Poemas e Poesias

Cerca de 59980 poemas poesias Poemas e Poesias

⁠A poesia virou flor
E trouxe a primavera
Para desfilar sua beleza
E espalhar muito amor

Poema: Rubim, Espelho do Brasil


Sob o véu das montanhas serenas,
Rubim desperta ao dourar do amanhecer,
Em teu colo, memórias pequenas
Crescem fortes, prontas pra florescer.


Serras guardam auroras antigas,
Onde o vento galopa a canção,
Tropas e sonhos, pegadas amigas,
Tecem teu chão com o fio da união.


Em ti vibra o pulso da arte,
Do folclore, do riso e do labor,
Cada filho é parte e estandarte
Do Brasil em seu mais puro amor.


És passado que não se apaga,
Com zaquetes que o tempo bordou,
Tua história, no peito, se alaga,
Com heranças que o povo formou.


Tens no povo o maior tesouro,
Filhos firmes, herança e raiz,
És Rubim — de beleza e decoro,
Espelho fiel de um Brasil feliz.



Poesias são o refúgio para os dias cinzentos. Capturam a essência da vida, expressando sentimentos e emoções que muitas vezes ficam escondidas. Poesias são a beleza e tranquilidade de uma alma única e profunda.

POESANDO
Quando falamos de poesia
A alma se veste de louvor
Num profundo sentimento
Esquecemos qualquer dor.


A poesia é o verdadeiro encontro
Na beleza do encantamento
São fragmentos, são versos
Poesando o momento.


Ela extravasa a juventude
Viajamos na imaginação
Da mente e do coração.


Nas suas múltiplas faces
Na ausência da identidade
A poesia grita com liberdade.


Irá Rodrigues

Poema I
Suprassumo pensar


A alma — ah, a alma
ora templo, ora caverna,
sonho de ser eterna,
conturbada ou calma.

Sussurrava e gritava
entre lágrima e pranto,
fino e suave manto,
porque alma ela era.

Não só carne,
nem só memória —
mas a fragrância do espírito.

Não só escrita,
nem só história —
mas a essência em um abismo.

A alma — ah, a alma.

Poema II
A voz escrita

A palavra dita voa, a escrita permanece.
Um pacto silencioso entre ausentes,
ou a flecha lançada em forma de prece.


É o selo. A prova. A herança:
memória que jamais se esquece.


É urgência. É chama. É marca —
a palavra dita, que no ar estremece.

Poema III
Repente de um poeta



Já vi cacto dar flor no silêncio da aflição,
E vi lágrima em dor, em sorriso e oração.
Quem planta o sonho bruto, colhe verso em cada mágoa —
O que rega o futuro? Suor e lágrima, vulgo: água.

O sol não tem compaixão, a chuva virou promessa,
E a terra só dá legume se a fé não for só conversa.
O filho da estiagem tem coragem desde os ossos —
Não murmura a miséria, nem destrata um dos nossos.

Já vi homem ter dinheiro e morrer sem ter sentido,
E matuto sem um troco dividir o seu abrigo.
A riqueza que perdura não se mede por moeda —
Mora é na intenção, no coração de um poeta.

Poema IV
Pequeno verso de preço


O homem inventou o dinheiro — e deu valor à escassez,
Mas nem tudo é dinheiro, nem com dinheiro se fez.
Fez, sim, muita riqueza... condenando muitos à malta,
E a prisão da moeda nem se nota — até que ela nos falta.

Meu armário empoeirado

De tudo que guardo sobressaem-se as poesias
A beleza dos detalhes que observei
A beleza dos olhares que fotografei
Guardo o amor que sinto e lacrimejo
Guardo a paz dos abraços e fogo dos beijos
Guardo a dor de cada queda
E a felicidade em tudo que tenho na terra
Que por mais que nada seja
És o que é meu.

Uma boa tarde a você, caro leitor.
Deixo aqui minha poesia, e mais do que isso, minha essência:


""
No silêncio da guerra, amo baixo o sangue que percorre minhas veias.


No barulho dos campos elíseos, temo alto o que me observa de longe.


Em um floreado mar de perguntas, cheiro doce o aroma de conforto, onde seguro em minha mão direita, o remo, e em minha mão esquerda, uma âncora que me cansa.


Sob as altas águas que chovem, respiro a tempestade do comodismo, onde atravesso esta densa nuvem negra que me carrega.


