Poemas do Desapego
Parecia que existiam dois tipos de pessoa no mundo. O primeiro tipo incluía as pessoas que simplesmente aceitavam tudo o que lhes acontecia sem discutir. Pessoas que quando viam alguém se mandar da vida delas apenas suspiravam, davam as costas e tocavam o barco. Pessoas capazes de se desapegar facilmente. O outro tipo, ao contrário, era de pessoas que lutavam para salvar um relacionamento, exigiam respostas quando o barco afundava. Quando percebiam que não queriam que seu relacionamento chegasse ao fim, essas pessoas se agarravam a ele desesperadamente, como se a própria vida dependesse daquilo.
O que é a matéria senão um lugar para perder o que não se tem, ganhar o que não pode possuir, e deixar de ser quem não é?
Nesta espiralidade da vida, tudo está em constante movimento e transformação, portanto permitamos desapegar-nos ao que se foi, ao que feneceu, ao que já não oferece abrigo, aos sentimentos endereçados a pessoa amada e que não ressoam, que já não encontram eco ou reciprocidade.
A felicidade é algo retrógrada, capaz de se retroceder, o amor é algo belo, que pode até padecer, mas o que não é belo no amor, é aquele que está em vulnerabilidade, ja foi magoado varia vezes, e hoje não acredita na reciprocidade.
Jesus quando esteve entre nós não trouxe uma lista de proibições, não, ele apenas deixou dois mandamentos, amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos, o restante ele deixou que cada consciência resolvesse. As listas de proibições e pecados só apareceram quando o cristianismo passou a ser institucionalizado, a começar pelo pseudo-apóstolo Paulo, a chamada "igreja" foi quem catalogou os pecados capitais, os pecados venais, que inventou o limbo, o purgatório e até mesmo o inferno, tudo isso visando o controle da massa de fiéis, no intuito de ter o povo atrelado ao cabresto eclesiástico como forma de dominação político-religiosa. Voltemos ao que Jesus pregou, amemos a Deus e ao nosso próximo, pois como Ele falou, desses dois mandamentos é que dependem todos os demais.
Bispo +Rodrigo Faddoul
Aqueles que são leves sempre voam alto. Ser leve é ser sem carga. Se você carrega algo você fica impedido de voar. Ao ser leve você nunca fica cansado de suas responsabilidades. Você é um tutor. Um tutor nunca fica cansado. Quando nada é seu, não pode haver carga. Seja amoroso e desapegado. Seja um mestre e uma criança."
A verdadeira felicidade nasce em nosso coração quando somos capazes de pensar no bem do próximo, mesmo quando estamos vivendo uma situação que para nós se apresenta como um problema.
As saudades bateram-me à porta. Eu pedi para elas voltarem mais tarde, porque estou ocupado demais a tentar esquecer-te.
Não é através de roupas (capa) que a humildade se retrata.... Ela é sutil, não pode ser vista nem ouvida... Está contida no silêncio da renúncia, no desapego da compreensão, no encantamento do perdão.
Quero que saibam,que nem tudo que está sentido é real ,pode ser apenas algo que queira sentir e que quando acabar descobrirá que era apenas algo passageiro , uma coisa que entrou em sua cabeça e que pareceu real por algum tempo
Até perdê-la
Eu tive vontade de te procurar. Mandar uma mensagem de texto, fazer uma ligação ou simplesmente te chamar em alguma rede social. Mas deixa pra lá, o meu orgulho é maior que a saudade. E tudo que eu pensei em fazer, você também poderia ter feito.
Como entender e ter o desprendimento do algo que jamais seremos donos ou teremos posse?
É ai que é preciso Amor!
Engraçado como ficamos tão próximos de algumas pessoas, nos falamos todos os dias e assim do nada nos tornamos meros desconhecidos. Tentando entender algumas coisas da vida e do próximo.
Não lute pra ser algo, apenas entregue-se ao acaso, é como o Amor que se perseguimos ele não ancora.
Diz a lenda que estava o monge meditando quando entra um homem e deposita 10 moedas de ouro perto dele. O homem fica inquieto até não aguentar mais e pergunta ao monge: Você não irá me agradecer pelas moedas que doei ao templo? Sabiamente responde o monge: Quem doa é que deve agradecer, pois teve para doar.
