Poemas de quem Deu um Fora

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Confia sempre na ajuda divina.
Quando te sentires sitiado, sem qualquer
possibilidade de liberação, o socorro te chegará
de Deus.
Nunca duvides da paternidade celeste.
Deus vela por ti e te ajuda, nem sempre como
queres, porém, da melhor forma para a tua
real felicidade.
Às vezes, tens a impressão de que o auxílio
superior não virá ou chegará tarde demais.
Passado o momento grave, constatarás que o
recebeste alguns minutos antes, caso tenhas
perseverado à sua espera.

Num momento estou feliz
No outro estou triste
Esqueço sempre que sou uma pessoa
Com erros e acertos
A pior parte e que eu
Tenho que errar para aprender.

Para Melisso o ser deveria ser infinito - Parmênides dizia que o ser devia ser finito. Melisso defende o ser infinito porque ele não pode ter limites nem no tempo nem no espaço. Se o ser fosse finito ele teria que fazer limite com o vazio, o vazio é um não ser e é impossível que o ser seja limitado pelo não ser. O ser além de ser infinito é uno porque se fossem dois um deveria fazer limite com o outro e fazer limite significa limitar e o ser não pode ser limitado por outra coisa, mesmo outro ser. O ser não pode ter sido gerado pois se tivesse sido gerado ou se pudesse ter fim o ser seria finito no tempo, o ser seria limitado pelo tempo. O ser não pode ter vindo do nada nem pode acabar no nada, não pode ter início nem fim, ele vai além do tempo, nele o presente o passado e o futuro coincidem. O ser sempre foi é e sempre será.

O ser é também incorpóreo, mas esse incorpóreo não quer dizer que ele seja imaterial, ele tem que ser incorpóreo porque não pode ter uma forma e os corpos têm forma. Se o ser tivesse uma forma ele teria que ser limitado pois a forma tem limites e o ser não pode ter limites. Aqui Melisso novamente modifica a teoria de Parmênides, pois este acreditava que o ser era como uma esfera. O ser de Melisso não pode ter a aparência corpórea de uma esfera porque mesmo a esfera põe limite no ser e o ser é ilimitado. O ser é pleno e qualquer forma de vazio e nada não existem.

Melisso além de defender a unidade do ser defende também a imobilidade do ser contra a ilusão do mundo sensível que se apresenta como múltiplo e em constante movimento. O conhecimento sensível é falso e a prova disso é que ele demonstra ao mesmo tempo a coisa e a sua modificação mas se as coisas fossem verdadeiras elas não modificariam.
(de A Filosofia de Melisso de Samos)

A amizade

A amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazígua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

Eu sou a lua.. Amada do sol
Eu sou as gostas da chuva
Eu sou a brisa mas leve
Eu sou os primeiros raios do sol
Eu fui quente, ao ponto de queimar de prazer
Hj sou fria como gelo, chego a queimar mas de dor

Você sabe mais do que ninguém o quanto eu te amo e o quão é imenso esse amor e carinho que sinto por você , .. Não nos conhecemos do nada e nem por acaso , .. Foi Deus que cruzou nossos caminhos fazendo com que nos encontrarsemos a fim de surgir essa amizade forte e pura que há entre nós , enfim ...

→ TEAMO' !

Não me julgue pela minha sensibilidade,
Porque vivo tudo com muita intensidade…
Mais não se engane, tambem sei ser forte,
Aprendi a viver o meu momento,
Para não ter que olhar para tras
Com ressentimento!

Faxina pra ela chegar.


Ele estava la, sentado com seus milhões de idéias.
Com a cabeça encostada no tédio, de tanto que as coisas se repetiam.
De tanto que ele tava cansado, sem muita expectativa de novas surpresas.
Afinal, era todo mundo tão igual e previsivel.


E as coisas tao parecidamente identicas.
Como ver a Lagoa Azul, mais uma vez.
E ele se dopava de risos, whisk's, cigarros, e tanto mais.
Pra ver se ficava tudo menos chato.


Ae, quando ele tava lá, tão conformado com a chatice.
Com aquele cigarro acabando na mão, esgotando os pulmões,
esgotando o tédio, esgotando o tempo na internet e a paciência dele.

Ele olhou pro lado. Ele olhou pra ela.
Ae, ele sempre lirico, se deixou levar.
E por que não?
Se ela estava lá.
Aquela imponente presença de dedos longos e finos segurando,
um cigarro que parecia queimar a paciência dela e o tédio dela,
tanto quanto o dele.
Pessoas tão diferentes e ele via ali, tanta coisa em comum.

E agora, ele estava preso.
Ele que tanto falou em 'finalmente liberdade'.
Estava ali entregue, sem lutar, por vontade própria.
Ele estava ali, e tinha se esquecido do tédio, tinha se esquecido
de encostar a cabeça.
Ela havia trazido naqueles olhos vivos, a vontade da renovação.
E ele queria se renovar, queria mudar tudo, pra que quando ela
viesse pra vida dele, ela encontrasse tudo de alguma forma,
arrumado pra ela.

