Poemas sobre o Sol para iluminar o dia
Agoniso dentro do meu próprio eu como sol ardente cujos raios transpassam a minha alma, assim é a dor que sufoca o meu coração nos dias em que sinto a necessidade de não ser tão bom para com as pessoas más que invadem o meu mundo.
Há um sol que nasce para todos e uma lua que apenas brilha e emociona o coração de quem conhece a arte de amar.
Sou o sol que ilumina o teu dia, a imagem que enamora a tua mente e a certeza de que és o meu suspiro em dias de paz.
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
Mesmo que a escuridão não passe nas manhãs preenchidas pelo sol que ilumine o dia mais belo de nepturno, tornamo-nos a expressão suave e balsâmica das famílias que buscam a estabilidade social e econômica, aí onde poucos ainda têm esperança de encontrar.
Os raios do sol que nos envolvem, levam-nos a estar protegidos pelos males que nos vão atirando ao longe pelos nossos perseguidores inconfessos, por isso, deixemo-nos atingir pelo brilho do sol, para que a proteção Divina revele o pó do mal dos sentimentos das pessoas que nos querem ver cair.
Já raia o sol que clama o nascer de um novo dia, a incerteza da vida que se viverá hoje abala o meu coração, talvez por viver fadado sobre o receio deste novo dia, que absorverá com o vento a magia da noite passado vivida entre o desejo e apaixão infinita.
Sobre o pôr do sol dos mares e rios da minha Angola, reflete com intensidade o caminho da paz e da prosperidade que os angolanos ainda almejam alcançar sob a égide da nossa independência nacional, por isso, não percamos a esperança que este dia um dia chegará.
As horas vão passando, trazendo o novo dia, sobre o sorriso do sol nascente, o Natal se vai mostrando e, traz consigo a melodia da vitória que iremos alcançar no início de mais um ano que se renova na vida de cada família.
Curvo-me perante a exuberância da tua beleza magistral, que tal faraoica me deixo embriagar pela solicitude do teu cheiro, mesmo copioso e suave me doma, que nem Sodoma e Gomorra em dia de destruição Divina.
Pensei em embarcar pelo mar da vida, acalentado pelo pôr do sol dos dias que correm, minha alma rejeita continuar a vagueiar pelo mundo, quando não mais vivo me encontrava.
O sol é uma arma frágil, cuja intensidade destrui com facilidade os vírus ruins, que tendem a aniquilar a bondade da vida.
Correu no intervalo, brigou na saída, rodou por aí; voltou para o lar bem depois do sol se por; ela não jantou e foi dormir sem velas, presentes ou parabéns.
Úmida e insecável era aquela rua, um pouco depois daqueles limites o sol reinava, mas ali não, não ali. Aliás, o cheiro de mofo exalado pelas alvenarias e madeiramentos depreciados, marcava característica e peculiarmente aquele beco, com o esverdeado e vívido musgo que saltava por entre os seixos que assentavam a calçada; um catingueiro interminável forrava os jardins dos casebres que se pareciam mais com caixotes de verdura do que com habitações.
Sinto falta do seu entusiasmo, me sinto como uma florzinha murchando a cada dia, ao sol que antes aquecia.
Saudade dos olhos que brilham como o sol, saudades do perfume que ao invadir meus pulmões me causa uma sensação louca de felicidade.
