Poemas de quem Deu um Fora
Um café, uma flor, um sorriso
Há tempos, meio que espero por isso
Quanta luz trouxe pra minha existência
Confia, vamos viver esta experiência?
Que eu possa enxergar a esperança
No sorriso de um velho
Na arte de uma criança.
Que o amanhecer chegue devagar
Para que eu não tenha medo
De viver, de sorrir, de sonhar
Mesmo não tendo lágrimas, eu choro
Com força e coragem sigo em frente
Duvidando da minha fé, eu oro
Deus me forjou focado, resliente
Que hoje seja mais um dia
Para sorrir e sonhar
Que o amor invada sua vida
Muita paz, saúde e alegria
Que a noite ao chegar
Deus possa te proporcionar paz
Um sorriso estampado no rosto
E que não sinta falta do que ficou pra trás.
As vezes a maior barreira é a língua
Você explica de um modo
O ouvinte entende a sua maneira.
E o diálogo vira um desastre 🥲.
Onde encontro o meu mundo?
A escravidão foi um sistema cruel que visava explorar e tirar proveito dos africanos.
A cor da pele não determina a bondade ou maldade de uma pessoa.
Todos os seres humanos, independentemente da sua cor de pele, têm igual valor e merecem respeito.
O racismo é um problema grave que se baseia em conceitos falsos de superioridade e inferioridade baseados na cor da pele.
É essencial desafiar e combater o racismo e promover a igualdade e a inclusão de todas as raças.
As pessoas devem ser valorizadas pelo seu caráter, talento e contribuições para a sociedade, não pela sua cor de pele.
Deus não faz acepção de pessoas com base na cor da pele e todos foram criados à Sua imagem.
Cada indivíduo, independente da sua origem étnica, tem talentos e dons únicos que podem enriquecer o mundo.
É fundamental trabalhar juntos para construir um mundo mais justo, igualitário e inclusivo, onde a diversidade seja valorizada.
O meu desejo
Entendemos que realmente queremos nos encontrar. Ouvimos um ao outro recentemente, mas a curiosidade se tornou grande demais. Então você se junta a mim no meu mundo sem amor, sabendo que ficará comigo por alguns dias. É noite, pouco antes do pôr do sol. Não planejamos muito o que faremos, já sabemos que a diversão não vai falhar.
Quando nos vemos, não podemos deixar de sorrir e nos segurar firme. Não falamos, mas nos olhamos cheios de expectativa, satisfação e alegria, enquanto estamos ambos em nossos braços.
Este meu pensamento destaca-se em um ponto crucial:a mudança real em um país não depende apenas de candidatos ou líderes, mas da participação, especialmente dos jovens.
A seguir estão algumas minhas observações, e sugestões sobre a mudança do país.
A VIDA DO OUTRO LADO
A compressão ,seria melhor
Se todo mundo pudesse, fazer um curso de psicologia para entender a dor e o cansaço emocional do outro.
A vida
Merco um Jägermeifter
Porque nesta vida , necessita beber ligeiramente.
Para não trilhar as inocentes formigas espalhadas na terra.
Porque elas não são as causadoras dos nossos problemas.
Sem fim...
Aos 15 anos ela o encontrou,
Um garoto afetuoso que lhe encantou,
Desse encontro um amor nasceu,
Que no peito dela adormeceu,
Vários afagos foram trocados,
Mas pela idade foram abandonados,
Vidas diferentes eles tomariam,
Sem saber que um dia se cruzariam,
Ele livre e desbravador,
Ela comprometida com seu fardo indolor,
O garoto que várias encantou,
E a garota que precocemente casou,
Como se no passado eles tivessem combinado,
Depois de 15 anos se reencontraram,
Como mágica o amor nela renasceu,
Enquanto preconceito nele apareceu,
Todo o encanto que ela sentia,
Parava na responsabilidade que ele temia,
Mesmo casada ela o queria,
E com as investidas dela ele sedia,
Por mais de um ano eles brincaram,
Sem perceber que outros eles afetavam,
Junto do amor que chegou,
Um problema grande o casal gerou,
Sair de casa ela decidiu,
E nessa hora ele a assumiu,
Com os meninos ela chegou,
Que responsabilidade nele criou,
Momentos alegres a família viveu,
Mas sempre ameaçada por quem a perdeu,
O amor que ela sempre afirmou,
O encantou e cego o deixou,
As ameaças que ela dizia receber,
Foram assumidas por ele a lhe proteger,
Os momentos de felicidade que a vida apresentava,
Sempre se esbarravam no passado dela que os torturava,
No final loucuras de amor ele fazia,
Enquanto algumas verdades ela escondia,
A paixão que dele roubou o bom senso,
Foi destruída pelas mentiras que ela criou sem consenso,
Contudo sua marca desonesta ela deixou,
E ele arrasado infelizmente ficou.
Nossas crises antes de mais nada são ética, moral e civilizatória.
Quando analisamos com um pouco mais de profundidade, nos deparamos com a triste realidade.
Não é uma questão ideológica e sim de lógica racional.
Não me preocupo com a autoria quando uma ideia ganha o mundo. Se um pensamento meu inspira, provoca ou serve de ponto de partida para reflexões maiores, ele já cumpriu seu propósito.
Pouco importa se alguém cita a fonte. O verdadeiro valor de uma ideia não está na assinatura que ela carrega, mas na consciência que ela desperta.
Uma das frases que mais sintetiza meu pensamento é: “A mente mente.” E acrescento: “A mente que mente, normalmente sabe a verdade.” Se essa reflexão passa a aparecer em novos contextos, novas vozes e novas interpretações, isso apenas demonstra que uma ideia, quando encontra significado, ultrapassa o seu autor.