Eu sou uma pena, seguindo o vento, sou belo, sou vivo."

Nascimento do poema.
Deixo a cidade e seu tumulto lá fora,
E o silêncio sussurra os versos,


As palavras dançam ao vento,
E o mundo some , se afasta,agora compondo parindo!!!
Só restam as emoções,
E o poema nasce, lentamente sem pressa. Leila Boás 13/12/2025

Meus Poemas não são bons;
Meus Poemas não são belos;
Mas Meus poemas são pra pessoas do coração sincero!


12/02/2026

⁠RESIGNAÇÃO

Eu cantei o amor,
celebrei a alegria,
da trizteza fiz canção,
e da dor fiz poesia.

Nunca me deixei vencer,
quer de noite,
quer de dia,
e se vi alguém chorar,
lhe apresentei alegria.

Se só se vive uma vez,
deixo registrado o meu feito,
pois aprendi que na vida só será coroado,
aquele que militou direito.

Quando a morte chegar,
e com seu véu me cobrir,
entrarei no paraíso,
com um grande sorriso,
direi a Jesus Cristo:
Pronto, meu mestre, estou aqui.

Resignado ao teu propósito,
para o qual me escolheu,
eu cantei, sorri e chorei,
fiz de teus planos o meu.
E deu certo, eu bem sei,
no canssasso da minha lida,
eu cheguei ao fim da vida,
e nos teus bracos descansei.




Autor: Cicero Marcos

Nosso Jardim




Eu quero que tu me plante no seu jardim


Te escreverei poemas com as próprias folhas que nasce em mim


Semente eu fui depois floresci


Te alimentei com meus frutos


E sempre será assim


Um ciclo sem fim






Eu me sinto feliz nesse ambiente


Meu jardim contente


O inverno já passou


E eu estou esperando que o sol se apresente


Cuide das sementes


Quero mais da gente








Eu te disse que escrevia meus poemas


E nele eu falei a maneira linda que você podou meu problemas


Chegando outono


Espalhei folhas


Com cada poema


Elas caíram livres e serenas


E foram na direção de uma árvore seca


E falaram pra não desistir porque a esperança ainda reina


No outro dia choveu e um broto nessa árvore começou a crescer


Anunciando uma nova fase que está Prestes a nascer

Todas as razões pra se amar
é imensidão de poesia
no brilho do teu olhar
quero colorir a vida com você
ser bem querer e querer

Poema V
"O Arquiteto de Si"


Um homem que pensagrande,
Cuja alma o orgulho nãocomanda.
Sem busca por aplausosvãos,
Nem cede ao medo que do mundoemana.


De olhos na realnecessidade,
Disciplina fora e dentro dolar.
Ouvindo anciãos comhumildade,
Aprendendo dia a dia aquestionar.


Tudo com zelo eprimor,
Como se para Deus fosse amissão.
Pois o Criador é o seuGestor,
Com excelência edireção.


Justiça faz aopartilhar,
Sua parte no fluxosagrado.
Pois sabia que, aoentregar,
O seu vaso seriarenovado.


Das sobras, o chão eleerguia:
Terras, mercadorias evalor.
No equilíbrio de quem sabia o quefazia,
Moldou-se um homemvencedor.

A poesia desce em cascata para o âmago da alma,

um sussurro divino que acalma e incendia o espírito.

É uma salada de letras,

tempestade suave,

banhada na essência pura da flor que desabrocha no silêncio do jardim,

no abraço etéreo da brisa que dança sobre o mar,

na luz solitária e prateada do luar que vigia os sonhos esquecidos.

Ela acaricia a mente como um toque celestial,

pintando com tintas invisíveis as paredes secretas do ser,

onde o infinito se revela em cada suspiro.

“Não sou da folia, sou da poesia.”
Não sou da folia, mas
gosto do riso solto na esquina,
do confete que dança no vento
e da música que abraça de longe.
Fico na calma do meu canto,
vendo a cidade virar cor.
Não pulo, não bebo, não grito —
mas deixo o coração sambar
bem baixinho por dentro.

Ler poesia pode até ser uma
terapia, mas não substitui uma
boa consulta psicológica pra
quem não tá de bem com a vida.

Eu escrevi para ela
um caderno de poesias.
Falei dos meus sentimentos
e das noites e dos dias
que sofri enquanto ela
curtia as noites dela
em festas e fantasias...