Poemas de Paixão
Porque eu te amo, escolhi me afastar. Não é falta de amor, é cuidado. Não quero que a minha tristeza toque o que há de mais bonito em ti, não quero que a dor que carrego obscureça o brilho do teu sorriso. Às vezes, amar é proteger, mesmo que isso signifique partir.
Meu amor por ti é tão imenso que prefiro suportar a saudade a permitir que a minha escuridão te alcance. Ficar longe de ti é a escolha mais dolorosa que já fiz, mas também a mais sincera. Porque amar, de verdade, é querer o bem do outro, mesmo quando isso nos fere.
Sei que nunca deixarei de te amar, mas escolho a distância como forma de preservar o que há de mais puro em nós. Não quero ser a tempestade no teu céu. Quero que sejas feliz, mesmo que a felicidade precise existir longe de mim.
Você foi o derradeiro amor da minha vida. Se bem que, não amamos sempre da mesma forma, nenhum amor é igual.
É verdade que tive muitos amores após o seu: eu me casei, tive um filho, namorei da virgem santinha da igreja à namorada sapequinha de um “amigo” (tudo bem... pode me chamar de talarico). O que quero dizer é que, por mais que eu tenha amado outras mulheres e me apaixonado intensamente, todas elas tinham o mesmo defeito... pois nenhuma delas era você.
Ainda que o nosso relacionamento tenha tido momentos de tristeza e decepção no final, por tudo que vivemos e o quanto nos amamos durante os 4 anos, eu o encaro como um presente. O meu amor por você foi único, excepcional... talvez, esse seja o problema de se viver um grande amor na juventude... diante dele, os amores comuns não têm chances.
O amor se vive, às vezes se perde, mas nunca se esquece: Parabéns pelos seus 32 anos! Não importa como, onde ou com quem você esteja, mesmo não te conhecendo mais, eu sempre vou te amar! Espero que esteja bem e feliz! Deus te abençoe!
#Amor não se mendiga...
#Amizade não se cobra...
#Carinho não se pede...
Guardo silêncio há demasiado tempo...
Do não dito... que deveria ser falado...
Por que me calei até agora?
Não sei explicar...
Por que motivo só agora digo?
O que antes eu deveria falar...
Digo:
Que o ontem não pode ser esquecido...
O amanhã será merecido...
Se o hoje for bem vivido...
Estou farto de esperar que muitos se libertem do silêncio...
O eco é infindável...
Vi brotarem lágrimas felizes...
De milhares de sorrisos vazios...
Estrelas que dos céus caíram...
Transformando noites tristes...
Vi amantes cantarem para a lua...
Fria, distante, nua...
Uma dor, um lamento...
Que faz a gente pensar...
Coração a palpitar...
Ser forte para amar...
Mãos que se encontram...
Beleza maior não há...
Não temo ao implacável tempo...
Não temo o sofrimento...
Nem ao vento do desconhecido que abraça num momento...
Tenho medo da escuridão...
Que a falta da luz esconde...
A verdade...
#Eu #vim #somente #dizer...
Se tu ama, ame baixinho...
A vida é breve...
E o amor mais breve ainda...
Não tenha medo de viver...
Não tenha medo de amar...
Tenha medo de não ser...
De não estar...
De não querer...
Não sonhar...
Felicidade pequena semente...
Que todos os dias precisamos cuidar...
Triste é aquele...
Que pelo mundo passa...
E que da ilusão...
Faz seu par de asas...
Viva e deixe-se viver...
Nas auroras ardentes...
Em que nasce a esperança...
Que acalenta nossos sonhos...
Até onde nossa alma alcança...
Suave contentamento...
Vivendo cada momento...
Quem teme ao amor...
Sofre derradeiro tormento...
Espaço oco no peito...
Vazio sem sentido...
Mundo frio...
Olhar não brilha...
Não encontra caminho...
Verdades puras...
As minhas eu digo...
Sonhe conforme quiser...
Mas sonhe sempre...
Sonhando e vivendo...
Segundo o amor que tiver...
Terá, de meus versos, o entendimento..
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Árvore seca...
De coração vazio...
Anos a fio...
Não tinha cor...
Não tinha amor...
O vácuo cada vez maior...
Raízes mortas...
Não mais florescia...
Sob um sol quente e árido...
Me contou sua história...
Foi semente...
Plantada com esmero...
Por um senhor...
Velada com carinho...
Cresceu...
Nas folhagens verdejantes...
Pássaros faziam seus ninhos...
Cantavam alegremente...
Retribuía com sombra...
Muitas flores ofertava...
Fronte de belas mulheres enfeitava...
Suas folhas eram remédio...
Doença ela curava...
Foi orgulho daquele senhor ...
Que um dia a plantou...
Seresteiros à sombra dela...
A todos encantou...
Conversas fiadas ouviu...
Pessoas que chegavam na cidade...
Um ou outro que já partiu...
O banquinho ao seu lado...
Foi ponto de encontro...
De amigos e de enamorados...
Quando o vento levou o senhor...
De tristeza a árvore chorou...
Me disse que se fechou no silêncio...
Que de saudades suas folhas cobriram o chão...
Não tinha mais forças para então florir...
Sua aurora tinha ido embora...
Sua madrugada chegara...
Sua hora findou...
Hoje...
Triste...
Seca...
Morta...
Ainda conta sua história...
Da saudade que ficou...
Do tempo que passou...
Sandro Paschoal Nogueira
Árvore, pata-de-vaca, branca, que meu pai plantou, em frente de minha casa.
