Poemas de Pais
Tem muita gente ruim no nosso país, traficantes de drogas e criminosos. É preciso construir o muro fronteiriço e proteger a fronteira.
Meus pais eram pesquisadores, e na última expedição, meu pai faleceu. Eu era bebê e fui abandonada pela minha mãe Kassie. Após dezenove anos me encontrava no aeroporto com meu parceiro e minha mãe adotiva. Ao partir para o Canadá e reencontrar minha mãe biológica e minha avó paterna Anna, a rejeição era imensamente dolorosa. Ela havia adotado um rapaz e este não entendia a cena de desprezo de Kassie . Minha avó expulsou-a da casa e fiquei dias na casa de Anna e Charlie, o rapaz adotado por Kassie. Conheci-os por dias. Aventuras passavam por despercebidas e de forma que não se lembrasse do desprezo que a própria mãe tem por sua filha. Mas a dor de rejeição foi inteiramente guardada nos pensamentos. Minha mãe adotiva me ligava para saber como estavam às coisas e meu parceiro não ligava o que me fez perceber que o que sentíamos pelo outro não era autêntico e sim uma longa efemeridade. Charlie ocupou um sentimento maior do que o anterior. Percebi que o rumo das coisas estavam mudando e de certa forma mudando minha vida. Voltei a falar com Kassie e por não me rejeitar desta vez, me explicou mantendo controle do seu temperamento. Explicou-me a razão de não conseguir encarar a real história da sua vida. Sentiu-se culpada pelo abandono e ao mesmo tempo um peso se seguisse a vida do meu lado. Ali veio o arrependimento. A nossa relação se construiu com amor. Minha família ficou unida, Charlie e eu, simplesmente ficamos juntos o que me fez ver a essência de que o mundo deu voltas e imprevisivelmente mudou completamente a minha vida. Duas mães, uma avó e uma pessoa que passará a sua vida junto da minha. -sinopse-
Se o MPLA ganhar as eleições irá vender este país. Fará do seu povo escravo dos estrangeiros.
29 De Agosto de 1990
De fato, somos um país miserável. Não materialmente. Espiritualmente. Um país que teme o nascimento de uma criança, um país onde o silencioso assassinato a sangue frio de um inocente é reconhecido como um “direito reprodutivo” é, infelizmente, uma sociedade desfibrada moralmente, pervertida antropologicamente e monstruosamente sombria em seu espírito.
Enquanto o governo extingue ministérios em Brasília, a Polícia Federal desvenda mistérios país afora.
Deus me abençoou com um sentimento, e meus pais o fortaleceram com educação. Chama-se vergonha na cara!
Eu crio anúncios de Páscoa, Dia das Mães, dos Pais, das Crianças, Natal e Ano Novo que, quase sempre, parecem de Carnaval.
Senhores pais repensem seus atos muitas se não várias vezes, um corretivo livra sua prole quando adulto dos piores maus hábitos.
Antes de opinarmos sobre o rumo que deve ser dado ao nosso país e ao mundo, seria bem mais interessante darmos uma boa ajeitada no prumo de nossa própria alma.
Acordar em um país lutando pelos seus direitos não tem preço. Existem coisas na vida que a corrupção não pode roubar.
É lamentável viver nesta sociedade. O homem é o lobo do homem. Corrupção é a face do país. Opressores são vangloriados. E a população alienada não se manifesta. Sentados em seus sofás, vendo o globo girar. E a ética é esquecida. Não existe pessoa, lei ou estado que seja capaz de limitar a liberdade de expressão. Será possível que não podemos aprender com o passado?? Não existe mais democracia??
Lembre-se pra toda ação existe uma reação. O que fizeram é um golpe, e uma hora ou outra, surgirá alguém. Talvez um ditador, ou um redentor do povo. Mas lembre-se, sobretudo, que por esta ação criarão um monstro, se é que ele já não existe entre nós.
Gostaria de ter conversado mais com meus pais, com meus avós, ter perguntado mais sobre meus ancestrais. Faça isto, explore mais de sua família. Um dia sua consciência poderá lhe cobrar!
"De um amor pra outro é como mudar de país, a gente aprende uma nova cultura, e esse choque cultural nem sempre é bem aceito a princípio. Não que seja mau, às vezes é bom até demais, a gente pensa que sabe tudo, e que que sempre soubemos tudo, no entanto, de um amor pra outro é importante se entregar ao êxodo, não se pode viver o novo se suas raízes estão em outra história. Manter raízes é bom até certo limite, algumas coisas precisam ser vividas de outra forma, e o apego à antiga Terra Coração pode te fazer mal. De um amor pra outro é como mudar de país, você no início tem medo de sentir falta da Terra Coração natal, mas, é preciso saber que bons imigrantes não têm medo de aventuras e novidades, bons imigrantes não se abalam ao pensar no risco de serem eternos nômades, pois em toda viagem que a vida faz, sabemos: Haverá um cais, haverá uma âncora, haverá um lar."
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