Poemas de quem Deu um Fora
MALOGRO
Fui seu bebê
Fostes meu último amor
E do último amor
Fui o aborto que não deu certo
Não cai no sanitário
Nem no recipiente de coleta
Só despenquei...
Agonizando, em lugar qualquer.
De agonia em agonia, vou renascendo
Até ando sonhando...
Logo, logo, estarei engatinhando,
Correndo...
E talvez voando.
MÃO SANTA
No basquete ele foi rei
Todo mundo o aplaudiu
Sua cesta de 3 pontos
Deu o ouro ao Brasil
Mas o jogo encerrou
O cronômetro zerou
E Mão santa já partiu
De Quatro
Demétrio Sena- Magé
As pessoas estão nas próprias casas;
ninguém deu aos estranhos o seu canto;
suas asas, seus sonhos, suas crenças
foram todos mantidos; respeitados...
E privadas ainda são privadas;
você entra sozinho; ninguém mais;
não existem ciladas nem demônios
vigiando quem faz o que lá dentro...
Nem chegou às escolas do país
a cartilha de gêneros impostos;
cada um é feliz à sua escolha...
Mas as velhas mentiras vêm de novo;
há um povo que não pensa por si;
está sempre de quatro (em quatro anos)...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Tempestades de Amor e Verões de Justiça
Sei bem que, neste vasto mundo que o Criador nos deu para habitar e cuidar, há muitos corações famintos por vingança. Mas o que mais me encanta é saber que há muitos, muitos mais famintos por amor.
Então, em qualquer tempo da nossa existência, que tenhamos verões de justiça.
Que tenhamos tempestades de amor.
Que tenhamos ventos fortes de fé.
Que a chuva do céu lave a tristeza de todos, que ilhas de esperança se formem e que possamos nos agarrar às árvores da paz.
Que eu possa, também, conectar minha energia de alegria com todos os meus e com os seus.
E que hoje, nesta Sexta-feira da Paixão, possamos suportar as dores do dia a dia e, aos domingos, celebrar o amor sem dor.
O seu amor me fez renascer,
o seu amor me deu razão pra viver,
o seu amor me ensinou a crescer,
o seu amor me fez ser alegre.
Mas o seu adeus me fez morrer,
o seu adeus tirou de mim o anseio de viver,
o seu adeus me fez regredir,
o seu adeus me fez desistir,
o seu adeus levou minha felicidade.
E, na verdade,
pra viver sem o seu amor,
eu não tenho capacidade.
Deu-me uma rosa
Ela era vermelha como sangue
A segurei firme
A quis muito bem
Mas alguém cobiçou seu jardim
Como uma raposa sorrateira
A roubou
E você ainda deixou a porta aberta
Para que ela retornasse
Aí então percebi
Que aquela rosa não murchou
Porque era falsa
Meados de abril e deu vontade de escrever. Bateu na telha declarar... e registrar: que sim, estou diferente. Diferente de tudo que já fui e diferente do que vou ser daqui a pouco: o mundo tem me feito renovar todas as costuras, peles e posturas. Mudando com cada nascer do sol, com cada palavra trocada, com cada reflexão dada (pulsada, sentida). Me surpreendo - me humanizo - endureço - e amoleço a cada dia seguido (num ritmo exatamente assim: frenético). Vou me permitindo e moldando meus vazios com preenchimentos diversos.
Tenho pensado menos nos passados. Tenho quisto viver menos de futuro. Tenho respirado mais meu presente. Tenho arriscado mais. Pensado mais. Pesado menos. Tenho menos quando deveria ter mais. Tenho sido mais quando deveria estar sendo menos. Mais ou menos... Tenho tido bons resultados. Tenho sentido(s). Tenho ouvido(s). Tenho aprendido. Fazendo um levantamento por hora: e nossa! Tenho tido.
E este texto já está ficando por deveras poético.
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Estou vivendo um daqueles momentos que nos vemos felizes com o ritmo que as coisas tem evoluído - me sentindo assustada com alguns direcionamentos - mas que em sua grande totalidade, o crescimento e experiências pagam qualquer investimento (e tempo dedicados). Na vida sempre temos e vivemos grandes e menores momentos, alguns memoráveis, outros descontentes, outros lamentáveis, outros dignos de serem multiplicados e vividos intensamente. E eu acredito que é por aí que a graça e a leveza continuam acesas: é com o que verdadeiramente fica e com o que podemos passar para frente que vamos aprendendo a ser gente. É com cada pedaço/ e verso/ e passo que vamos construindo - semeando - colhendo (e fazendo tantos novos laços). Estamos ligados: eu, você e todos os que eu e você escolhemos.
Mãe é aquela que nos deu a vida, amor e cuidado, pronta a enxugar as nossas lágrimas. Sempre corrigindo nossos erros, nos levanta a cada tombo, erguendo-nos com seu amor.
