Poemas de Reflexão
"Ainda preciso ler mais páginas, e descobrir as que foram arrancadas e guardadas em secreto, pois todas elas são do livro chamado meu eu".
Me fizeram acreditar que não podia fazer nada, até mesmo não acreditar em sonhos. Hoje posso mudar o mundo!
"Às vezes nos contentamos tanto com a imperfeição que paramos de acreditar que a perfeição existe. Mas tenham plena certeza de que ela existe, porém, mora num lugar bem distante de nós, chamado de futuro."
Existem mais charlatães, do que "gurus" da sabedoria... Porém eles estão aí dispostos, à quem procurar a verdade... Às vezes o receptor da mensagem, também é emissor.
Não há sabedoria sem Filosofia, e Filosofia sem sabedoria... Como não há sabedoria sem amor, e Filosofia sem dor...
Acalma seu coração, preencha-se de fé. Acredite na sua força, observe que todo dia o sol aparece lindo esperando que você se inspire e recomece...e se ele não aparecer? Sua fé será a luz que vai iluminar o seu caminho.
Eu não acredito no óbvio. Porque se uma coisa é óbvia só depois que alguém fala, não era óbvia. Logo, o óbvio não existe.
Pedi a São Paulo que me indicasse um bom caminho e descobri que existe um Belo Horizonte em minha vida.
Não acredito que o homem seja feito para a quantidade, mas para a qualidade. As experiências, se alguém vive para colecioná-las, nos abalam, nos oferecem horizontes utópicos, nos embebedam e confundem.
Dizem por aí que se o olho não vê o coração não irá sentir e eu não acredito nisso. Se essa fosse mesmo uma verdade por que será que as musicas me fazem chorar e cheiros aguçam meus desejos? Sempre vai existir gente que tentará nos cegar, mas lembrem-se que o amor que podemos tocar é superficial. Quando esse sentimento amadurece e se torna mais verdadeiro ele fica mais difícil de ver e de sentir por estar além da epiderme. A intangibilidade do amor o dignifica e o ressignifica deixando obvio que ele já não faz mais parte do mundo e sim parte de nós.
O coração ensinável é um portal para a sabedoria. Aquele que tem o coração ensinável trilha o caminho para a plenitude da humildade
“Quem jamais investiu tudo o que tinha naquilo que acreditava jamais depositou fé naquele que o enviou.”
Um dia, olharemos no espelho e veremos que o tempo nos levou toda a beleza que acreditávamos ter, e teremos a certeza que a beleza se esconde num lugar onde ninguém pode ver.
Naquele tempo acreditava em papai Noel e na cegonha. Papai Noel, toda véspera de natal, acho que véspera, pra enrolar, era o mesmo ritual, de olho no presente, me comportava bem o dia todinho, varria até a casa, me segurava, não fazia malcriação. A noite, antes de dormir, escrevia um bilhetinho: Não esqueça minha Caloi, coisa desse tipo, (bicicleta naquele tempo era do preço de uma moto, pelo jeito) e colocava no sapatinho. De manhã... Que papai Noel mais desligado! Trazia uma coisa totalmente diferente, um carrinho de plástico, um saquinho de bonequinhos, vaquinhas, cavalos, índios, cowboys... Tem nada não, alguma coisa por traz daquilo dizia que eram dados de bom grado, de coração, com ternura justificáveis, e eu nem me importava no final, eram até bonitinhos, ia pegando gosto. Até que um dia, inexplicavelmente, nem isso mais veio, veio coisa nenhuma. A Cegonha, na noite que minha mãe tava pra dar a luz ao quarto filho, o quarto na ordem sucessória, minha irmã, foi aquele rebuliço, lembro muito vagamente, como num sonho, minha tia passar correndo com uma bacia cheia dágua e entrar no quarto onde minha mãe estava, e pedir a alguém pra chamar Dona Nita parteira, nascíamos em casa, e logo em seguida pegar na minha e nas mãos dos outros irmãos e levar pra casa da minha avó. Poxa! Justamente agora, por quê? Ia perder um acontecimento extraordinário, a chegada da cegonha! Já tava imaginava aquele passarinhão fabuloso, enorme, deste tamanho, maior que uma ema, do tamanho da porta, entrado sala adentro com minha irmã pendurada no bico. Perdi. Quando voltamos o bicho já tinha ido embora, nem uma peninha pra guardar de lembrança e de prova. Não sabia que Papai Noel era meu próprio pai e a cegonha, com todo respeito, minha própria mãe. (22.12.2016)
Há um ditado popular antigo de grande sabedoria que diz: Cão que ladra, não morde... Imagine de um lado, um cão vira-latas sarnento latindo sem parar, e do outro um rotweiler quieto, só olhando pra sua cara! Qual deles, poderia lhe dar medo? Bem... Eu te asseguro que se O Cristo FOSSE "O CÃO", não seria o vira-latas!
Mesmo que ninguém veja ou acredite, faça sempre o seu melhor. As feridas serão muitas porque poucas pessoas vão reconhecer, valorizar e retribuir o que você sente e faz por elas. No entanto, continue dando o melhor de si.