Homenagem póstuma Scylla Dias Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
#O #amor #não #é #raro...
Raro são as pessoas que sabem amar...
Não está morto...
Tem que saber cultivar...
O cavalheirismo não é raro...
Está aí a se apresentar...
Porém, não existem muitas damas assim...
Que se permitem conquistar...
O romantismo também não é raro...
É só bem observar...
Sonhar ainda é possível...
Basta começar a desejar...
Tudo começa com um simples olhar...
Coração mais rápido a bater....
Pernas a tremer...
Mãos a suar...
Se tivesse um buraco no chão...
Talvez, muitos, quisessem entrar...
O problema é que o tempo desgasta...
E no que um dia foi um sonho...
Hoje pode ser fantasia...
Ah...
Pudesse eu ainda ter...
Os sonhos singelos de outrora...
Amores eternos...
Não como os de agora...
Pudesse sentir pela espinha...
O calafrio e a agonia...
De amar com sofreguidão...
Juntar minha alma...
Ser só um coração...
O dia seria curto...
A noite rapidamente passaria...
Perdendo o juízo...
Em completo desatino...
Mais e mais eu queria...
#Flores...
Hoje me vesti de #flores...
De amor vivido...
Vagando entre o real e o imaginário...
Sonhos postos de lado...
Tanto por mim sentido...
Perdidos no amanhã...
Pus um sorriso tímido ...
Um brilho no olhar...
Pelas ruas de pedras azuis...
Suspiro pelo que hoje ponho-me a buscar...
Que o meu coração não me impeça de ir além do horizonte...
Abrir minhas asas e voar...
Para bem longe...
Que a felicidade não me doa...
Sempre e tanto, a ponto de assustar...
Somente assim ...
Poderei lhe amar...
Que eu possa sempre contemplar os céus...
E nele querer estar junto com você...
E se eu um dia qualquer sentir a tristeza...
Que ela não me tire a clareza...
Não se sem aposse de minha alegria...
Não me tire o gosto da vida...
Se eu for abandonado pelo seu amor...
Trazendo ao meu espírito grande dor...
Que esse abandono...
Não seja para sempre...
Eterna companhia...
Sandro Paschoal Nogueira
#Este #é #um #poema #de #amor...
Que te ofereço em forma de flor...
Talvez tu possas entender...
Todo o meu bem querer...
Já está declarado e estampado...
Para ti todo o meu cuidado...
Vim para te amar neste mundo...
Tecer flores sobre o próprio coração...
Meu espírito é sol neste dia...
Te quero bem...com alegria...
Me dê sua mão...
Peço perdão por te amar de repente...
Mas quero que saibas...
Enquanto os céus existirem...
Amarei eternamente...
Por tudo o que me deste...
Um pouco de ternura...
Me apaixonei por um olhar...
A vida passa num instante...
E um instante é muito pouco para te amar...
Nada é pequeno no amor...
E para você...
Inteiro me dou...
Sandro Paschoal Nogueira
O dia seguinte ao do amor
Quando a luz estender a roupa nos telhados
E for todo o horizonte um frêmito de palmas
E junto ao leito fundo de nossas duas almas
Chamarem nossos corpos nus, entrelaçados,
Seremos, na manhã, duas máscaras calmas
E felizes, de grandes olhos claros e rasgados...
Depois, volvendo ao sol as nossas quatro palmas,
Encheremos o céu de voos encantados!...
E as rosas da Cidade inda serão mais rosas,
Serão todos felizes, sem saber por quê...
Até os cegos, os entrevadinhos... E
Vestidos, contra o azul, de tons vibrantes e violentos,
Nós improvisaremos danças espantosas
Sobre os telhados altos, entre o fumo e os cataventos!
Precisamos mais que nunca fazer uma corrente de fé e amor para vencer o ódio, o rancor, a ganância e a ignorância que tomou conta do nosso planeta, e está nos destruindo, não é o vírus que está matando, somos nós que estamos contaminados pela nossa própria sugeira. Precisamos reverter o quanto antes, este momento de impureza espiritual e material, precisamos orar e praticar a Caridade e o amor ao próximo.
Ja dizia o Mestre, fora da Caridade não há Salvação.
Que a paz esteja com todos vocês.
Que o Natal transborde amor,
nos concilie com Cristo e seu nascimento.
E que o Ano Novo
vibre paz e contentamento!
Descontruí ruídos,
Para enlatar
Eloquentes mistérios,
no mundo movido pelo amor,
pelo ódio
ou pelas controvérsias.
Carmen Eugenio
Seja seu guia, o amor,
a flor que drena a dor,
o sol a resplandecer,
o canto do beija-flor,
o orvalho do alvorecer.
Carmen de Eugenio
“ E assim, o amor está em nós,
Em todo talvez, ou em cada ‘eu te amo’,
Em algo, em tudo, ou quase nada,
Como água, fogo,
como sopro e vento.
O amor é o Todo, a natureza,
Algo de que não se pode fugir,
Algo que se possa fluir,
Algo que se deixe existir,
Ainda que não se possa ter.
Porque o amor
Enquanto flor
Não é posse.
É perfume,
é sentir,
etéreo,
e simples, assim.
“Quantos laços, casos e descasos.
O coração acelera, desespera e não se cansa
E o amor vai transformando tudo,
numa supremacia inquestionável.
Enfrenta nossas próprias marés,
desatina cantos cartesianos,
e desafia os maiores reveses.”