Atenciosa e carinhosa, sempre presente e disponível, és o pilar que nos ajuda a crescer e evoluir. O diamante mais brilhante, a estrela que ilumina a escuridão e os caminhos obscuros com afeto e dedicação.
Muito mais que pedras preciosas, mais que todas as riquezas, brilho do esplendor, a melodia da nossa canção, nosso universo de emoção. Você viu florescer as nossas vidas com as mais lindas cenas da realidade.
Deus nos deu você, isso é verdade, isso é amor, é felicidade.
O ALICERCE DO INVISÍVEL
O Arquiteto que nos deu o sopro da vida trabalha em silêncio. Enquanto o mundo se deslumbra com muros e fachadas, Ele cava o solo do que não se vê.
Silencie: a planta baixa da sua alma pode ser apagada; Ele pode redesenhar todo o projeto do seu ser.
Deixe que Ele molde o seu íntimo.
Sustente o que é eterno.
Seja um alicerce inquebrável.
Lu Lena / 2026
O som “Om” é considerado, nas tradições védicas, o som primordial, a vibração que deu origem a tudo o que existe. Ele não é apenas uma palavra ou uma entoação: é a expressão sonora do universo em expansão, o arquétipo do nascer, do manter e do dissolver.
Do Livro: A mente em Hertz, da autora Nina Lee Magalhães de Sá
LIVRAMENTOS INVISÍVEIS
"Agradeça tanto pelas portas que se abrem quanto pelas que Deus fecha no silêncio. Nem tudo o que brilha é ouro, e nem toda oportunidade é um destino. O que é livramento, o coração entende depois."
Lucia Reflexões&Vida
Hoje me deu uma vontade louca de sair por AÍ,
Sair sem rumo pra algum lugar que nem eu mesmo SEI,
Mas desisti, lembrei que te amo tanto, e pensei em TI,
E em tudo que contigo ontem a noite CONVERSEI....
Casa Branca...
Hoje me deu saudade, então escrevi
De uma linda casa branca
Onde minha infância vivi
Era de uma família nobre
E eu um pobre guri
Com saudades e boas lembranças
Recordar eu resolvi
Naquela casa branca
Bem na beira da estrada
Me lembro quando piá
Eu pedi uma pousada
Eram pessoas ricas
E eu pobre não tinha nada
Mas fui bem acolhido
Acabei frequentando aquela morada
Então lembrei com gratidão e saudade
Da casa branca na beira da estrada.
Deus me deu vida, e eu simplesmente vivo-a.
Deus me mostrou o caminho certo, e eu simplesmente prossigo-o.
Deus caminha do meu lado, e eu simplesmente acompanho-o.
Deus é minha luz, que até na escuridão eu enxergo.
Deus é meu guia, sem ele não vou a lugar nenhum.
Deus em primeiro lugar, em segundo eu.
Deus me disse! A tua fé, a tua crença, a tua obediência em mim, não precisarás acreditar em mais ninguém.
A perfeição e o Bem dependem do Criador, da ordem estabelecida e mantida por Deus.
Se de Deus se afastar o Bem e pefeição vai se perdendo.
O Mal é ausência em parte ou total de Deus,
da ordem estabelecida por Ele.
O sol é tão meu
Que me deu a escuridão
Me trouxe a cegueira
Sombras pelo chão.
Como uma tirana
Vestida, inrustida
De boa samaritana
Um olhar sem alma
Sorriso falso
Espírito sem fé.
No jogo da vida
No baralho
Do...
És o dois de paus.
Camaleão emocional
Cobra cascavel
Cortina de fumaça
Hipócrita sociável
Ave de rapina
É tua sina
A tua vida, a tua essência
300126
Carla, não sei se é o sono acumulado ou esse copo aqui na minha mão, mas parece que o mundo deu uma entortada e só você ficou no lugar certo. As horas estão passando meio em câmera lenta e eu fico tentando entender como a gente coube tão bem um no outro, sabe?
Tem umas coisas que não fazem sentido, tipo o barulho da chuva ou o jeito que o silêncio fica barulhento quando você não está por perto. Minha cabeça tá uma confusão de pensamentos soltos, mas todos eles acabam esbarrando em você. É uma mistura de cansaço com uma vontade gigante de te dizer que, mesmo quando eu não faço sentido nenhum, você é a única coisa que faz.
Acho que eu só queria dizer que te amo, mas as palavras resolveram sair por caminhos mais longos hoje.
DeBrunoParaCarla
Às vezes, pensamos que deu errado, mas, na verdade, era Deus mudando a rota.
Temos a tendência de ignorar momentos, nos chatear com isso e aquilo, mas depois paramos e vemos que foi tudo permissão de Deus.
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