Poemas de primeira vez que te Vir
Enquanto a escuridão te assolar, jamais irei te deixar, pode vir duas vidas, três, mas nunca irei apenas em uma ida. Viva.
EMPURRANDO COM A BARRIGA ("Num país de miseráveis não é surpresa a barriga vir na frente da ética e da moral." — Clóvis Rossi)
Depois de 30 anos, lecionando na escola cheia de coordenadores, descobri que ainda não sei fazer um plano de aula, ainda mais agora nesse novo normal, com tantas planilhas — para se justificar uma mentira é preciso mais mentiras — Todavia não é do meu jeito, mas do jeito deles! Como eu queria me sentir confortável, fazendo o que sei! Mas, de tanto me pressionarem, entreguei mais uma planilha à coordenadora principal, e mais uma vez, voltou para refacção, crivada de correções e observações redundantes. Houve a outra que mesmo fora da sala, na rua, denunciado por uma ex-aluna da EJA, porque tomei uma cerveja sem álcool no supermercado, conseguiu me envergonhar. Eles têm sede de se impor. O que diabos é assédio moral? A culpa do caos na educação não é do professor vitimado! Mas, quando também os colegas concorrem entre si pela apreciação deles, acusam o de língua portuguesa gravemente de não ensinar seus alunos a fazerem resumo. Pois terão de dar nota nas "colchas de retalhos" que os alunos fizeram! Depois, nas reuniões pedagógicas, reclamam que não fizeram melhor porque o colega não fez bem seu trabalho. Mas, se os alunos não aprenderam, os professores também só deixam como está, empurrando a responsabilidade de uns aos outros! "O mal que podem fazer os maus livros só é corrigido pelos bons; os inconvenientes das luzes são evitados por luzes de um grau mais elevado." (Madame de Staël). (CiFA
Não há coisa tão certa que um dia não possa dar errado.
Mas uma coisa toda errada, nunca pode vir a dar certo.
Obrigado. Por ter vindo cuidar de mim quando eu mandei não vir. Obrigada por seu amor. Mesmo depois de eu ter te magoado tanto.
A tempestade pode vir, mas se Jesus está no barco, não devemos temer, pois a própria natureza lhe submete.
Cultura absorve meu ser até me ir ei a ser dela por vir nela o ego abstrair em suor do corpo vestido
A fé é muito importante, mas ela tem que vir acompanhada da prudência, o cuidado é essencial, ainda mais em momentos de grande tribulação, turbulência, também devemos nos preocupar com a segurança de nossos semelhantes, o milagre sempre acontece através da fé e da oração, mas muitas vezes, apenas rezar não é a solução, pois como dizia um grande pensador, não adianta ter fé se não houver ação... Cuide da sua família e de seus amigos, ore com devoção, mas fique atento sobre as novidades da ciência e o que dizem os estudiosos de plantão, pois Deus deu ao ser humano a receita para que em tudo haja solução, o livre arbítrio e a inteligência para criar... Devemos sim, agradecer e orar, mas acima de tudo, o cuidado para não cair nas armadilhas do encardido amaldiçoado, o mesmo que quer de Deus nos afastar, para com a sua arrogância, o mundo inteiro conquistar...
Das piores prisões, a ignorância tem seu lugar de destaque. Ser livre não basta o seu ir e vir, mas ter plena liberdade para pensar e agir fora dos currais dogmáticos das influencias psicossociais ao qual o ser está inserido.
"" Liberdade não é apenas o direito de ir e vir, liberdade é a possibilidade de ir e ficar onde quiser e puder...""
Das pessoas que nos cercam podem vir comprazimentos ou decepções, contudo, que tenhamos um estado de espírito elevado, recebendo com gratidão as ações positivas e superando equilibradamente atitudes desabonadoras no transcorrer de nossas vidas.
A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira.
A. impossibilidade de participar de todas as combinações em desenvolvimento a qualquer instante numa grande cidade tem sido uma das dores de minha vida. Sofro como se sentisse em mim, como se houvesse em mim uma capacidade desmesurada de agir. Entretanto, na parte de ação que a vida me reserva, muitas vezes me abstenho e outras me confundo. […] A ideia de que diariamente, a cada hora, a cada minuto e em cada lugar se realizam milhares de ações que me teriam profundamente interessado, de que eu certamente deveria tomar conhecimento e que entretanto jamais me serão comunicadas — basta para tirar o sabor a todas as perspectivas de ação que encontro à minha frente. O pouco que eu pudesse obter não compensaria jamais esse infinito perdido. Nem me consola o pensamento de que, entrando na confrontação simultânea de tantos acontecimentos, eu não pudesse sequer registrá-los, quanto mais dirigi-los à minha maneira ou mesmo tomar de cada um o aspecto singular, o tom e o desenho próprios, uma porção, mínima que fosse, de sua peculiar substância.
Para demonstrar o erro era preciso alguma coisa mais do que arruaças e clamores.
Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras... O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca É, a gente ESTÁ...
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre. Que o medo não tenha tanto poder sobre nós... E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo.
A maioria dos dramas está nas ideias que formamos das coisas. Os acontecimentos que nos parecem dramáticos são apenas assuntos que a nossa alma converte em tragédia ou em comédia, à mercê do nosso carácter.
Jamais os moralistas conseguirão fazer compreender toda a influência que os sentimentos exercem sobre os interesses. Essa influência é tão poderosa como a dos interesses sobre os sentimentos. Todas as leis da natureza têm um duplo efeito, em sentido inverso um do outro.
