Poemas eu To aqui para te Ajudar
fica parada aí com
a mão no corrimão e me
espera subir a escada
pra te dizer coisas que
eu sempre tive vontade de
falar desde que o elevador
quebrou
Porque tem que ser assim
Voce mudo muita coisa em mim
E isso nunca ira mudar ter um fim
Oque eu sinto sempre sera assim
O nosso amor
Era delicado como um flor
Agora so tem dor
Ficou sem vida sem cor
Pena que acabou
Agora vou tentar ser quem eu sou
Mas sempre teu olhar
Me fara perder o ar
Mas antes de me calar
So peço-lhe um chance pra falar
Que me espanto
Com oque sentiamos e agora so eu sinto
Eu não sei porque as pessoas sempre têm a mesma reacção quando ouvem sobre a queda de um avião.
"Um avião caiu? De que companhia aérea?"
"Para onde estava indo?"
Como se isso fizesse diferença, como se você fosse responder "Ah, esse voo! Ah, ok, esse eu consigo entender." Como se existissem alguns aviões que se espera que caiam.
Você vai ao agente dos bilhetes de avião "Desculpe-me, esse voo geralmente cai um pouco, não é?"
"Realmente costuma cair, sim. A gente tem um outro voo, mas explode na decolagem (...)"
As Vozes Dos Mentecaptos
volta e meia eu me sentava junto à eles e observava a falação.
eles pareciam insatisfeitos com o mundo
os lábios se mexiam como se não soubessem segurar as palavras na boca.
eles diziam
''a verdade é insuportável
a mentira é a solução''
eu nem me mexia, queria ouvir o que saia das suas malditas bocas imundas.
mas pensava na minha cabeça, como é que esses cretinos ousam falar do mundo se nem sequer o vivem?
conclui que também fazia parte dessa difamação toda.
assim como eles, eu também não vivia a vida como era pra ser vivida, eu simplesmente me sentava e impacientemente esperava algo acontecer, e não acontecia.
minha existência era miserável. incompreensível.
e nossas verdades eram encobertas por mentiras convincentes.
ninguém desconfiava, todos aceitavam como se fossem verdades absolutas.
logo pensei,
os humanos são imbecis, a existência é imbecil, somos projeto de um acaso infeliz que não deu certo.
Eu não quero mais...
Não quero mais ter que lembrar o quão ruim tem sido as coisas para mim.
Pensar em como eu me sinto só...
Não ter mais perspectiva em tudo e decepções sobre nada...
Quero apenas continuar, cada vez mais em frente sem parar, sem olhar pra trás, correndo tão rápido que nem mesmo o tempo fará sentido.
entre a suas sobrancelhas
falta uma ponte que uniria
as duas num formato de risco
e de lá eu saltaria - sem para quédas -
pra um destino arriscado: a sua boca
eu te tinha como quem
tem uma certeza na
vida e que dela nunca
vai se desfazer e te perdi
como quem perde um poema
que está na cabeça e se
mistura com tantas explicações
fúteis se eu fui ou não
o melhor pra você
(Zona do medo)
"Onde eu vivo não tenho direitos,
apenas o medo. Não tem lei e
sim, a lei do cão. Aqui a minha
vontade não é nada, vivendo
na mais absoluta tirania. Sem
palavras aqui me calo, calado
pela violência. Escravo da
ignorância, acorrentado pelo
medo. Viver aqui não é meu
desejo. A tirania que faz de
mim o que bem quer. A
ignorância que tenta me fazer
de burro. Minhas mão podem
estar atadas, minha boca está
tapada, só não irá tirar o meu
coração. Meu coração por
liberdade gritará. Isso ninguém
me tira. Só se for pra me matar,
meu coração por liberdade gritará.
Quero voltar a viver, ser livre pra
pensar. Muito longe estarei, feliz
em outro lugar. Onde liberdade
eu terei, nenhum canto pra chorar".
(Graone De Matoz, Zona do medo)
Como eu
A vida te maguou tão derrepente
Como eu
Andava tão alegre tão contente
Mas quando menos esperava
Foi como um pesadelo
Fiquei sem rumo sem estrada
Só deu dor de cotuvelo
Para mim foi um grande aprendizado
Prefiro andar sozinho
Do que viver sendo apunhalado
Vou sem rumo sem caminho
Quem sabe um dia eu não possa melhorar
Quem sabe voçê
Não me faça mudar
E juntos possamos vencer.
O que melhor posso dizer do amor?
Dentre tudo eu já tive... Muitos
Pois acho que cada coração
Suporta da maneira
Que acha melhor...
E da chama que traz-nos o calor
Faça da eternidade
O melhor para se viver
Com amor...
Eu só preciso de asas para te levar ao infinito
Conhecendo o meu sorriso de está com você
Pois o meu paraíso nem se faz tão calmo;
E a minha paixão é intensa que arde
Com a loucura das malicias
Que se fazem eficazes
A minha indecência
Pronto para te devorar;
Teu corpo é minha loucura
E por onde quero viajar
Amar e te beijar
E do infinito te navegar
Ah... Como quero te felicitar
Venha me fazer louco nessa loucura
Venha deixar eu te amar
Entre lençóis e suor
Venha me lamber
Que te provarei
Com gosto de fruta
Mordida para me satisfazer;
OS SENTIMENTOS SINCÉROS VIVEM PARA SEMPRE.
Assim como eu, não gostavas de exposições publicas e mantinhas tuas dores somente entre os seus.
Assim como eu, apreciavas a sinceridade e dizias as verdades doessem a quem doer.
Assim como eu, carregavas a esperança qual os olhos de uma criança de ver um dia o mundo melhor.
