Poemas e versos pequenos
Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, apenas de seu coração a ele, e ele lhe dará o dele.
Eu tentei com todas as forças dizer a mim mesma que você se foi, mas simplesmente não consigo porque você ainda está aqui... no meu coração!
Posso até sofrer, mas não vou recair,
Mas já você vai precisar de mim sabia?
Pra te tirar do fundo desse poço que eu saí...
A terra flora! Felicidade!
Choveu na roça!Adeus cidade.
Eu vou-me embora. Eu já vou tarde!
Eu vou agora. Bateu saudade!
Voei, andei, naveguei;
Conheci lugares, pessoas e paisagens;
A brisa, a maresia e o aroma da terra;
Sensações que vão e vem como o balanço de um trem.
Minha casa são muitas, uma só todas elas; o morar é a casa
com varandas, janelas.
Obs.: trecho adaptado. Texto original "Essa casa são muitas", do poema "Memória da Casa" de Walmir Palma e Fernando de Oliveira.
Não ponha fim nos meus caminhos assumidos
Meus pés jamais se limitaram ao seu querer
Transbordam rumos dos meus olhos ressequidos
Eu vivo a vida que você não quis viver
Sou louco, mas aos poucos me torno são;
Sou um anjo, mas as vezes viro um dragão;
Sou um marinheiro, mas as vezes prefiro o chão.
Posso ser tudo, mas antes de tudo sou nada.
Levemos a descaracterização da palavra escrita para o lado bom, há coisas engraçadas, acabamos por dar muitas gargalhadas das palavras descaracterizadas por mentes descerebrizadas literalmente.
De longe ela não é normal;
De perto também não.
Mas pra quer ser normal, se é o diferente que chama a atenção?!
Vou decorar su'alma
com flores e os sabores mais inimagináveis...
Plantar orquídeas em sua boca, meu jardim
com desespero em florir
Soprar teus olhos...
Só p'ra te fazer sorrir
Só p'ra mim...
Liberto
Com livre teor poético
Cheiro de café
puro expresso
pão com manteiga
e boas risadas
até dizer chega
sem pieguices
esteja amar
seja meiguice
é agradável ao paladar
Liberdade
Fragmentada
Tão limitada!
Posso ir!?...
Posso!
Posso vir?
Posso!
Até onde?...
Liberdade!
infinita...
Tão bonita
Liberdade!
Livre inclusive
Pra me perguntar
Posso tudo
De que me posso?
Se possuo a posse!?
Posso!!!
Mas devo?
Silêncio!
As palavras estão dormindo...
Ouço o som dos poemas
Quando a noite apaga a luz do dia...
Acende milhões de estrelas
Ilumina os pensamentos
Que voam feito vaga-lumes
Ofertando lumes de poesias para a lua...
era pra ser apenas uma aventura...
mas havia tanta ternura e carinho envolvidos,
que se fizeram passarinhos nos céus, nas alvuras do desconhecido...
se perderam no vento se amaram e se desprenderam do tempo, insólitos...
