Poemas sobre o Silêncio
Ouvi o som do silêncio, mas percebi que cada momento era vazio, cada segundo era solitário, mas sua própria palavra se tornou vazia.
O ENCONTRO.
“O silêncio profundo não é vazio: é o espaço onde a consciência se reconhece sem máscaras.”
Você me faz voar leve sem medo entre seus dedos no silêncio da minha solidão. Mas não tenha pena desse simples mortal que sucumbe diante da sua face e se desintegra em desejo e inspiração. E mesmo que isso me faça voar através do silêncio inesgotável de suas maravilhas que norteiam meu coração, mesmo que por acaso perca o sentido da palavra ou mesmo a respiração diante de seu rosto, seus lábios delicados podem ser minha salvação.
Sou caminhante do silêncio profundo no eco do meu próprio ser que habita uma imensidão de vidas e ainda vejo tudo florescer.
Aprenda a rejeitar o superficial e prefira mergulhar nas profundezas do silêncio em seu próprio ser.
O equilíbrio da vida está na luz e vibração do próprio ser, mas o silêncio é a luz do conhecimento.
Dizem que quando partimos, uma nova estrela ilumina o céu ao som de um silêncio profundo em todo o universo.
O sussurro da vida é um sopro na voz do Espírito, lançado no silêncio que desperta os seres que viajam pelo mundo.
O Ser busca o conhecimento através do silêncio, e em seu paradoxo se expressa por meio de suas palavras.
Que essa Páscoa celebrada no silêncio do confinamento, possa explodir dentro de nós raios de esperança e luz para uma vida renovada, onde a busca do bem seja a bússola guia e que a cultura da paz seja um propósito para nossos dias
Sou amigo do silêncio. Escravo da solidão. Ladrão dos teus segredos. sou comparsa do teu amor bandido...(Mario Valen e Olivia Campos)
Ficar em silêncio enquanto falam de você é um ensinamento do nosso mestre Jesus, é fácil? Não é, mas assim como Ele nos deu exemplo na prática, pois sabendo que no meio dos 12 que escolheu havia um que iria o trair. E mesmo quando o traidor, o entregou chamou-o de amigo.
Ler é escutar com os olhos aquilo que o silêncio dos outros tenta dizer. Quem cultiva a paciência diante das palavras escritas desenvolve um ouvido para o invisível — capta nuances, escuta entrelinhas, entende o não-dito. Já quem fala demais, muitas vezes o faz para calar o mundo, como se o som da própria voz bastasse. Mas o verdadeiro dom está em ouvir — ouvir com o corpo, com a alma, com os olhos. Falar pode ser arte, mas ouvir é sabedoria. E em tempos de tanto ruído, saber ouvir é revolucionário.