Assim como eu, selecionastes as amizades, que foram poucas, mas de qualidade e quando sorrias, as gargalhadas reluzias e brilhavas como o nascer e o por do sol.
De ti guardarei uma imensa saudade e um exemplo a seguir.
Que DEUS reserve para ti na eternidade o melhor que no céu existir.
Serás a estrela mais brilhante trazendo alegria constante a todos que te avistar.
Foi uma grande Honra te conhecer e ter sido merecedora de tua atenção e do teu carinho.
Algum dia nos reencontraremos.
Morte não é despedida, é apenas mais uma prova
Tal como é a vida que sempre se renova.
Descanse em paz.
Cindy Alecxander.
Toque do desejo.
Voce me toca , eu te toco.
Voce me olha , eu te olho.
Vejo seu sorriso e tenho vontade de sorrir tambem.
Do brilho de teu olhar , vem o meu desejo de te tocar.
Eu te desejo .
Desejo teu olhar.
Desejo teu sorriso.
Desejo tua boca.
Desejo teu calor.
Desejo teu corpo.
Te desejo .
E voce oque desejas.
Mesquini .:a.t.d. 07/11/2013
CANÇÃO PERDIDA
Quem sabe, talvez, o mundo não me quer.
Serei eu resto dum naufrágio incompleto?
Talvez seja resto de uma madeira qualquer
Sem ter a marca ou penhor d’um dialeto...
Ou, quem sabe, talvez, seja chaga sem poder,
Seja ferida que ninguém vê por completo...
Uma estranha voz, uma canção d’um querer,
Talvez seja eu, um enigma, um ser indireto!
Eu sei que a minha sorte não é neste mundo...
Talvez, pela explosão, d’um céu moribundo
Sou quem anseia estrelas no reflexo do mar!
Eu sei que, nesta esfera, sou um ser perdido
Que busca encontrar neste mundo ferido
Uma melodia, talvez, que seja pra cantar!
O MEU CONFORTO
Sol poente... noite fria! Cá estou! Sou eu.
Eleva-me à fragrância da flor morta...
Que do dia, me restou a vossa porta
Por voltar à luz bendita que morreu!
Sou do teu conforto de saudade
O teu grito erguido em trevas de infinito...
Prega-me à cruz da insanidade
Que sou de ti a história curta de um mito!
Sou eu! Cá estou! Abra-me seus espaços,
Minha cruz, onde morre a minha dor,
Que já breve volta à luz os meus cansaços...
Noite fria... solidão! Oh, meu amor!
Dá-me o conforto dos teus braços...
A ilusão dos meus instantes de primor...
DEPÓS A CHUVA
(A prometida)
Então, depois, que chegaste sorrindo
e bela, quando triste eu já estava,
sorriu... a minh’alma, que enlevada
de sonhos, a noite foi se cumprindo...
Hoje, que me és a luz deslumbrada
e infinda, infindo eu me vejo sentindo
orgulho dos meus olhos, que nada
enxergava de esperança se abrindo...
Certo que de euforia imensa e leve
possa pulsar por teu sangue que tece
o meu imenso coração elevado,
Elevar-te-ei o luar da noite cumprida,
por certo que me foi prometida
para morrermos de amor lado a lado...
PRETEXTO
Que nada me fosse vil! E pecado
Ao firmamento! E eu seria um santo,
Que, no mundo, o meu pesado
Seria o meu provar de acalanto...
E de toda à vida, eu seria um manto
Ao destino, que se prega andado,
Mudo. E, qual razão teria um pranto?
E de qual amor seria meu curvado...
Por tudo é essencialmente puro!
E nada é de vão momento...
Nem adúltero, nem enlouquecido...
Por tudo o que é desgraça, impuro!
E canto, e disperso ao vento
Do meu santo mundo o ardor vivido...
LAÇOS
Tantos sentimentos me perseguem...
E nesta vida em que eu vou passando
Céus inteiros me clareiam, quando
Todos os de bom amor me seguem...
Com a voz do infinito eu vou cantando
As melodias dos que não temem,
Dos que, nos louvores, prevalecem
Nos maus das noites dispersando...
Eu anseio qual se afia prudentemente,
O que não se firma em mau intento,
Que não se deixa amar secretamente.
Pois que os sentimentos nesse mundo,
Não inquire tudo o que se vai vendo...
Mas anseia o coração, que é profundo!
DESEJOS EM AGONIA
Eu queria ser a brisa no teu esplendor
Galgar pelo tempo, ao vento imenso!
Eu queria ser alma em tudo que penso...
A aura do teu sentido e o teu frescor!
Eu queria ser o gosto do teu beijo denso,
O mel que escorre da tua boca em flor!
Ser as lágrimas do teu pranto sem dor
Que beija a tua face, sob o desejo tenso!
Eu te desejo sobre o langor dos sentidos
Por tempos curtos passados e perdidos,
Num dia de noite, sobre trevas sem fim...
Minha alma vagueia ao tempo em agonia
Por deixar-te passar ao vento aquele dia
Em que o ar teu perfume errou em mim!
HORAS QUENTES
Se eu pudesse ter-te, oh, amada minha,
Nesta hora em que os desejos aflorados
Consomem todos os medos e pecados
Deste Poeta louco que te adivinha...
Toda louca que tu és, bem à noitinha,
Vem ao pôr-do-sol a lua dos amados
A deixar-te em suspiros amargurados,
A estender-se pela noite, tão sozinha...
Se eu pudesse ter-te às horas quentes,
Sob roupas íntimas que te põe ardentes,
Rasgaria em linhas as vontades tuas...
Deixaria estas loucuras sem passado...
E no momento que tivesse do meu lado,
Suavizados, faríamos amor... às luas!
