lindo
Mas dentro explodindo
A destruição se fez
O semblante engana
O cabelo arrumado
A roupa deslumbrante
O perfume abstrato
O batom vermelho
Cabelo chapiado
Unhas feitas
No pé um salto
Mas por dentro um caos
Tudo acabado
Uma desolação
Um verdadeiro trapo.
" Não era um para sempre qualquer
era o nosso ,que os ventos do destino,
trataram de levar
sobraram perfumes, lembranças
desejos
a um, que não sabe o que fazer com tanto presente
hoje ausente, nosso amor suportou
a dor, a falta e há de suportar a saudade
porque para nós, nosso para sempre,
será sempre honrado
mesmo que ele exista, somente em mim...
Senhor, deixaste apenas os bons para os bons? Os tristes para a escuridão e o silencio? A verdade para o que restar do amor?
A verdade é dura, triste, solitária e tem nome. Vive sóbria através de todos os entorpecentes, cada qual com seu nome, apelido e endereço.
Todas ou quase todas as pessoas conseguem me ver bem, mas nenhuma delas da forma como você me olha, me nota, observa e conclui.
Não julgo teus olhos, não os posso. Teus olhos vêm tudo, ao mesmo que nada. Sentem e perseguem o que te fere. Seus olhos são como afiadas facas, moldadas através de tempos, muitos e poucos, talvez simultâneos.
É a tua verdade que vejo. Tua verdade que eu quero e espero.
Me sinto estranhamente dentro dela, nela. Com ela.
É a tua verdade que também nos separa e nos reaproxima de forma constante.
Que a tua verdade nunca seja absoluta, se é cortante, amargurada e dura.
Que a minha mentira ao menos engane tua razão e te entorpeça o tempo suficiente e necessário para amar.
Porque, onde seu corpo deitar, querido, repousa lá meu coração também.