E agora, lá estava ele, faxinando tudo.
E esperando ela chegar.

quando você se afasta
você da espaço pro outro
procurar outros caminhos.
portanto, ficará difícil voltar..

violência

é quando eu
deixo de ser eu

para ser aquilo que você acha que sou.

Estas são algumas maneiras que nós podemos praticar a humildade:

Falar o mínimo possível de si mesmo.

Mentalizar os seus próprios afazeres.

Não querer gerir a vida das outras pessoas.

Evitar curiosidade.

Aceitar contradições e correções alegremente.

Passar por cima dos erros dos outros.

Aceitar insultos e ferimentos.

Aceitar ser desprezado, esquecido e antipatizado.

Ser amável e gentil, mesmo sob provocação.

Nunca pisar na dignidade de alguém.

Escolher sempre o mais difícil.

A pior luta é contra o amor.
A maior vitória é contra o desejo.
A a maior insanidade é a paixão.

medo

é quando o coração se fecha por causa das dores passadas.

é quando as borboletas no estômago causam angústia.

é o que você sente em relação as pessoas depois de tantas partidas.

Lá no interior eu era mais feliz, tinha paz
mental. Gozava a vida e não tinha nenhuma enfermidade. E aqui em
São Paulo, eu sou poetisa!

NÃO PENSE

Não pense no que possa existir,
além do horizonte.
Vá até lá, veja você mesmo.

“” Não tenho medo das rugas
Das marcas do tempo
Das lágrimas que chorei

Não tenho medo da saudade
Das lembranças do que um dia existiu
Tudo que partiu, tinha que ir

Espero apenas o sol de cada manhã
Dentro de uma janela aberta ao mundo
Espero vida ...””

⁠O amor é essencialmente perecível, quando nasce começa a morrer.

(Primo Basilio)

quando é madrugada
e o sono não vem
eu fico pensando
“por onde será tu andas meu
bem?”

De: Anônimo
Para: Corações sem Rumo

Fecha os olhos, inspire 3 vezes e sinta seu coração pulsar suavemente, e deixe rolar em sua fase a dor que ele carrega, deixa ele gritar através de cada lágrima, deixa ele sair desse aperto, deixaa ele respirar. Agora você sente? O vento tocar sua pele e seus corpo pulsar junto com o seu coração na perfeita harmonia. Eu sei ainda ta doendo, eu sei que o nó ainda ta ai só mas frouxo, eu sei.
Abra os olhos e veja o seu mundo cinza, se levante vá ate o espelho e veja o reflexo de um ser conhecido no entanto desconhecido, sente a dor nos olhos dele? E senti vulnerável, esta se questionando o que sera que deixou essa marca? Deixa eu te dizer você mesmo (a), e eu sei passo um filme em sua mente, eu sei porque as lagrimas voltaram a rolar em seu rosto.
Ei, para de forçar isso que acha ser um sorriso, seus olhos vão te denunciar, nao consegue falar porque o choro aumenta? Então chore poe pra fora, deita na sua cama e abrace seu travesseiro deixa o filme rolar, deixa a dor secessar.
Agora que viu que eu sei, me escuta um pouco. Quem disse pra você que ia ser facil? Quem disse que vc e o primeiro (a) ou o ultimo (a) a passar por isso? Eu sei, com vc e diferente e que cada um sente de uma forma, no entanto no fim sente não sente? Enfim...
Olha pra dentro de vc, veja ta adiantando essa alto piedade? Ta adiantando viver nesse passado ai e não ver seu presente? Pois bem pese bem pois se nao pode ser tarde de mas amanha

Desprezo

Esta alma que insultaste se revolta!
Em sua viuvez erma e vazia
Nem sombra guardará de tua imagem
Tanto amor que por ti ela sentia.
Não há de lhe arrancar, nem mais um canto,
Que não seja apagado por meu pranto.
Como a flor a beleza loga murcha;
A tua há de murchar em poucos anos;
Quando a ruga da face anunciar-te
Da velhice aos tristes desenganos
Quando de ti já todos esquecidos
Nem te olharem, meus versos serão lidos.
Talvez um dia o mundo caprichoso
Procure, nobre dama, algum vestígio
Da mulher que meus livros inspirava;
Não achará porém de teu fastígio,
Senão traços de lágrima perdida
Arcano d'uma dor desconhecida.
O tempo não respeita altiva fronte
A riqueza, o brazão, tudo consome.
Um dia serás pó e nada mais;
Ninguém se lembrará nem de teu nome;
Mas para que de ti reste a memória,
Mulher, no meu desprezo eu dou-te a glória.