Poemas e Poesias
Da dura rotina
cai
no abismo dentro de mim
desabrochei
sem esperança sem vida
eu busquei
imaginei
olhei pra dentro de mim
um mundo sem eu
o mundo de deus
sem medo
me deu adeus
a vida é uma realidade que não cabe você, do amor dos seus sonhos, vomitar
e jogado pra fora o que você sempre chamou de meu, sem eu sem nada
me fazer infeliz
então eu cai
então retornei
então me livrei
uma vida que não te convida mais para um simples cafe
"AS LEMBRANÇAS QUE ENTRAM NA GENTE..."
No meio de tudo só estou lembrando das coisas que entram na gente e da falta da sua forma de ser tão auto suficiente, de se bastar tanto, quando você não se cabe de alegria e vem colocar a sua no espaço da minha ... Gosto tanto da sua liberdade que se prende a mim e me livra de tudo. Ai eu sei que somos sonhos que caminham por todos os lados e lugares. Quando eu quero ouvir muito e você diz pouco se fazendo as mesmas perguntas que eu. Você sempre faz perguntas das quais já sabe as respostas. Suas perguntas são sempre as mesmas minhas, simplesmente porque somos certeza um para o outro... Nos caminhos que cruzam seu destino eu sempre volto porque eu prometi amor. Agora Deixa a gente ser... Então de repente podemos ser tudo... Seremos sol, lua, noites, manhãs. Como a expedição da sua alegria e a viagem dos seus sorrisos. Seremos simplesmente perto um do outro... No meio disso tudo só estou lembrando das coisas que entram na gente e vão até o fim... Minha dificuldade em ser permanente sempre volta pra você, devido aos os dias que vão me atravessando e minha fome de mundo. (...) Ai eu vejo que o mundo eu já tenho e você é a nova vida que eu estava esperando tanto...
Eu pertenço a algum lugar,
E algum lugar me pertence,
E eu vou encontrar este lugar,
E lá ficarei para todo sempre...
Queria eu escrever
Um pouco dessa história,
a história desta vida, uma vida completamente tristonha,
cheia de pranto e melancolia,
Queria eu escrever,
a história deste homem sonhador
que a séculos espera por um amor,
queria eu escrever
A tristeza de uma madrugada fria,
O olhar ao céu, onde nenhuma
estrela por ele brilha,
O sentar na esquina
com a esperança de que seja a musa,
Vindo pela aquela rua.
Queria eu escrever
a tristeza de um abraço sem amor, de um beijo sem prazer.
Eu tropeço, mas não caio
Eu não volto atrás
Eu não sou fácil
Eu não dou mole
Eu não sou de ninguém!
Eu sou minha!
..
A lembrança do fantasma
Meu doce suspirar
Minha amarga saudade
Minha vontade incontida
Sem raciocínio
Uma vaga lembrança do seu
Rosto, num leve sorriso
Nos lábios sem palavras,
Queria sussurrar seu nome.
Seu cheiro, seus olhos, suas palavras
Sem paladar.
O gosto..
vazio
Sua ausência!
.
De paleio está o mundo cheio,
então deixa-te dessas tretas,
porque a inveija é um sentimento muito feio.
Torturas
Nada mudou.
O corpo sente dor,
necessita comer, respirar e dormir,
tem a pele tenra e logo abaixo sangue,
tem uma boa reserva de unhas e dentes,
ossos frágeis, juntas alongáveis.
Nas torturas leva-se tudo isso em conta.
Nada mudou.
Treme o corpo como tremia
antes de se fundar Roma e depois de fundada,
no século XX antes e depois de Cristo,
as torturas são como eram, só a terra encolheu
e o que quer que se passe parecer ser na porta ao lado .
Nada mudou.
Só chegou mais gente,
e às velhas culpas se juntaram novas,
reais, impostas, momentâneas, inexistentes,
mas o grito com que o corpo responde por elas
foi, é e será o grito da inocência
segundo a escala e registro sempiternos
NO BALANÇO DA NOITE
Passam as horas passam,
os dias passam.
E,
Eu fico aqui, olhando
As recordações
Você não sabe o que é perder tempo e,
só vivendo por ti..
esperando
Esse dia chegar!
No balanço da noite.
Olhando o céu sem estrelas
Passando por nuvens escuras
Escorregando na calçada
Dançando na chuva,,
E o tempo lento que não quer passar..
Perdendo limites, perdendo a vontade...
Enquanto eu ia você voltava,
a gente só se desencontrava..
E eu aqui...sozinha
Esperando acontecer,
e você não vem.
e para te esquecer
eu vou colocar as lembranças
Em lugares bem altos,
distantes,
onde eu não possa pegar!!
Onde eu não possa voltar.
Onde eu não possa recordar!
Depois vou sair me encontrar
Com o Sol e sorrir!
Sonia Solange da Silveira - ssolsevilha poetisa do cerrado
Direitos resrvados
São paulo, 03 de julho de 2015
Na vida o que mais me satisfez:
Não foram os ensinamentos que recebi, mas os que transmiti.
Não foram as madeiras que utilizei, mas as árvores que plantei.
Não foram os poemas que li, mas os que criei.
Não foram as páginas que virei, mas as que escrevi.
Não foram as orações que li, mas as que a minha alma ditou.
Não morres satisfeito.
A vida te viveu
Sem que vivesses nela.
E não te convenceu
Nem deu qualquer motivo
Para haver o ser vivo.
A vida te venceu
Em luta desigual.
Era todo o passado
Presente presidente
Na polpa do futuro
Acuando-te no beco.
Se morres derrotado,
Não morres conformado.
Nem morres informado
Dos termos da sentença
Da tua morte, lida
Antes de redigida.
Deram-te um defensor
Cego surdo estrangeiro
Que ora metia medo
Ora extorquia amor.
Nem sabes se és culpado
De não ter culpa. Sabes
Que morre todo o tempo
No ensaiar errado
Que vai a cada instante
Desensinado a morte
Quanto mais a soletras,
Sem que, nascido, mores
Onde, vivendo, morres.
Nao faças promessas que pode vir a virar decepção,
porque a quem prometes essa pessoa pode ter uma desilusão.
Eu tou aki para intervir para te dar Inspiração,
para quando essa pessoa te falhar eu te dar mão.
Somos poucos mas somos verdadeiros,
e um exelente colectivo de grandes guerreiros.
Acompanhado pelos os reais veteranos,
só queremos mostrar finalmente o nossos planos.
Da valor ao que de real tens,
caga no dinheiro e nos bens.
para de ser egoísta e não percas a dignidade,
Porque um dia pode ser realmente tarde.
por não dares valor uma uma grande amizade
Folha
Sem vento
Sem direção
Sem inspiração
Folha sozinha
Perdida no tempo
Sem ressentimento
Vai ao chão
Foi há muito tempo
Mas eu ainda me lembro
Como se fosse hoje
Por amor a um grande amor
Deixe de viver um grande amor
Sob a face serena
E o olhar tranquilo
No fundo do peito
Acima de qualquer suspeita
Há sempre um vulcão
Louco para entrar em erupção
O que é isso, o poeta?
Poeta é aquele ser estranho
E cujas palavras
Eu encontro palavras
Para explicar a minha dor
E o meu amor
A alma acostumada
A navegar
Em mares sombrios
E tempestuosos
Nas manhãs de calmaria
Desencanta-se...
