Poemas de primeira vez que te Vir
É no momento mais adverso que o homem é desafiado, pela segunda vez, a despertar-se para a sua subsistência e autonomia. Na primeira vez foi pelo amor.
Quando lemos Mateus 24.12, compreendemos porque o ser humano está optando cada vez mais por viver letra de pagode.
Na medida que o tempo avança e todas as coisas sofre o envelhecimento, a Bíblia fica cada vez mais contemporânea.
Eu era como água de torneira, nem muito quente nem muito fria, mas eu acabei fervendo uma vez e não me arrependo.
A regra é clara… uma pessoa só consegue te ofende 1 vez , Se na segunda ela sabe oque você é capaz de fazer de primeira. -Ingrid d.Cavalcanti
Ela aprendeu que a felicidade não depende de outra pessoa. Em vez disso, mergulhou fundo em seu próprio ser, descobrindo suas paixões, valores e ambições. Ao longo desse caminho, ela se deparou com sua própria força e beleza interior, percebendo que a solidão não é sinônimo de vazio, mas sim de plenitude. Agora, ela abraça sua companhia, sabendo que é completa por si só e que qualquer pessoa que entrar em sua vida será uma adição, não uma necessidade. Ela compreendeu que, se não for suficiente para si mesma, nunca será suficiente para outra pessoa.
Antes que esse mundo acabe, eu só quero que você desabe nos meus braços ao menos uma vez, porque pode ser a última, nunca se sabe.
Tive um momento de clareza uma vez. Percebi que precisaria sacrificar meu único filho para que a humanidade pudesse ser salva.
Palavra algum têm valor por ter sido repetida várias vezes, basta dizer uma só vez, e confirmar o que foi dito com a força da atitude.
“Toda vez que o homem pensa em fazer algo que o tornará universal, fica com medo de perder sua individualidade.”
“É necessário meditar e devocionar cada vez mais porque aquele que medita e devociona mantém o equilíbrio, a serenidade, não entra em depressão e não se torna possesso como os demais.”
uma sociedade onde o descarte se torna a norma, as pessoas se tornam vazias e cada vez mais afundadas em uma busca desenfreada pelos próprios prazeres.
A Dança das Cadeiras
Certa vez, sentei em um restaurante e vi que um ex-patrão estava lá, conversando com um fornecedor que eu conhecia há uns dez anos. Eu estava com uma mochila nas costas, pois tinha acabado de chegar de viagem. Tirei a mochila, sentei, comi e, em seguida, levantei para ir embora. Por educação, ao passar pela mesa dos dois "homens em posição de poder", parei para cumprimentá-los. Ao ler as expressões deles, fiquei um pouco intrigada e logo fui submetida ao que poderia chamar de interrogatório: “E seu curso, acaba quando? O que vai fazer depois disso? Como é a área comercial? Isso dá algum dinheiro?” e assim por diante. Consegui responder sucintamente às questões enquanto ainda observava as expressões. Apesar de lembrar claramente do fornecedor e do seu nome, e sabendo que ele também se lembrava de mim, já que nos víamos com certa frequência, percebi uma hostilidade velada, e algo como uma surpresa (sou alguém que ele não conhece mais?). Desses que vulgo julga a sociedade, ocupam posições de "poder", havia um amargor quase palpável por estarem no mesmo ambiente que uma ex-funcionária, agora autônoma e graduada. Após perceber os tons ofensivos e os olhares capciosos, meu ex-patrão comenta: “É a dança das cadeiras.” Levanto, sorrio hostilizando o comentário e vou embora.
Ficar ao seu lado é legal, não largo sua mão. Mas, poxa, tá cada vez mais difícil se conectar com alguém.
