Poemas de Sofrimento
Sejamos como Bartimeu, o cego de Jericó que largou seu manto no chão e Jesus o chamou e o curou. Confiamos, entregamos nosso manto (angústias, sofrimentos, dores, aflições) para que Ele nos faça "enxergar" a luz e a promessa que nos fez ao morrer na cruz do calvário.
Muitas vezes somos reféns do nosso próprio medo. Isso se dá por ideias produzidas pelas nossas fantasias estimuladas por experiências emergidas do passado ou presentes em afetos conflituosos. Isso causa sofrimentos profundos de uma realidade fluida. Não importa qual é a sua escolha, nada será tão ruim que justifique viver um momento aprisionado por um sentimento que assuma o controle da sua vida.
Perdemos a oportunidade de transformação e evolução, ao querermos nos ajustar à situações. Não se trata de optar em desistir, mas sim, de encarar a luta e decidir que basta o comodismo, entender que a resiliência não é sinónimo de aguentar, mas sim superar-se!