Não escrevo para colecionar aplausos, nem para fabricar seguidores. Escrevo para incomodar certezas, desafiar convicções e provocar discernimento. Não tenho qualquer pretensão de que pensem como eu penso; espero apenas que parem de repetir o que ouviram e tenham a coragem de pensar por si mesmos.
Uma ideia realmente poderosa deixa de pertencer apenas ao autor no instante em que começa a transformar outras mentes. Porque há pensamentos que pedem reconhecimento; outros, porém, pedem apenas para continuar vivos.
Carlos Eduardo Balcarse
Vivo em um novembro infinito
Perto do fim e evitando o começo
Repetidamente carregando esse peso
Uma ausência presente em mim
Frio que se propaga em meu peito lentamente
Olhos que já desistiram de chorar
Feita de uma porcelana rachada
Com medo de qualquer toque desajeitado
Recuando antes que aconteça
Evitando começos com medo dos finais
Construindo novas muralhas com minha ignorância
Afastando todos com meu jeito repugnante
Criando um mecanismo de defesa
Posso também ser um livro com páginas coladas
Das qual não se abrem pra serem lidas
Que preferem omitir oque sentem pra serem perfeitas
Sou aquela pessoa que corre pra casa no pôr do sol
Com medo da noite
Por mais que as estrelas me tentem, o escuro ainda me assusta.
Se eu sinto o vento eu fecho as janelas com medo da tempestade
Por mais que as gotas frescas me curem do meu deserto
Por mais que o vento limpe as folhas paradas
Após racharem minha porcelana polida
Todo toque me assusta
Todo balanço parece que precede a queda
Vez ou outra, fazer-se um pouco surdo para a rudez do mundo não é tão mau assim.
Eu me permito.
Quem disse que todo grito é canção de aquarela?
Arrancando as cascas das coisas e dando a alma um grito e uma voz...
Que as palavras sejam borboletas e não pedras em nós.
Que os dias fortaleçam os sonhos e jamais aprisionem os fios dourados das ilusões que temos.
Que as noites sejam sempre de abraços, àqueles que nos acalantam e nos orvalham a alma cansada e vagante.
Que nossos mais íntimos e tímidos quereres de felicidade caminhem de mãos dadas com nossa mais resiliente coragem.
Que o frio da solidão que mora dentro de nós se aqueça de ternura e que as lágrimas forjadas de um palhaço, seja a única ironia possível em nós.
Que apesar do tempo e de toda sua pressa desleal, que sigam sendo teimosos e indomáveis nossos sorrisos.
E que a fé e o amor sem nada dizer, nos salvem e nos reescreva como infinitos inacabados todos os dias.
Numa dessas insônias rotineiras de dúvidas, a coragem gangorra.
A gestação de um sonho perde se temporariamente da crença no inédito possível.
Mas a dúvida finalmente dorme.
É quando o valor do motivo se agiganta e faz a gente estacionar de regresso no alto.
EU POR MIM...
Entre um pouso e um salto, um exagero de quimera aqui outro acolá, fui decifrando vontades, poetizando olhares, fazendo correr alto meus passos sobre céu de arado, sem jamais exilar por entre as nuvens minhas prenhes e perenes verdades.
Dancei bailados de alquimia que misturam os sonhos e os rumos, fiz nascer deles o chão que me sustém, embora o canto que ribalta o manto nem sempre me tenha sido de gentilezas e de sorrisos. Embora o horizonte de reverente poente que se quis ver, nem sempre tenha estado ao alcance do enquadrado das janelas através da quais ousei olhar.
Arte inacabada, não sacra, não casta, rabiscada pelas trilhas que andei, moldurada pelos versos que cantei, forjada em berço e preço pelas óperas ruidosas que encenei. Por vezes vulto e sombra para uns, àqueles os quais a retina que olha do centro do peito, não me foi possível atravessar. Mas o tanto maior de mim é alma sentida, é emoção alcançada, existência sem baço e névoa conhecida. Assim traduzo-me. Assim entalho-me no tronco cru e maciço das árvores que eternizam quem por elas passou e por ter algo a dizer, parou.
Por estes tantos andos e desandos de instintivos e dementados quereres, dizeres lavados de mim, em êxtase de crenças, em avidez de sonhos, sem mistérios e anteontens largados...
Que nestes, chegue sempre soberano e ímpero o TEMPO, maestro e juiz da vida. Tempo de aquietar as pressas permitidas e permissivas que, em cegueira luzidia, inundam e, por vezes, afundam. Tempo grato, polissêmico tempo que coaduna-se com as costuras consolantes, fiéis e pacientes a remendar e a refazer os rasgos e os vagos que pelas esquinas da alma vai se deixando ficar.
Pelo dito que sou, não sei se livre ou condenada estou, mas se nada mesmo ainda assim, fizer sentido, que eu NUNCA deixe de, incorruptivelmente, FLUIR. Que a emoção seja sempre dilúvio, redenção calçada de rosas e prosa em mim.
( Lu Menezes )
Que cada querer mais querido seja a próxima página lida, o próximo roteiro de um feliz e largo vivido.
Na escolha, no intenso, na ousadia, nas entranhas, na poesia, na perdição, na calmaria...
De todo modo, que nos ACONTEÇA VIVER!
Alertas da certeza e da gentileza de que somos nós a melodia, a gravidez do ato, somos nós a potência, a autoria da existência, a boniteza sentida, o tamanho e a largueza do passo ...
Somos nós, irremediavelmente, a LIBERDADE E A CORRENTEZA da vida!
BALADA DE UM SÊNIOR MELANCÓLICO
Dia sim, dia não
Dia ruim, diabão
Vou vivendo, na contramão
Isolado, na solidão
Com medo, sem razão
E daí, meu irmão?
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